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Política Nacional

Janja realiza mais viagens que Lula e gera custos aos cofres públicos

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Viagens de Janja chamam atenção por ela ter ultrapassado as do presidente Lula

A atuação internacional da primeira-dama Janja, tem chamado atenção pelo volume de viagens realizadas desde o início do atual mandato presidencial. De acordo com levantamento do portal Poder360, ela acumulou, desde 2023, um total de 177 dias fora do país, número que supera em 23 dias o período passado no exterior pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Somente em 2026, Janja já soma 20 dias fora do Brasil, distribuídos em quatro viagens diferentes. No mesmo intervalo, o presidente registrou 16 dias em compromissos internacionais. Parte dessas agendas foi cumprida em conjunto, incluindo visitas oficiais à Ásia e à Europa. No entanto, a primeira-dama também realizou missões individuais ao longo do período.

Janja realiza mais viagens que Lula e gera custos aos cofres públicos

Um dos exemplos ocorreu em março deste ano, quando Janja participou de uma agenda própria de cinco dias nos Estados Unidos, relacionada a um evento da ONU. Em algumas ocasiões, a primeira-dama antecipou sua chegada aos destinos internacionais para cumprir compromissos paralelos à agenda oficial do presidente.

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O debate em torno das viagens de Janja é devido as depesas que são geradas aos cofres públicos. Suas missões internacionais já custaram valores expressivos e que despertaram discussões sobre a necessidade da primeira-dama cumprir uma agenda tão intensa.

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Política Nacional

Zema: Auxílios do governo estão criando geração de imprestáveis

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O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários.

Zema disse que não pretende extinguir programas sociais, mas criticou o que classificou como crescimento da dependência de auxílios governamentais.

– Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental – afirmou em entrevista ao programa Canal Livre.

Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais. Zema defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das secretarias municipais de assistência social para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais. Pela proposta apresentada, quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício.

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Questionado sobre modelos adotados em países europeus, o pré-candidato admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta.

– O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal – afirmou.

 

Fonte: PlenoNews.

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Política Nacional

Sancionado aumento de penas para furto, roubo e receptação

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Nesta segunda-feira (4), o presidente Lula (PT) sancionou, com vetos, a Lei 15.397/2026, que amplia penas para crimes como furto, roubo, estelionato e receptação. A norma foi publicada no Diário Oficial da União e também trata de delitos virtuais, como fraudes bancárias e golpes pela internet.

A nova legislação tem origem no Projeto de Lei 3.780/2023, apresentado pelo deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). O texto foi aprovado pelo Senado em março, com relatoria do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), e voltou à Câmara antes da sanção.

– Esse projeto abrange crimes que aterrorizam a família brasileira no tempo de hoje. E o nosso intuito é disponibilizar ao juiz uma legislação que possibilite punição adequada. Por isso, o projeto impõe penas mais rigorosas, por exemplo, para o furto e o roubo de celulares – disse Efraim no Plenário.

A lei altera a punição para o crime de furto, que passa de um a quatro anos para um a seis anos de reclusão. Se ocorrer à noite, a pena pode ser aumentada. Em casos que afetem serviços essenciais, como fornecimento de água, a punição pode chegar a oito anos.

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Também há aumento de pena para furtos específicos, como de fios elétricos, equipamentos de telecomunicações e dispositivos eletrônicos. O texto inclui agravante para furto de animais domésticos e amplia a punição para golpes virtuais, que podem chegar a dez anos de prisão.

No caso de roubo, a pena passa de quatro a dez anos para seis a dez anos. Situações envolvendo eletrônicos ou armas de fogo têm aumento adicional. Já o latrocínio, que é o roubo seguido de morte, passa a ter pena mínima de 24 anos.

A legislação também endurece regras para receptação. A pena para quem adquire produtos roubados sobe para até seis anos. Em casos envolvendo animais, pode chegar a oito anos de prisão.

Outro ponto trata da interrupção de serviços de telecomunicação, como furto de cabos. A pena passa a ser de dois a quatro anos, podendo dobrar em situações de calamidade pública.

No estelionato, a lei cria o crime de “conta laranja”, quando uma pessoa cede conta bancária para fraudes. Também passa a prever punição específica para golpes feitos por meios eletrônicos, como clonagem de celulares.

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Foi vetado o aumento da pena de roubo de 7 a 18 anos para de 16 a 24 anos quando o crime ocorresse com violência e resultasse em lesão grave. Na justificativa, o presidente explica que o trecho torna a pena mínima do roubo qualificado pelo resultado de lesão corporal grave superior à pena mínima prevista para o homicídio qualificado.

O Congresso Nacional ainda deverá analisar os vetos em sessão conjunta para decidir se mantém ou derruba os trechos barrados.

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