conecte-se conosco


Entretenimento

Netinho, um dos principais cantores do axé music e do hit “Milla” morre aos 60 anos

Publicado

O cantor Netinho, um dos nomes conhecidos do axé music, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em um hospital de Salvador, na Bahia. Ele tratava um linfoma não Hodgkin do tipo B, diagnosticado há mais de um ano.

Ao longo da carreira, o artista emplacou sucessos como “Beijo na Boca” e “Fim de Semana”, além de “Milla”, música que se tornou uma das mais marcantes do gênero musical.

Em comunicado, a equipe manifestou pesar pela morte do cantor e ressaltou sua trajetória artística, construída com música, alegria e proximidade com os fãs.

 

Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre na memória e no coração de seus fãs, amigos e de todos que tiveram o privilégio de acompanhá-lo.

Equipe de Netinho

Netinho tornou público o diagnóstico em 22 de março de 2025, depois de ser internado no Hospital Aliança Star, em Salvador, devido a fortes dores nas pernas. Desde então, compartilhou nas redes sociais informações sobre o tratamento e as etapas da recuperação.

Leia mais:  Influenciador revela proposta de R$ 100 mil do PT; partido nega

publicidade

Entretenimento

Museu Vale reúne arte, teatro e humor em programação gratuita no Teatro da Ufes

Publicado

9ª edição dos Encontros com a Arte Contemporânea traz artistas novos e consagrados em um dia de conversas, experiências e espetáculo
Quem somos, como nos reconhecemos e o que carregamos do tempo em que vivemos? Essas são algumas das provocações que atravessam a 9ª edição dos Encontros com a Arte Contemporânea, que o Museu Vale realiza em 13 de outubro, no Teatro Universitário da Ufes, em Vitória. Das 10h às 21h30, artistas de destaque em diferentes linguagens abrem seus processos de criação ao público: a premiada artista visual Lenora de Barros;  o desenhista Pedro Vinicio, fenômeno das redes sociais; o ator, roteirista e cartunista Daniel Furlan; a artista capixaba Kika Carvalho e o artista plástico Mulambö. A programação gratuita se encerra com o espetáculo “Escute as Feras”, com Maria Manoella e Lúcio Maia.
Estudantes, professores, artistas e os mais diversos públicos podem chegar, ouvir, perguntar e conhecer de perto como diferentes artistas constroem suas obras e ideias. Ao longo do dia, também será possível visitar a Feira de Arte Indígena e conhecer uma seleção de títulos da Livraria Iça-Iça, no saguão do teatro.
Com o tema “Procuro-me: memória, presença e palavra”, a 9ª edição se propõe a construir conversas que percorram questões como identidade, linguagem, imagem e humor, tomando como ponto de partida as trajetórias e os processos criativos dos convidados. A curadoria é de Omar Salomão e Claudia Afonso, diretora do Museu Vale.
“Os Encontros criam uma oportunidade de contato direto com os artistas e com as questões que mobilizam seus trabalhos. Queremos que os públicos se sintam à vontade para participar das conversas, fazer perguntas e construir suas próprias relações com a arte”, explica Claudia Afonso, diretora do Museu Vale.
O tema desta edição foi inspirado em “Procuro-me”, obra de Lenora de Barros em que a artista aparece usando diferentes perucas e expressões. Reunidas em um cartaz que remete aos anúncios de pessoas procuradas, as fotografias substituem o tradicional “procura-se” por uma busca voltada para si mesma: “Procuro-me”. O jogo de palavras provoca questões sobre identidade, representação e as transformações que atravessamos ao longo do tempo.
“Quem sou? Quantos sou, fui, serei? Quantos posso ser? Como me vejo? O que me representa? Procuro-me. Quem? Foi essa a linha investigativa que usamos para o 9º Encontros com a Arte Contemporânea, seminário que carrega no próprio título a pergunta que escapa de qualquer resposta porque está sempre em movimento e sendo colocada em dúvida: o contemporâneo? Contemporâneo em relação a quê? Como se constrói, se representa, se encontra esse contemporâneo? Talvez perguntar o que é o contemporâneo seja perguntar quem somos, quem se é. Procurar-se é procurar o próprio tempo. É perder-se na procura do que nem sabemos o que é. Trazemos aqui uma captura, sempre provisória, do agora.”, escreve Omar Salomão no texto curatorial.
Memória, palavra e humor atravessam as conversas
A programação começa às 10h, com Kika Carvalho e Mulambö, na mesa “Escritas do tempo”, mediada por Isabela Baltazar. A conversa aborda como os dois artistas, nomes em ascensão no panorama nacional das artes plásticas, trabalham a partir de uma criação artística que constrói, acumula e preserva memórias.
Às 14h, Lenora de Barros participa de “Trajetória”, em conversa com Omar Salomão. O encontro percorre uma produção artística de quase 50 anos marcada pelo trânsito entre texto, fotografia, vídeo e voz e pelas possibilidades de sentido que surgem entre palavras, imagens e silêncios.
Às 17h, o humor vira assunto e também linguagem. O desenhista Pedro Vinicio e o ator, roteirista e cartunista Daniel Furlan (de Choque de Cultura e Falha de Cobertura) participam, com mediação de Flavia Dalla Bernardina, da mesa “Mantendo o caos e a ordem / Mantendo o caos em ordem / Mantendo em ordem o caos”. A conversa passa por processo criativo, relações entre arte e vida, imagem e texto, humor e existência. Como escreveu Tunga: “Sempre gostei de bagunça. Não de ordem nem desordem. Bagunça. O que tenho à mão vou mexendo até perder, para depois achar de novo.”
A programação termina às 20h, com a itinerância da peça “Escute as Feras”, adaptação para o palco do livro homônimo da antropóloga francesa Nastassja Martin. Protagonizado por Maria Manoella, o espetáculo tem direção musical e trilha executada ao vivo pelo guitarrista Lúcio Maia.
A obra coloca em cena questões sobre fragilidade humana e as fronteiras entre corpo, identidade e natureza, ampliando para o teatro as indagações que percorrem esta edição dos Encontros. O espetáculo será seguido de uma conversa com a artista. A apresentação da programação ao longo do dia será de Matysha Matielo.
Museu Vale também ocupa a Ufes com exposição “Passagem”
Além da programação dos Encontros com a Arte Contemporânea, o Museu Vale também está presente na Ufes com a exposição Passagem, em cartaz na Galeria de Arte Espaço Universitário (Gaeu) até 30 de outubro. Realizada em parceria com a universidade, a mostra reúne artistas selecionados pelo Edital Convocatória de Programação Museu Vale 2026 e convidados da cena artística capixaba, com trabalhos que transitam por desenho, fotografia, instalação, vídeo, performance e escultura. Com curadoria de Isabella Baltazar, a exposição aproxima diferentes pesquisas e trajetórias da produção contemporânea do Espírito Santo e amplia a programação cultural do Museu na universidade.
Serviço
9ª edição dos Encontros com a Arte Contemporânea — Museu Vale
Tema: Procuro-me: memória, presença e palavra
Data: 13 de outubro de 2026
Horário: das 10h às 21h30
Local: Teatro Universitário da Ufes, em Vitória
Entrada: gratuita
Público: estudantes, professores, artistas e demais interessados em arte e cultura
Curadoria: Omar Salomão e Claudia Afonso
Apresentação: Matysha Matielo
Atividades paralelas: Feira Indígena e Feira de Livros
Programação
10h às 12h | Escritas do tempo
Com Kika Carvalho e Mulambö
Mediação de Isabela Baltazar
14h às 15h30 | Trajetória
Com Lenora de Barros
Mediação de Omar Salomão

Leia mais:  Puxado pela Festa da Penha, turismo do ES cresce em abril e registra melhor resultado em 15 anos
Continue lendo

Entretenimento

Anitta: Fui arrogante de achar que Lula ganharia no 1º turno

Publicado

A cantora Anitta disse que pensou que o presidente Lula (PT) venceria no primeiro turno. A artista manifestou apoio ao petista por meio das redes sociais.

Anitta disse que foi ingênua. Ela também apontou arrogância por acreditar na vitória de Lula.

No vídeo, a artista destacou sua surpresa com o resultado do primeiro turno. Ela também criticou o movimento de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao filho dele, o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

– Este ano fui bem ingênua, estava convicta que o Lula ia ganhar no primeiro turno. Por uma arrogância minha de achar que em 2026 a maioria do país ainda daria credibilidade ao bolsonarismo. Mas eu estava errada. É importante reconhecer.

.

 

Leia mais:  Pai de Fernanda Lima morre após complicações da covid-19
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana