conecte-se conosco


Política e Governo

Pazolini cumpre agenda em Linhares e destaca demandas por saúde, educação e segurança

Publicado

O candidato ao Governo do Espírito Santo Lorenzo Pazolini (Republicanos) cumpriu uma série de agendas em Linhares nesta sexta-feira (4). Durante as atividades, ele percorreu bairros, conversou com moradores, comerciantes e representantes do setor produtivo e apresentou propostas relacionadas a áreas como educação, saúde, segurança e desenvolvimento econômico.

A agenda começou pela manhã na feira livre do bairro BNH, ao lado do Parque de Exposições de Linhares. Segundo a assessoria do candidato, Pazolini conversou com feirantes, trabalhadores e moradores e ouviu demandas relacionadas aos serviços públicos e às oportunidades de trabalho.

 

 

De acordo com a campanha, durante os encontros, moradores também citaram ações implementadas pela gestão de Pazolini em Vitória e defenderam que iniciativas semelhantes sejam ampliadas para outros municípios do Estado.

Entre os temas mencionados estiveram investimentos em educação, saúde e segurança, além de programas de qualificação profissional, geração de renda e políticas voltadas à proteção e autonomia das mulheres.

“Mais do que cumprimentos, as conversas revelaram expectativas. Mais uma vez, moradores pediram a Pazolini que leve para todo o Espírito Santo experiências implantadas em Vitória”, informou a assessoria.

Leia mais:  OAB-ES inaugura primeira Sala OABaby do Espírito Santo em Guarapari

O candidato afirmou que a receptividade em Linhares reforça a percepção de que moradores de diferentes regiões do Estado desejam ter acesso a serviços e oportunidades semelhantes.

“Não existe capixaba de primeira ou de segunda categoria. Quem mora em Linhares, ou em qualquer município do Espírito Santo, merece educação de qualidade, saúde que funcione, segurança, oportunidade para trabalhar, se qualificar e construir uma vida melhor”, declarou.

 

Caminhadas e encontro com setor produtivo

Após a passagem pela feira, Pazolini seguiu para o Centro de Linhares, onde participou de uma caminhada motorizada. Segundo a campanha, durante o percurso, ele conversou com moradores e comerciantes e recebeu manifestações sobre demandas do município e expectativas para o futuro do Estado.

À tarde, o candidato participou do evento Valorize Linhares, realizado na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O encontro reuniu representantes do setor produtivo e teve como foco temas como desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda e fortalecimento do comércio.

Na ocasião, Pazolini defendeu a criação de condições para estimular empreendedores e trabalhadores e ampliar a geração de oportunidades.

Leia mais:  Gandini cobra faixa azul nas praças de pedágio da BR-101 para dar mais segurança a motociclistas

A agenda em Linhares foi encerrada no bairro Aviso, com outra caminhada motorizada. Conforme a assessoria, o candidato voltou a ouvir moradores e recebeu pedidos relacionados à melhoria dos serviços públicos e à proximidade da administração estadual com os municípios.

“Governar exige presença. Exige ouvir, olhar nos olhos e entender que por trás de cada pedido existe uma família esperando uma resposta”, afirmou Pazolini.

publicidade

Política e Governo

Editorial – Marcos do Val: A voz do Espírito Santo que não se cala

Publicado

O Espírito Santo vai às urnas em 2026 com uma decisão que vai além de escolher um nome. É uma decisão sobre que tipo de representação o nosso estado quer ter em Brasília.

De um lado, o conformismo. Do outro, a coragem de questionar.

Marcos Do Val (Avante/ES) escolheu não se calar. Enquanto muitos preferem o caminho seguro do silêncio diante das instituições mais poderosas do país, ele decidiu fazer o que o mandato de senador existe para fazer: fiscalizar, questionar, colocar limites onde ele entende que os limites foram ultrapassados.

Isso tem custado caro a ele. Enfrentar o Supremo Tribunal Federal e a atuação do ministro Alexandre de Moraes não é posição confortável. É posição de quem está disposto a pagar um preço pessoal por uma convicção.

 

 

O Senado não pode virar um coral de aplausos

Se todos os senadores concordarem com tudo, para que servem? A função do Legislativo é exatamente esta: ser o freio, o contrapeso, a voz que pergunta “isso pode?” quando o poder se expande além do que a Constituição permite. Marcos Do Val é essa voz no Espírito Santo.

Leia mais:  OAB-ES inaugura primeira Sala OABaby do Espírito Santo em Guarapari

Reeleger Marcos do Val é dizer, com o voto, que o poder — qualquer poder — precisa ter limites. Que discordar de uma decisão do STF não é crime, é democracia. Que o Espírito Santo não aceita ser representado por quem se cala diante do poder. Que as instituições existem para servir o povo, não o contrário.

O eleitor não precisa concordar com Marcos Do Val em cada detalhe. Mas se acredita que o Brasil precisa de mais gente disposta a questionar e menos gente disposta a se calar, o seu voto tem nome em 2026. A resposta não estará nas redes sociais. Estará nas urnas.

Continue lendo

Política e Governo

Apex pede bloqueio de R$ 23,2 milhões em bens e contas de Fernando Cinelli

Publicado

Segundo a Apex, uma nova análise identificou 298 lançamentos financeiros em favor de Cinelli. O maior grupo reúne 43 transferências sem contrato localizado, no total de R$ 17,23 milhões

 

A Apex Partners pediu à Justiça que amplie para R$ 23.253.168,34 o bloqueio de bens e valores do ex-presidente do grupo, Fernando Cinelli. A empresa protocolou o pedido nesta quinta-feira (3), na Vara de Recuperação Judicial e Falência de Vitória. A restrição patrimonial anterior considerou uma apuração inicial de R$ 5,9 milhões. 

Segundo a Apex, uma nova análise identificou 298 lançamentos financeiros em favor de Cinelli. O maior grupo reúne 43 transferências sem contrato localizado, no total de R$ 17,23 milhões. A empresa também cita R$ 2,57 milhões em pagamentos antecipados, R$ 1,83 milhão em remunerações de conselheiro e administrador, R$ 1,56 milhão ligado ao fundo Propósito Previdência e R$ 53,2 mil em tributos pessoais que teriam saído do caixa de empresas do grupo.

Cinelli alegou à Justiça que perdeu o acesso aos documentos da Apex depois de seu afastamento e que precisa desse material para reconstruir os fatos. Ele apresentou explicações para um aporte de R$ 900 mil no fundo Propósito Previdência e para transferências relacionadas à participação do bloco Apex/Carbyne na CVC. 

Leia mais:  Casagrande anuncia asfalto em São Mateus, atendendo pedido de Freitas e Da Vitória

A Apex rebateu a defesa e afirmou que o ex-presidente não explicou mais de R$ 17 milhões em movimentações. Disse ainda que o presidente afastado fez um “verdadeiro malabarismo” com as contas.

 

Os pretensos esclarecimentos denotam verdadeiro malabarismo argumentativo e um curioso silêncio quanto à grande maioria das movimentações financeiras ora denunciadas.

Pedido de bloqueio enviado pela Apex à Justiça

Operações com CVC e previdência no centro da disputa

No caso da CVC, Cinelli sustentou que parte do dinheiro ajudou a manter margens e garantias da posição acionária do bloco Apex/Carbyne. A Apex contestou essa versão porque a BRM Carbyne Voyage já detinha 13,62% das ações da companhia, acima da participação de referência de 11% prevista no acordo. 

A petição também aponta uma transferência de R$ 1,1 milhão em 14 de maio, embora o aporte apresentado pela defesa fosse de R$ 1 milhão, além de outra movimentação de R$ 3 milhões no dia seguinte.

A disputa também envolve R$ 900 mil destinados ao Propósito Previdência. Cinelli afirmou que o aporte serviu para cobrir uma necessidade de liquidez do fundo e que a operação precisava ocorrer por meio de uma pessoa física. A Apex argumentou que a ABM Partnership não tinha obrigação contratual ou vínculo econômico com o fundo. Segundo a empresa, o dinheiro passou por um plano de previdência privada contratado em nome do próprio Cinelli.

Leia mais:  Pazolini mantém liderança em pesquisa para Prefeitura de Vitória

Ao final, a Apex pede que a Justiça mantenha a restrição patrimonial já determinada e amplie as buscas e bloqueios até o limite de R$ 23.253.168,34. A empresa classifica as operações como desvios patrimoniais, mas essa afirmação representa a acusação apresentada no processo, e não uma conclusão definitiva da Justiça. 

Caberá ao juiz, agora, avaliar os documentos, os argumentos de Cinelli e as manifestações do Ministério Público antes de decidir sobre o novo valor.

 

O outro lado

A assessoria de Fernando Cinelli informou que o executivo sempre exerceu suas funções com seriedade e transparência. Reiterou ainda o “comprometimento com a elucidação do caso”. Veja abaixo a nota na íntegra:

Os fatos não sustentam tal medida. Sob o comando de Fernando Cinelli, que sempre exerceu suas funções executivas com seriedade e transparência, todas as contas da Apex foram aprovadas por unanimidade. Reiterando seu comprometimento com a elucidação do caso, Cinelli defende a necessidade de uma apuração documental independente sobre os dados relacionados às empresas e a cadeia de informações e decisões dentro do grupo. Demais esclarecimentos serão prestados nos autos.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana