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Política e Governo

Na ‘Capital Secreta’, Casagrande (PSB) destaca quase R$ 1 bilhão investidos e lidera caminhada com Ricardo Ferraço

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O candidato ao Senado, Renato Casagrande (PSB), cumpriu uma intensa agenda de corpo a corpo e caminhada em Cachoeiro de Itapemirim na tarde de sexta-feira (11). A agenda na “Capital Secreta do Mundo” contou com a participação do governador e candidato à reeleição, Ricardo Ferraço (MDB).

Mobilizando uma multidão de apoiadores e lideranças na cidade natal do chefe do Executivo estadual, a visita consolidou a força da chapa majoritária no principal polo econômico e político da Região Sul do Espírito Santo.

 

 

Durante o trajeto, a dupla Renato e Ricardo lembrou das principais obras que transformaram a infraestrutura do município, somando um volume histórico de R$ 1 bilhão em investimentos. O pacote total passa das 260 ações e engloba entregas marcantes, como a macrodrenagem e reabilitação da Linha Vermelha – R$ 61,8 milhões -, a reabilitação e duplicação da Rodovia ES-488 no trecho até o Frade – R$ 183,6 milhões – e a ampliação do Aeroporto de Cachoeiro – R$ 76,5 milhões. Na saúde, a construção do Hospital do Câncer e de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), além do restauro de patrimônios culturais como o Palácio Bernardino Monteiro e o Teatro Rubem Braga.

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“Caminhar por Cachoeiro ao lado do Ricardo Ferraço (MDB) é prestar contas de um volume de investimentos sem precedentes que realizamos na história da Capital Secreta. A região Sul precisa de atenção do poder público e nós mostramos que a região é prioridade e enquanto a população capixaba nos confiar seu apoio, vamos seguir buscando investimentos para potencializar Cachoeiro e toda região Sul”, afirmou Casagrande (PSB).

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Política e Governo

Lorenzo Pazolini participa de sabatina e defende ‘limpa’ aos comissionados do ES

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Ex-prefeito de Vitória avaliou também cenário da segurança pública e criticou déficit na Polícia Civil

 

O ex-prefeito de Vitória e candidato ao Governo do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos), participou de sabatina na sexta-feira (11).

Durante a entrevista, ele defendeu corte no quadro de servidores comissionados da gestão estadual e avaliou o cenário da segurança pública.

“Nós temos que acabar e extinguir aqueles cargos comissionados que não entregam nada à sociedade. Quando nós chegamos à Prefeitura de Vitória em 2021, nós extinguimos 50% dos cargos comissionados. Aquelas pessoas que não entregavam políticas públicas, muitas delas não tinham compromisso com o cidadão, ou seja, eram cargos políticos que só estavam na folha de pagamento, onerando você contribuinte capixaba”, disse destacando ter economizado R$ 150 milhões com a medida.

 

Segurança pública no Espírito Santo

Em sua participação, Pazolini foi além: “Porque que nós estamos tendo temos tanto crime no Espírito Santo? A Polícia Civil, por exemplo, só tem 58% dos cargos que deveria ter. Significa que 42% dos cargos da Polícia Civil estão desocupados. Então, quase a metade do número de policiais hoje não estão na instituição, porque o governo não nomeou, porque o governo não teve compromisso com a sua vida, não teve compromisso em proteger a vida dos capixabas”, afirmou.

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O ex-prefeito de Vitória criticou o déficit na segurança pública afirmando que quase a metade dos cargos da Polícia Civil seguem desocupados.

“Esse que é o quadro organizacional. É de 1990. Olha a realidade 90 e olha a realidade hoje. A população do Espírito Santo cresceu e mesmo assim 42% dos cargos não estão ocupados”, afirmou.

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Política e Governo

Sindicato convida candidatos ao governo para responder às demandas dos servidores

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Entidade encaminha questionário com sete perguntas a Breno Barcelos, Helder Salomão, Lorenzo Pazolini, Rafael Demuner e Ricardo Ferraço

O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Espírito Santo (Sindipúblicos) está encaminhando aos candidatos ao Governo do Espírito Santo um questionário com as principais demandas da categoria. A iniciativa, realizada a cada eleição para o cargo majoritário do Executivo estadual, tem como objetivo dar transparência às propostas dos postulantes ao Palácio Anchieta para o funcionalismo público.

A proposta de diálogo direto com os candidatos é histórica na entidade e foi reafirmada no último congresso do Sindipúblicos, realizado em agosto.

De forma democrática, o Sindicato está encaminhando o formulário igualitariamente para todos os cinco postulantes ao governo capixaba: Breno Barcelos (Missão)Helder Salomão (PT)Lorenzo Pazolini (Republicanos)Rafael Demuner (UP) e Ricardo Ferraço (MDB).

A entidade, presidida por Renata Setúbal, está formalizando o convite por meio de ofício encaminhado individualmente a cada candidato, com um questionário de sete perguntas sobre demandas específicas do funcionalismo estadual. As respostas devem ser enviadas em formato PDF, com até dez linhas e limite de 900 caracteres com espaço por pergunta, além de uma fotografia em formato 4×3 (horizontal) para ilustrar a publicação. O sindicato estabeleceu prazo para o envio das respostas até dia 18 de setembro, com divulgação integral prevista no site da entidade para iniciar a partir de segunda-feira, 21 de setembro. 

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“Seguindo tradição histórica, o Sindipúblicos sempre busca os candidatos para dialogar sobre as propostas aos servidores. Já fizemos sabatinas, debates e divulgação de respostas. Este ano divulgaremos as respostas em cima dos principais questionamentos dos servidores. Esperamos que todos os candidatos nos respondam para que os servidores possam avaliar democraticamente as suas propostas. Além de servir de registro para futura negociação com o que for eleito” comenta Renata Setúbal, presidente do Sindipúblicos. 

Os temas do questionário

O questionário elaborado pelo Sindipúblicos aborda sete eixos considerados prioritários pela categoria:

  1. Valorização salarial e reposição das perdas inflacionárias. A entidade calcula em cerca de 50% a perda salarial acumulada em 20 anos pelo funcionalismo estadual, resultado de quatro anos sem reajuste no governo Hartung e dois anos de congelamento sob a Lei Complementar 173/2020, no governo Casagrande. 
  2. Auxílio-alimentação. O benefício passou de R$ 600 para R$ 800 em maio de 2025 e segue nesse patamar. Levantamento do Procon Vitória apontou que, em julho de 2026, a cesta básica consumiu 45,62% do salário mínimo na Capital.
  3. Concurso público. O sindicato cobra dos candidatos um plano para equacionar a defasagem do quadro efetivo de servidores e coibir contratações fora das hipóteses legais, com retomada de concursos compatíveis com a necessidade real do Estado.
  4. Terceirizações. A entidade critica a transferência de patrimônio e serviços públicos à iniciativa privada — caso da ES Gás — e a expansão de Organizações Sociais e parcerias público-privadas, além da falta de transparência na gestão do Fundo Soberano do Espírito Santo.
  5. Distorções salariais entre níveis de carreira. O sindicato reivindica, na pauta da campanha salarial de 2026, a equiparação e reestruturação de carreiras entre os Poderes Executivo e Judiciário.
  6. Carreiras em vacância. A entidade questiona a exclusão de carreiras com previsão de extinção na vacância dos processos de reestruturação promovidos pelo Executivo.
  7. Precatório da Trimestralidade. O Estado acumula uma dívida histórica a 2.644 servidores, referente ao não cumprimento da Lei da Trimestralidade. O caso, já transitado em julgado, segue em mediação no Conselho Nacional de Justiça e em análise no Supremo Tribunal Federal, sem acordo definitivo firmado com o sindicato.
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Divulgação das respostas

As respostas enviadas pelos candidatos serão publicadas na íntegra no site da entidade, garantindo tratamento igualitário a todos os concorrentes ao Governo do Estado. A expectativa do sindicato é que o material sirva de referência para os mais de cem mil servidores públicos estaduais na hora de avaliar os compromissos assumidos por cada candidatura com a categoria.

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