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Segurança

Realizada em 12 estados, operação combate o comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento

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Ação da Polícia Federal, com apoio da Anvisa, mirou a cadeia de produção e distribuição irregular de substâncias de uso injetável

O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou, na terça-feira (7), a Operação Heavy Pen, realizada pela Polícia Federal (PF), com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 12 estados.
 

A operação teve como foco o enfrentamento de grupos envolvidos na cadeia ilícita de medicamentos e insumos farmacêuticos destinados ao emagrecimento, desde a importação fraudulenta até a distribuição e comercialização irregular de substâncias de uso injetável.
 

Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além da realização de 24 ações de fiscalização, nos estados do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Amapá e Santa Catarina.
 

As ações concentraram-se em produtos à base de princípios ativos como semaglutida e tirzepatida, amplamente utilizados em tratamentos para obesidade, além de substâncias correlatas, como a retatrutida, ainda sem autorização para comercialização no Brasil.
 

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LABORATÓRIOS, CLÍNICAS E EMPRESAS – Durante as diligências, também foram fiscalizados estabelecimentos como laboratórios de manipulação, clínicas estéticas e empresas que atuam à margem da regulação sanitária, com produção, fracionamento ou comercialização de medicamentos sem registro ou de origem desconhecida.
 

INVESTIGAÇÕES EM CURSO – Os elementos colhidos subsidiarão investigações em curso. As condutas investigadas podem caracterizar crimes relacionados à falsificação e comercialização irregular de medicamentos, além de contrabando.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Segurança

Mãe é denunciada por tentativa de homicídio após dar veneno para filho no ES

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Uma mulher de 30 anos foi denunciada por tentativa de homicídio qualificado por envenenamento após misturar “chumbinho” na comida do próprio filho, de apenas 4 anos, no Espírito Santo.

O caso aconteceu em 2023. Além do menino, a mulher também era mãe de outras duas crianças, que tinham 6 e 9 anos na época. Diante da gravidade do caso e para preservar a identidade das vítimas, os nomes da mãe, das crianças e da cidade não serão divulgados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Documentos da Polícia Civil obtidos pela reportagem da TV Vitória/Record mostram relatos e imagens que apontam que a mulher teria colocado o veneno na alimentação do filho. No vídeo, ela tenta oferecer a comida à criança, enquanto a filha mais velha grita dizendo que “é veneno”.

As investigações apontam que o menino não chegou a ingerir o alimento porque foi alertado pela irmã. Ainda assim, segundo a polícia, a mãe teria insistido para que ele comesse.

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As imagens foram enviadas pela própria suspeita a familiares por meio das redes sociais e, posteriormente, encaminhadas à Polícia Civil e ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que passaram a acompanhar o caso.

Conselho Tutelar encontrou casa em situação precária

Segundo os documentos obtidos pela reportagem, conselheiros tutelares encontraram a residência em condições precárias, com acúmulo de sujeira e crianças com sinais de falta de higiene.

Os relatos também apontam que os menores teriam sido vistos “pegando comida no lixo” e indo “sujos para a escola”.

Uma testemunha afirmou que a escola das crianças chegou a entrar em contato para relatar que os alunos frequentemente apareciam com roupas muito sujas e buscavam alimentos no lixo.

Mulher negou intenção de matar os filhos

Em depoimento à polícia, a mulher confirmou ter gravado os vídeos, mas alegou que, apesar de a embalagem indicar “chumbinho”, o conteúdo seria, na verdade, um doce de amendoim.

Ela negou que tivesse intenção de matar os filhos e afirmou que queria “chantagear” o companheiro para que ele voltasse para casa após uma discussão. A suspeita também disse que, no dia das gravações, havia ingerido bebida alcoólica, estava sem dormir e sob efeito de cocaína.

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Ainda em depoimento, a mulher relatou manter uma relação conturbada com o companheiro, afirmou já ter sido esfaqueada por ele e admitiu que descontava a raiva nos filhos.

Após o caso, as três crianças passaram a viver com um dos avôs.

O Ministério Público também apontou possível negligência por parte de conselheiros tutelares, que, segundo o órgão, deveriam ter realizado o acolhimento emergencial imediato dos menores.

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Segurança

Mulher é morta a tiros pelo marido horas após casamento; filhos presenciaram crime

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Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros pelo próprio marido horas após o casamento em Campinas, no interior de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, uma discussão entre o casal durante a confraternização evoluiu para agressões físicas até que o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, sacou uma arma e atirou contra a esposa, Nájylla Duenas Nascimento. O caso ocorreu na noite de sábado (9).

De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu diante de convidados da festa e dos três filhos da vítima, de 15, 12 e 8 anos. O adolescente mais velho publicou homenagens para a mãe nas redes sociais após o feminicídio e escreveu: “Quero justiça!”.

Segundo testemunhas, o casal iniciou uma briga ainda durante a comemoração. Em meio à confusão, Daniel deixou o local temporariamente e retornou armado. A Polícia Civil informou que ele efetuou seis disparos contra Nájylla.

Ainda conforme o registro policial, antes dos tiros houve luta corporal entre os dois. O guarda também teria usado a arma funcional para agredir a esposa. Mesmo ferida, a vítima voltou a ser atacada após o suspeito retornar ao imóvel.

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Nájylla chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no local.

Após o crime, Daniel fugiu levando a filha de 7 anos do casal. Horas depois, ele acionou a Guarda Municipal e se entregou às autoridades. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas.

Prisão preventiva foi decretada

O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou neste domingo (10) que a prisão em flagrante do guarda municipal foi convertida em prisão preventiva. Com isso, ele seguirá preso enquanto responde pelo crime.

Daniel Barbosa Marinho integra a Guarda Municipal de Campinas desde 1998 e atualmente exercia funções administrativas em uma das bases operacionais da corporação.

Em nota, a Guarda Municipal informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria e que serão instaurados procedimentos administrativos para apurar a conduta do agente.

“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação.

Filhos presenciaram o crime

Segundo a investigação, os filhos de Nájylla estavam na confraternização e testemunharam o momento em que a mãe foi atacada pelo padrasto.

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Vizinhos relataram à polícia que o relacionamento do casal era marcado por desentendimentos frequentes.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo.

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