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Política Nacional

Redes Sociais: a nova praça pública que define eleições – e pode decidir o senado no ES

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As redes sociais deixaram de ser apenas canais de comunicação para se tornarem a principal arena do debate político no Brasil. Hoje, é nelas que pautas ganham força, narrativas são construídas e eleitores formam opinião em tempo real, muitas vezes antes mesmo de qualquer cobertura tradicional.

Plataformas como Instagram, YouTube e X transformaram políticos em comunicadores diretos, capazes de falar com milhões de pessoas sem intermediários. Esse contato direto fortalece lideranças, amplia alcance e cria uma conexão contínua com a população — algo que, em eleições majoritárias, pode ser decisivo.

No Espírito Santo, essa realidade ganha ainda mais peso na disputa pelo Senado em 2026. Diferente de eleições proporcionais, onde o voto pode ser mais pulverizado, a corrida ao Senado exige densidade eleitoral, visibilidade e capacidade de mobilização em larga escala. E é exatamente isso que uma presença digital forte proporciona.

Políticos que dominam as redes não apenas informam: eles influenciam, engajam e mobilizam. Lives, vídeos curtos, posicionamentos rápidos e interação direta com seguidores se tornaram ferramentas estratégicas para consolidar apoio e pautar o debate público. Em muitos casos, o alcance digital supera, com folga, os meios tradicionais.

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Nesse cenário, nomes com forte presença online saem na frente. O senador Marcos Do Val é um exemplo claro dessa dinâmica, com uma base expressiva de seguidores e alto engajamento, conseguindo levar sua mensagem a milhões de brasileiros e influenciar diretamente o eleitorado.

Mais do que tendência, as redes sociais são hoje um fator estrutural das campanhas. Ignorar esse ambiente é abrir mão de disputar corações e mentes onde a opinião pública, de fato, está sendo formada.

Na eleição de 2026 para o Senado Federal, especialmente no Espírito Santo, não basta ter discurso — é preciso ter alcance. Porque, na política contemporânea, quem domina a comunicação, larga na frente. E quem consegue transformar seguidores em eleitores, pode decidir uma eleição.

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Política Nacional

Posse de presidente não será dia 1º de janeiro; entenda o motivo

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Cerimônia acontece tradicionalmente neste dia desde 1995

A partir de 2027, as datas de posse dos chefes do Executivo serão alteradas conforme a Emenda Constitucional nº 111/2021. O presidente e o vice-presidente da República assumirão os cargos em 5 de janeiro, em tradicional cerimônia em Brasília. Os governadores tomarão posse no dia seguinte, em 6 de janeiro.

A mudança visa facilitar a logística de autoridades e do público, que antes precisavam se deslocar logo após as festas de Ano-Novo. A atualização também tem como objetivo conter custos, levando em conta que passagens e hospedagens ficam mais caras nesse período.

Além disso, o novo cronograma permite que governadores eleitos compareçam à cerimônia presidencial em Brasília. Anteriormente, as posses ocorriam simultaneamente no dia 1º de janeiro, regra estabelecida pela Constituição Federal de 1988.

As regras para os demais cargos eletivos permanecem as mesmas, sem sofrer alterações pela nova emenda. Prefeitos continuam assumindo em 1º de janeiro, enquanto deputados e senadores iniciam seus mandatos em 1º de fevereiro.

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A decisão foi aprovada pelo Congresso Nacional em 2021. Desde a posse de Fernando Henrique Cardoso, em 1995, a cerimônia acontecia no primeiro dia do ano. Antes, Fernando Collor de Mello havia tomado posse em 15 de março de 1990, seguindo a Constituição de 1946, enquanto o país ainda vivia uma transição para a nova Constituição.

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Política Nacional

Mendonça vota para manter prisão de ex-presidente do BRB

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para manter as prisões preventivas de investigados no caso do Banco Master. Entre os presos, está o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa.

Mendonça é o relator do processo e determinou as prisões na semana passada.

O caso está no plenário virtual da Segunda Turma da Corte que começou nesta quarta-feira (22), às 11 horas, e vai até as 23h59 de sexta (24).

Além de Mendonça, integram o colegiado os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Kássio Nunes Marques.

*AE

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