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Medicina e Saúde

Hospital Veterinário de Cariacica: veja especialidades e exames gratuitos

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Cães e gatos poderão receber atendimento veterinário gratuito em diversas especialidades no futuro Hospital Veterinário Estadual, em Cariacica. A unidade, prevista para integrar o Programa Estadual Pet Vida, também deverá oferecer exames laboratoriais, diagnóstico por imagem, cirurgias, internação e atendimento de emergência 24 horas.

O edital para a seleção da Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável pela execução dos serviços de assistência médico-veterinária gratuita já foi publicado. A unidade será a primeira do tipo no Espírito Santo e terá atendimento com abrangência estadual.

Entre as especialidades previstas estão ortopedia, dermatologia, neurologia e cardiologia. Os atendimentos especializados deverão funcionar durante 12 horas por dia, de segunda a sexta-feira.

 

Veja os serviços que serão oferecidos

Além das consultas veterinárias básicas, o hospital deverá disponibilizar gratuitamente:

  • consultas gerais e especializadas;
  • exames laboratoriais;
  • exames de diagnóstico por imagem;
  • atendimento ambulatorial;
  • procedimentos cirúrgicos;
  • internação e observação;
  • microchipagem e identificação dos animais;
  • atendimento emergencial 24 horas, todos os dias da semana.

A unidade será voltada prioritariamente para cães e gatos de tutores de baixa renda, protetores independentes, organizações de proteção animal e outros públicos definidos pelo programa.

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Mais de 10 mil atendimentos por ano

A previsão é que o Hospital Veterinário Estadual realize mais de 10 mil atendimentos clínicos e assistenciais por ano.

Como referência para o funcionamento da unidade, o edital estabelece uma média de 30 consultas por dia útil, além de quatro atendimentos emergenciais diários e oito cirurgias por dia útil.

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Medicina e Saúde

Justiça derruba norma que permitia harmonização por dentistas

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Justiça Federal decidiu, nesta quarta-feira (19), pela ilegalidade da norma que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica e permitia que cirurgiões-dentistas realizassem determinados procedimentos estéticos na face.

A decisão foi tomada pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que julgou recursos apresentados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). O entendimento foi de que os conselhos profissionais não podem, por meio de resoluções administrativas, ampliar competências para além dos limites estabelecidos em lei.

A norma questionada é a Resolução nº 198/2019, publicada pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) em janeiro de 2019. Ela criou a harmonização orofacial como especialidade odontológica e estabeleceu uma série de procedimentos que poderiam ser realizados por cirurgiões-dentistas.

A decisão tem efeito imediato a partir da publicação do acórdão.

 

Quais procedimentos eram permitidos pela norma?

Entre as práticas previstas estavam:

  • aplicação de toxina botulínica (botox);
  • preenchimentos faciais;
  • intradermoterapia;
  • aplicação de biomateriais indutores de colágeno;
  • laserterapia;
  • bichectomia;
  • lipoplastia facial;
  • técnicas cirúrgicas para correção dos lábios.
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CFO vai recorrer

Em nota publicada nas redes sociais, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) informou que pretende recorrer da decisão. A entidade afirmou que a decisão surpreendeu o conselho, principalmente porque, segundo o CFO, houve decisões judiciais anteriores favoráveis à legalidade da resolução e ao reconhecimento da harmonização orofacial como área de atuação da Odontologia.

O conselho também afirmou que adotará as medidas judiciais cabíveis para defender a atuação dos cirurgiões-dentistas, a segurança jurídica dos profissionais e o reconhecimento da harmonização orofacial.

O CFO discorda do entendimento adotado pelo Tribunal e adotará as medidas judiciais cabíveis para contestar a decisão e defender a área de atuação legal da Odontologia.

A decisão será objeto dos recursos cabíveis, e o CFO seguirá atuando na defesa da Harmonização Orofacial, da segurança jurídica dos profissionais e das competências legalmente atribuídas à Odontologia.

Conselho Federal de Odontologia (CFO)

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Medicina e Saúde

‘Tadala’, febre entre jovens, pode levar à cegueira, indica estudo

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Uso prolongado de tadalafila estaria associado à maior risco de glaucoma

 

Entre 2025 e 2024, a venda de tadalafila, remédio indicado para tratar disfunção erétil, aumentou 2000%, pulando de três milhões de unidades para quase 65 milhões, segundo a ANVISA. O aumento teria sido causado, segundo o Conselho Federal de Farmácia, principalmente pela adoção entre os mais jovens.

Nas redes sociais, o remédio é vendido como uma espécie de pré-treino milagroso. Além disso, muitos jovens tem usado a famosa “azulzinha” durante relações sexuais.

Só que uma nova pesquisa da Universidade de Taiwan descobriu uma possível associação entre o uso de tadalafila e um maior risco de glaucoma.

Cientistas chineses se basearam nos dados de mais de 73 mil homens com 40 anos ou mais que tanto usavam ou não usavam tadalafila — cujo nome de referência é Cialis — sendo que cada grupo contou com exatamente 36 927 participantes.

Os usuários do medicamento tiveram até 22% a mais de chance de desenvolver a doença, além de terem um maior disco de desenvolver hipertensão ocular, que é uma pressão ocular elevada não prejudicial que pode ser um fator de risco para o glaucoma.

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