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Política Nacional

Nikolas muda local de ato contra Alcolumbre e fala em ameaças

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou, neste sábado (12), a mudança do local de um ato marcado para Macapá (AP), contra a demora na análise dos pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O evento será realizado neste domingo (13), às 15h.

Inicialmente, a manifestação estava prevista para ocorrer em frente à casa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O endereço, porém, foi alterado para a Curva do Araxá, a cerca de 4 quilômetros do primeiro local divulgado.

Ao anunciar a mudança, Nikolas afirmou que ele e pessoas ligadas ao ato estariam sendo ameaçados e perseguidos. O deputado disse ainda que teria enfrentado dificuldades para viajar até capital do Amapá.

 

 

– O povo do Amapá, eu esperei até hoje para poder te dar esse novo recado. Estão nos ameaçando, estão nos perseguindo, estão fazendo de tudo para que eu não pise aí em Macapá. Inacreditável, sério, inacreditável. Mas eu vou, e eu estarei aí com vocês. A única coisa que vai mudar vai ser o local, vai ser na Curva do Araxá, às três horas deste domingo, no dia 13 de novembro – afirmou.

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Na sequência, o parlamentar pediu que apoiadores compartilhem a informação sobre o novo endereço. Ele também relacionou a manifestação à cobrança por uma posição de Alcolumbre sobre os pedidos contra Moraes.

– Então eu te peço para você compartilhar isso, avisar as pessoas que tem um novo local, e nós vamos dar o recado, dentro do Estado do Alcolumbre, para mostrar que a gente não vai desistir, mesmo sobre todo o ataque, mesmo sobre toda a perseguição, é inacreditável o que eles estão fazendo. Juro, eu estou assim, abismado com o que realmente esse povo tem feito com esse Estado, mas nós somos maiores, nós vamos vencer. Vai de verde e amarelo, porque se Deus quiser, nós vamos derrubar o Moraes, vamos tirar essa primeira pedra que está impedindo, que chama-se Davi Alcolumbre– declarou.

Assista:

 

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Política Nacional

Garotinho confirma que tem vídeo de festa de Vorcaro

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O candidato ao governo do Rio e ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) confirmou que tem um vídeo que mostra autoridades, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em uma festa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele deu declarações durante sabatina de O Globo, Extra e Valor Econômico, nesta quinta-feira (10).

Na gravação, ministros do STF teriam aparecido nus na companhia de mulheres que vestiam apenas um “capacete”.

Ele explicou o motivo de não publicar o conteúdo. Garotinho disse que não quer arrumar problema com o Supremo.

– Eu já tenho problema demais com o judiciário, porque eu sou uma das poucas pessoas que venho há anos denunciando a ditadura da toga. E não é contra mim, não. Segundo, eu estou disputando uma eleição. Eu não quero me envolver com mais problemas que eu já sei que vão ter.

Garotinho declarou que os rumos da investigação do caso Master poderiam tornar o vídeo mais relevante, sem deixar claro se pretende divulgá-lo ou não.

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O ex-governador falou ainda que o senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), não aparece no vídeo.

Confira:

 

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Política Nacional

Líder do PCO diz que Bolsonaro foi preso para não ganhar eleição

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Rui Costa Pimenta é candidato à Presidência pelo partido comunista

 

O líder do Partido da Causa Operária (PCO) e candidato da legenda à Presidência da República, Rui Costa Pimenta, declarou na última semana que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi uma manobra do Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar uma nova vitória do representante da direita.

Segundo o presidente nacional do partido comunista, Bolsonaro foi alvo de perseguição política e vítima do que chamou de “ditadura do Judiciário”. As declarações ocorreram durante a transmissão da análise política da semana no canal oficial do partido no último dia 5.

 

 

— O que aconteceu com o Bolsonaro foi uma perseguição política. ‘Ah, mas ele é fascista, ele é isso, ele é aquilo.’ Tem nada a ver. O regime político parou de funcionar e aí os juízes decidem quem vai ser Presidente da República, quem não vai ser Presidente da República. Eles cassam o mandato dos deputados, eles censuram. Estabeleceu-se uma ditadura do Judiciário — declarou.

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Pimenta ainda colocou em xeque as acusações direcionadas ao ex-presidente, chamando-o de fascista. Segundo ele, o STF não está preocupado com esse tipo de característica.

— Muita gente na esquerda quer nos criticar porque nós falamos uma coisa que deveria ser óbvia para todo cidadão brasileiro. O que aconteceu com o Bolsonaro foi uma perseguição. “Ah, mas ele é fascista, ele é isso, ele é aquilo.” Tem nada a ver. Alguém vai acreditar seriamente que, para essa verdadeira quadrilha de criminosos que está no STF, tem importância se essa pessoa é fascista, é liberal? Não. Não tem nada a ver. Tudo é manipulação política, pura e simples — salientou.

Divergindo mais uma vez em outro ponto da maioria dos apoiadores da esquerda, Rui afirmou que, caso Bolsonaro estivesse na disputa, Lula “não teria a menor chance”.

— Por que o Bolsonaro está na cadeia? Porque ele poderia ganhar a eleição de novo. O STF fez tudo o que era possível para que ele não ganhasse a eleição contra o Lula. E veja bem, nós fizemos campanha pelo Lula, mas nós somos conscientes do que está acontecendo. Ele foi declarado inelegível, que era para ele não concorrer. Porque vamos ter claro uma coisa. Se o Bolsonaro estivesse na eleição hoje, ao invés do filho, eu acho que o Lula não teria a menor chance de ganhar. Ganhava o Bolsonaro — destacou.

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Ainda no discurso, Rui Costa declarou acreditar que o STF tem como objetivo controlar o poder no país e que, na disputa polarizada, Lula seria o melhor nome para ser manipulado.

— Não vamos acreditar que o problema dos juízes e todo esse sistema político criminoso é que o Bolsonaro é direitista e o Lula é democrático. Isso não tem absolutamente nada a ver. O problema deles é controlar o poder político no país. Eles fizeram um cálculo, era Lula e Bolsonaro. Então eles pensaram o seguinte: ‘O que é que é mais fácil de controlar?’ Lula. Foi isso. Só isso. Se fosse o Bolsonaro, era o Bolsonaro — ressaltou.

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