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Mundo Cristão

Membros de igreja decidem dispensar pastor que se vestiu de drag queen na TV

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A participação em uma série de TV que aborda temas associados à ideologia de gênero levou um pastor a ser dispensado de sua função ministerial. Ele se fantasiou de drag queen e gravou uma dublagem da música We R Who We R.

Craig Duke era pastor da Igreja Metodista Newburgh United, em Indiana (EUA), e foi convidado para dublar a música para um programa de TV fantasiado de drag queen. Ele vestiu uma peruca rosa, botas de plataforma e usou um vestido branco com brilhantes.

Durante sua participação, Duke afirmou que “se você está se perguntando se há esperança em um futuro e um deus que ama você… Oh, sim, há!”, e acrescentou: “Não espere até ter permissão para fazer o que foi feito para você fazer. Saia e ame a todos”.

A reação dos membros da congregação foi amplamente negativa, e ele foi “convidado” a se retirar da função, segundo informações do portal ND Mais. Ele ocupava a função de pastor principal na congregação.

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A direção da igreja enviou um e-mail aos membros e informou que Duke foi “dispensado dos deveres pastorais”. Para não deixa-lo desassistido, ele poderá permanecer na casa pastoral com sua esposa, Linda, até fevereiro de 2022. Nesse período, ele também receberá uma fração do salário que tinha como pastor.

Mitch Gieselman, superintendente da Conferência Metodista Unida de Indiana, disse que o pastor não pediu demissão, nem renunciou: “Embora haja uma diversidade de opiniões sobre as implicações morais das ações do reverendo Duke, ele não foi considerado como tendo cometido qualquer ofensa passível de cobrança ou outra violação do Livro Metodista Unido de Disciplina”, afirmou, destacando que a decisão foi tomada pela congregação.

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Bispo beija crânio de santa Águeda, morta há 2 mil anos

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Durante uma celebração religiosa na Sicília, uma cena chamou a atenção do público e viralizou nas redes sociais: o bispo de Catânia, Luigi Renna, beijando o crânio de quase 2 mil anos de santa Águeda.

Usando luvas, o bispo segurou a peça diante dos fiéis antes de depositá-la em um busto relicário, que posteriormente foi fechado e coroado pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano e encarregado de presidir a missa na cidade italiana.

O ato fez parte dos eventos de nove séculos do retorno dos restos mortais da santa à sua terra natal, ocasião que remonta a 17 de agosto de 1126, quando as peças desembarcaram em Aci Castello e seguiram em procissão até Catânia, após terem sido levadas a Constantinopla no século 11 pelos bizantinos.

O gesto do bispo recebeu críticas por parte da comunidade cristã nas redes sociais que o acusou de incorrer em idolatria e culto aos mortos. A Arquidiocese de Catânia não se pronunciou sobre o caso.

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Ainda no evento, uma carta enviada pelo papa Leão XIV ao cardeal Parolin afirmou que o martírio da santa representa a vitória da graça sobre a violência, da fé sobre o medo e da caridade sobre a morte.

Nascida no ano de 235 em uma família nobre e abastada, Águeda decidiu dedicar a juventude à fé cristã, mas passou a ser perseguida a partir de 250 durante a onda de repressão movida pelo imperador romano Décio. Por se recusar a renunciar às suas convicções, a jovem foi submetida a graves torturas ordenadas pelo procônsul Quinciano, que incluíram a mutilação de seus seios.

A tradição católica relata que, ao retornar à cela, ela recebeu a visita de são Pedro, que curou suas feridas, mas a insistência em manter sua religião diante do tribunal fez com que o governante ordenasse sua morte por queimaduras em carvão em 5 de fevereiro de 251.

Além do patronato da cidade, o sofrimento físico enfrentado durante o martírio fez com que a mártir passasse a ser venerada globalmente como a protetora das mulheres diagnosticadas com doenças mamárias.

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Mundo Cristão

Douglas Gonçalves e o pai lançam livro sobre criação de filhos

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Douglas Gonçalves e Josué Gonçalves lançam o livro *Meus Filhos, Minhas Flechas*, abordando educação e fé na criação de filhos

 

Douglas Gonçalves, criador e apresentador do podcast JesusCopy, lançou ao lado do pai, Josué Gonçalves, o livro Meus Filhos, Minhas Flechas, pela Editora Vida. A obra aborda questões relacionadas à criação de filhos, formação de caráter e fé.

 

Conteúdo do livro

A publicação utiliza a imagem bíblica dos filhos como flechas e dos pais como arqueiros para discutir os desafios enfrentados por famílias, especialmente em tempos de ansiedade e falta de referências entre os jovens. Esta é a primeira parceria literária entre pai e filho.

Os capítulos do livro combinam a perspectiva de Douglas, que mantém contato frequente com o público jovem na internet, e a experiência de Josué no aconselhamento de lares através do Ministério Amo Família. A proposta é atender diferentes faixas etárias de leitores que lidam com a tarefa de educar em ambientes marcados por telas e novas demandas comportamentais.

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Temas abordados

Entre os assuntos tratados estão a educação nos primeiros anos de vida, a relação entre carinho e limites, e a participação dos pais na descoberta da vocação dos filhos. O livro também discute a ansiedade entre os jovens, oferecendo orientações que conectam fé e saúde emocional.

A obra inclui relatos das experiências dos autores, com situações de erros e acertos na relação entre pais e filhos. O objetivo é atender tanto aqueles que estão começando a exercer a parentalidade quanto pais que já passaram por diferentes fases da criação dos filhos.

 

Sobre os autores

Douglas Gonçalves é pastor, escritor, comunicador e fundador do JesusCopy, que reúne mais de dois milhões de seguidores e produz conteúdos voltados à fé cristã. Ele é casado com Valéria e pai de Luísa e Davi. Josué Gonçalves é terapeuta familiar e conferencista internacional, com experiência no aconselhamento de famílias.

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