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Segurança

Preso por feminicídio de miss se enforca na cadeia, diz polícia

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Endreo Lincoln Ferreira da Cunha usou bermuda para tirar a própria vida

Endreo Lincoln Ferreira da Cunha foi preso em flagrante por ter matado a namorada, a modelo Ana Luiza Mateus. Ele cometeu suicídio na cela da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro.

Endreo se enforcou usando a própria bermuda e o local passou por perícia no início da noite. Por meio de uma nota, a delegacia informou que “segue adotando todas as medidas necessárias para o completo esclarecimento dos fatos”.

O local do suicídio passou por perícia no início da noite. O suspeito tinha apresentado na delegacia o documento do irmão.

– A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) informa que o homem preso em flagrante pelo feminicídio de Ana Luiza Mateus Souza foi encontrado morto no interior de sua cela. As primeiras informações apontam que ele tirou a própria vida por meio de asfixia, utilizando tecido da roupa. No curso das investigações, foi constatado ainda que o indivíduo utilizava documento de identificação em nome do irmão, fato posteriormente confirmado por perícia técnica. A Polícia Civil segue adotando todas as medidas necessárias para o completo esclarecimento dos fatos – diz a nota da polícia.

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De acordo com o delegado Renato Martins, Endreo se disse culpado pela morte de Ana Luiza.

– Ele diz que não foi ele que fez, mas que ele é o culpado. Ele falou uma série de impropérios pra ela, xingou disso, daquilo outro, diminuiu a pessoa dela como mulher, aquele aspecto de violência moral, de violência contra a mulher, extremamente abusivo. E ele diz apenas o seguinte: ‘eu sou o culpado, independentemente de eu ter feito ou não alguma coisa, eu sou o culpado disso tudo’. Essas são as palavras dele – relatou Martins.

Ana Luiza Mateus tinha 29 anos. Ela foi encontrada morta após cair do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, nesta quarta-feira.

 

As informações são do G1.

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Segurança

Atendente leva tapas de motorista em pedágio em Guarapari

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Uma funcionária de uma praça de pedágio em Guarapari, no Espírito Santo, foi vítima de agressão física e moral enquanto trabalhava. O caso aconteceu na tarde da última segunda-feira (20) e foi repudiado publicamente pela concessionária Ecovias Capixaba.

Segundo a concessionária, a mulher realizava atendimento em uma cabine de cobrança automática quando um motorista acessou o local com a intenção de pagar em dinheiro.

Durante a situação, ao ser informado de que a cabine aceitava apenas cartão ou Pix, o usuário demonstrou insatisfação e alegou falta de sinalização.

Ainda segundo a empresa, mesmo após a funcionária esclarecer que havia comunicação visual indicando as formas de pagamento, o homem reagiu de forma agressiva. Ele desferiu dois tapas no rosto da trabalhadora, que ficou em estado de choque.

A vítima foi prontamente retirada do local, recebeu atendimento médico e está sendo acompanhada com suporte psicológico.

Em nota publicada nas redes sociais, a Ecovias Capixaba informou que está adotando todas as medidas cabíveis para a apuração rigorosa dos fatos e a responsabilização do agressor. A empresa também destacou que está prestando toda a assistência necessária à colaboradora.

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A concessionária reforçou ainda que não tolera qualquer forma de violência, intimidação ou desrespeito, e ressaltou o compromisso com a segurança física e emocional de seus funcionários.

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Segurança

Homem em situação de rua é incendiado enquanto dormia na Serra

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Um homem em situação de rua foi atacado e teve o corpo incendiado enquanto dormia na Praça dos Pescadores, em Nova Almeida, na Serra, na madrugada desta terça-feira (21).

De acordo com informações da Polícia Militar, o ataque aconteceu quando a vítima estava deitada próxima a uma castanheira, árvore que costuma servir de referência para pessoas em situação de rua que permanecem no local.

Testemunhas relataram que o suspeito teria se aproximado carregando um galão e, em seguida, ateado fogo no corpo do homem. A violência do ataque chamou a atenção de quem passava pela região, especialmente por ocorrer em uma área considerada tranquila e também próxima a um departamento policial.

Uma pessoa que presenciou a cena correu até a unidade policial e acionou a Polícia Militar. Os agentes chegaram rapidamente ao local e encontraram a vítima em chamas. Para escapar do fogo, o homem tentou retirar as próprias roupas, enquanto recebia auxílio dos policiais, que conseguiram conter o fogo.

Mesmo com queimaduras pelo corpo, a vítima estava consciente e conseguiu conversar com as equipes. Ele afirmou que não viu o agressor, já que estava dormindo no momento do ataque, e não soube apontar qualquer motivação para o crime.

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Após o atendimento inicial, o homem foi encaminhado para um hospital da Serra, onde permanece sob cuidados médicos. A Polícia Civil informou que o caso será investigado pela Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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