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Segurança

Mulher ateia fogo na própria casa e morre com irmão durante incêndio em Vitória

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Uma mulher de 56 anos ateou fogo na própria casa e provocou um incêndio que terminou com a morte dela e do irmão, de 54 anos, durante a madrugada de quarta-feira (25), no Morro do Quadro, em Vitória.

Segundo informações da TV Vitória/Record, a mulher teria ateado fogo dentro de um dos quartos da casa, por volta das 3 horas da manhã. O irmão dela, que também estava no imóvel, tentou socorrê-la ao perceber as chamas.

No entanto, durante a tentativa de resgate, colchões teriam caído atrás da porta do quarto, impedindo a saída. Os dois ficaram presos no cômodo, que rapidamente foi tomado pelo fogo e pela fumaça.

Durante a situação, um terceiro irmão, de 58 anos, que também estava na casa, se desesperou e passou mal. Ele foi socorrido com um quadro convulsivo.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e conseguiram controlar o incêndio.

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Segurança

Mãe é denunciada por tentativa de homicídio após dar veneno para filho no ES

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Uma mulher de 30 anos foi denunciada por tentativa de homicídio qualificado por envenenamento após misturar “chumbinho” na comida do próprio filho, de apenas 4 anos, no Espírito Santo.

O caso aconteceu em 2023. Além do menino, a mulher também era mãe de outras duas crianças, que tinham 6 e 9 anos na época. Diante da gravidade do caso e para preservar a identidade das vítimas, os nomes da mãe, das crianças e da cidade não serão divulgados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Documentos da Polícia Civil obtidos pela reportagem da TV Vitória/Record mostram relatos e imagens que apontam que a mulher teria colocado o veneno na alimentação do filho. No vídeo, ela tenta oferecer a comida à criança, enquanto a filha mais velha grita dizendo que “é veneno”.

As investigações apontam que o menino não chegou a ingerir o alimento porque foi alertado pela irmã. Ainda assim, segundo a polícia, a mãe teria insistido para que ele comesse.

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As imagens foram enviadas pela própria suspeita a familiares por meio das redes sociais e, posteriormente, encaminhadas à Polícia Civil e ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que passaram a acompanhar o caso.

Conselho Tutelar encontrou casa em situação precária

Segundo os documentos obtidos pela reportagem, conselheiros tutelares encontraram a residência em condições precárias, com acúmulo de sujeira e crianças com sinais de falta de higiene.

Os relatos também apontam que os menores teriam sido vistos “pegando comida no lixo” e indo “sujos para a escola”.

Uma testemunha afirmou que a escola das crianças chegou a entrar em contato para relatar que os alunos frequentemente apareciam com roupas muito sujas e buscavam alimentos no lixo.

Mulher negou intenção de matar os filhos

Em depoimento à polícia, a mulher confirmou ter gravado os vídeos, mas alegou que, apesar de a embalagem indicar “chumbinho”, o conteúdo seria, na verdade, um doce de amendoim.

Ela negou que tivesse intenção de matar os filhos e afirmou que queria “chantagear” o companheiro para que ele voltasse para casa após uma discussão. A suspeita também disse que, no dia das gravações, havia ingerido bebida alcoólica, estava sem dormir e sob efeito de cocaína.

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Ainda em depoimento, a mulher relatou manter uma relação conturbada com o companheiro, afirmou já ter sido esfaqueada por ele e admitiu que descontava a raiva nos filhos.

Após o caso, as três crianças passaram a viver com um dos avôs.

O Ministério Público também apontou possível negligência por parte de conselheiros tutelares, que, segundo o órgão, deveriam ter realizado o acolhimento emergencial imediato dos menores.

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Segurança

Mulher é morta a tiros pelo marido horas após casamento; filhos presenciaram crime

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Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros pelo próprio marido horas após o casamento em Campinas, no interior de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, uma discussão entre o casal durante a confraternização evoluiu para agressões físicas até que o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, sacou uma arma e atirou contra a esposa, Nájylla Duenas Nascimento. O caso ocorreu na noite de sábado (9).

De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu diante de convidados da festa e dos três filhos da vítima, de 15, 12 e 8 anos. O adolescente mais velho publicou homenagens para a mãe nas redes sociais após o feminicídio e escreveu: “Quero justiça!”.

Segundo testemunhas, o casal iniciou uma briga ainda durante a comemoração. Em meio à confusão, Daniel deixou o local temporariamente e retornou armado. A Polícia Civil informou que ele efetuou seis disparos contra Nájylla.

Ainda conforme o registro policial, antes dos tiros houve luta corporal entre os dois. O guarda também teria usado a arma funcional para agredir a esposa. Mesmo ferida, a vítima voltou a ser atacada após o suspeito retornar ao imóvel.

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Nájylla chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no local.

Após o crime, Daniel fugiu levando a filha de 7 anos do casal. Horas depois, ele acionou a Guarda Municipal e se entregou às autoridades. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas.

Prisão preventiva foi decretada

O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou neste domingo (10) que a prisão em flagrante do guarda municipal foi convertida em prisão preventiva. Com isso, ele seguirá preso enquanto responde pelo crime.

Daniel Barbosa Marinho integra a Guarda Municipal de Campinas desde 1998 e atualmente exercia funções administrativas em uma das bases operacionais da corporação.

Em nota, a Guarda Municipal informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria e que serão instaurados procedimentos administrativos para apurar a conduta do agente.

“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação.

Filhos presenciaram o crime

Segundo a investigação, os filhos de Nájylla estavam na confraternização e testemunharam o momento em que a mãe foi atacada pelo padrasto.

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Vizinhos relataram à polícia que o relacionamento do casal era marcado por desentendimentos frequentes.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo.

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