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Segurança

Operação Caminhos Seguros 2026 intensificam ações contra crimes infantis em operação no Espírito Santo

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A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), em conjunto com a Polícia Civil (PCES) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), continua realizando a Operação Caminhos Seguros 2026 em diferentes regiões capixabas. A mobilização tem como foco combater a violência e a exploração sexual de crianças e adolescentes por meio de ações preventivas, educativas e fiscalizações em locais considerados vulneráveis.

A operação conta com equipes especializadas da área de Direitos Humanos da PMES, além do apoio de policiais militares dos batalhões e companhias de cada município atendido. A atuação integrada busca ampliar o alcance das abordagens e fortalecer a proteção ao público infantojuvenil.

Até o momento, as ações já passaram por cidades como Viana, Serra, Linhares e São Mateus. Durante a programação, são realizadas fiscalizações em rodovias, orientações à população, palestras em escolas e abordagens preventivas em pontos estratégicos.

Em uma das operações realizadas na BR-101, na Serra, os agentes prenderam um homem que possuía mandado de prisão em aberto por estupro de vulnerável. O suspeito foi identificado durante uma fiscalização em um ônibus interestadual. Após consulta aos sistemas de segurança, foi confirmada a condenação judicial, e o indivíduo foi encaminhado às autoridades responsáveis.

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Além do combate direto aos crimes, a operação também pretende conscientizar a população sobre a importância das denúncias e da proteção de crianças e adolescentes. Segundo as forças de segurança, a integração entre os órgãos permite ampliar o monitoramento em rodovias estaduais e federais, agilizando investigações e o cumprimento de mandados judiciais.

A Operação Caminhos Seguros segue com novas ações previstas em diferentes pontos do Espírito Santo até o dia 18 de maio.

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Segurança

Carro invade bar após acidente em Coqueiral de Itaparica em Vila Velha

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Um acidente entre dois carros terminou com um dos veículos atingindo um bar em Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha. A colisão aconteceu na manhã deste sábado (16), na Avenida Saturnino Rangel Mauro, próximo ao cruzamento com a Rua Humberto Pereira.

Segundo informações apuradas pela reportagem da TV Vitória/Record, no momento da acidente, o carro branco seguia pela Avenida do Novo Binário, no sentido Jockey de Itaparica, enquanto o outro veículo trafegava em direção ao Parque das Gaivotas.

O condutor do veículo estava sozinho no momento da colisão. O homem, de 48 anos, trabalha como servidor público e seguia para um jogo de futebol.

Já o motorista do segundo carro, segundo a Polícia Militar, foi socorrido para um hospital com dores em um dos ombros e em uma das pernas. O condutor tem 36 anos, é engenheiro e seguia para o trabalho.

O que diz a Guarda de Vila Velha?

Por meio de uma nota a Guarda de Vila Velha informou que, a semáforo localizado no cruzamento das avenidas Humberto Pereira e Saturnino Rangel Mauro apresentou instabilidade durante a madrugada, em razão da chuva, e passou a operar no modo piscante.

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Uma equipe de manutenção está no local realizando os reparos necessários para restabelecer o funcionamento do equipamento.

A Guarda Municipal de Vila Velha foi acionada para atender a ocorrência. Contudo, ao chegar ao local, os agentes verificaram que uma equipe da Polícia Militar já realizava o atendimento. Uma das pessoas envolvidas no acidente já havia sido socorrida e, posteriormente, militares do Batalhão de Trânsito da PM assumiram a ocorrência.

Guarda de Vila Velha

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Segurança

Com medo da violência, 41% das mulheres dizem que deixaram de sair à noite, segundo Datafolha

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O medo da violência atinge muito mais as mulheres do que os homens e levou 40,9% delas a deixar de sair à noite no último ano —para eles, o percentual é de 29,8%. É o que aponta a pesquisa “Os gatilhos da insegurança”, feita pelo Datafolha e divulgada no último domingo (10).

A pesquisa foi encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O instituto entrevistou presencialmente 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios do país.

No geral, 96,2% dos entrevistados disseram ter medo de ao menos 1 das 13 situações apresentadas na pesquisa. Outros 3,8% responderam não ter medo. A margem de erro nesses casos varia entre 0,8 e 4,2 pontos percentuais.

 

O medo de ser vítima de um golpe ou de perder dinheiro pela internet ou celular foi citado por 83,2%. A menção ao medo de ser roubado à mão armada atingiu 82,3%.

O receio de ser morto durante um assalto acumulou 80,7%, e o de ter o celular furtado ou roubado, 78,8%.

Quando os dados são divididos por gênero, entre as mulheres atingem o maior percentual o medo de ser roubada à mão armada e o de cair em golpes digitais, ambos com 86,6%.

Também superam a faixa dos 80% entre elas as seguintes situações: o de ser morta durante um assalto (86,2%), de ter o celular roubado ou furtado (83,6%), de ser vítima de agressão sexual (82,6%), de ser vítima de bala perdida (82,3%), de ter a residência invadida ou arrombada (82,6%), de ser roubada ou assaltada na rua (83,2%).

No caso dos homens, nenhuma das situações chegou a 80%. As mais próximas foram o medo de ser vítima de golpes digitais (79,6%) e de ser roubado à mão armada (77,7%).

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Os entrevistados pelo Datafolha também responderam se alteraram seu comportamento em razão do medo. O maior percentual, de 36,5%, é daqueles que disseram ter mudado de percurso. Além disso, 35,6% afirmaram que deixaram de sair à noite e 33,5% responderam que deixaram o celular em casa por medo de ser assaltado.

O medo da violência tem reflexo direto sobre o cotidiano delas.

Segundo o Datafolha, 40,9% das entrevistadas disseram que deixaram de sair à noite nos últimos 12 meses por medo da violência e 37,8% que não foram às ruas com o celular por medo de assalto. Nos dois casos, os percentuais são menores para as respostas dos homens, 29,8% e 28,9%, respectivamente.

Segundo o Fórum Brasileiro, “o mapa feminino do medo incorpora, no centro da percepção de insegurança, uma ameaça que para os homens não ocupa lugar equivalente”.

“Em termos analíticos”, acrescenta a instituição, “isso significa que a experiência feminina da insegurança é mais totalizante: ela atravessa a rua, a casa, o corpo e a rotina”.

Os números sobre o medo da violência entre as mulheres vêm ao mesmo tempo em que o registro de feminicídios aumenta no Brasil.

Dados disponibilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no início de maio apontam para um aumento de 7,5% no registro de crimes de feminicídio no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado.

Foram 399 mulheres mortas entre janeiro e março de 2026, o maior número para um primeiro trimestre nos 11 anos de série histórica. No ano passado, no mesmo período, foram 371 vítimas.

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A maior quantidade absoluta de vítimas de feminicídios por estado foi registrada em São Paulo, com 86 vítimas, o que representou um recorde local. Nas demais cidades paulistas, o aumento foi de 41% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Parte dos casos ganhou repercussão nacional, a exemplo do episódio envolvendo Tainara Souza Santos, 31. Ela morreu depois de ficar 25 dias internada após ter sido atropelada e arrastada por um quilômetro por um homem apontado como ex-companheiro dela. Durante a internação, teve as duas pernas amputadas.

Foi também em São Paulo que morreu a policial militar Gisele Alves Santana, 32. O coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto está preso sob suspeita de ter cometido o crime.

A escalada de violência contra a mulher em território paulista levou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a anunciar no mês passado um pacote de medidas em busca de combater o problema.

As ações incluem a entrega de 69 salas DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) em plantões policiais nos próximos meses e a criação de um plano de metas decenal contra a violência doméstica.

Outra medida é a assinatura de termos de cooperação para ampliar a atuação integrada no enfrentamento à violência.

Um dos acordos viabiliza o Circuito Integrado SP Por Todas, iniciativa que levará atendimento itinerante a mulheres em situação de violência doméstica, reunindo serviços de acolhimento, orientação e encaminhamento.

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