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Internacional

Trem de pouso de avião quebra e deixa feridos no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha

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Acidente aconteceu antes do embarque, quando a tripulação já estava na aeronave

Funcionários do aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, ficaram feridos após o trem de pouso dianteiro de um avião de modelo Boeing 787 ceder nesta quinta-feira (4), por volta das 12h45 — 7h45 no horário de Brasília.

A aeronave pertence à companhia aérea Lufthansa, que confirmou o ocorrido, e embarcaria para Los Angeles, nos Estados Unidos. Segundo informações do g1, no momento do acidente, o embarque ainda não havia começado, mas membros da tripulação e da equipe de solo da empresa já estavam dentro do avião.

Após o colapso do trem de pouso, o avião ficou parcialmente tombado. Em um pronunciamento enviado por e-mail para a imprensa, um porta-voz da Lufthansa afirmou que, no momento do acidente, os passageiros ainda não haviam embarcado, e que “vários funcionários ficaram feridos e estão recebendo tratamento médico”.

A companhia ainda afirmou que está “investigando as circunstâncias do incidente junto às autoridades competentes”.

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Veja momento em que o trem de pouso quebra:

 

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Internacional

Trump publica fotos com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

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Nesta terça-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou fotos da visita do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), à Casa Branca. O encontro aconteceu no dia 26 de maio, em Washington D.C..

A reunião também contou com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.

No post, Trump destacou que foi muito bom receber o político brasileiro no Salão Oval.

— Foi muito bom receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — Um jovem inteligente que ama muito seu país, o Brasil! — escreveu o presidente americano.

Confira:

TAXAÇÃO

Em entrevista à Rádio Itatiaia, nesta terça-feira, Flávio Bolsonaro destacou que pediu diretamente ao presidente dos Estados Unidos que não adotasse medidas tarifárias contra empresas brasileiras. A declaração veio após o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propor a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, após a conclusão de uma investigação comercial que apontou práticas do governo brasileiro consideradas prejudiciais aos interesses americanos.

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De acordo com Flávio, o tema foi tratado em reuniões com Trump e integrantes do alto escalão do governo dos EUA.

– Nas três reuniões que nós tivemos, com o presidente Trump, o vice-presidente Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio, eu pedi expressamente: “Não taxem as empresas brasileiras”. É um pedido que eu fiz, expresso, a eles – declarou o senador.

A proposta apresentada pelo órgão comercial americano ainda não entrou em vigor e deverá passar por etapas de consulta pública antes de uma decisão final da Casa Branca. A investigação cita, entre outros pontos, questionamentos ao combate ao desmatamento ilegal e à aplicação de leis anticorrupção no Brasil.

Ainda durante a entrevista, Flávio reforçou que ainda há tempo para o governo brasileiro tentar reverter a medida por meio de negociações diplomáticas, já que a taxação só entraria eventualmente em vigor a partir de julho.

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Internacional

EUA concluem investigação e propõem taxar Brasil em 25%

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Recomendação do Escritório do Representante Comercial americano terá palavra final de Donald Trump

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre importações brasileiras após concluir uma investigação que apontou práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais americanos. A proposta foi divulgada nesta segunda-feira (1º) e ainda precisará passar por consultas públicas antes de uma decisão do presidente Donald Trump.

Segundo o relatório, o governo americano entende que determinadas políticas adotadas pelo Brasil seriam “irrazoáveis ou discriminatórias” e estariam restringindo o comércio dos Estados Unidos. A apuração foi conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado por Washington para investigar práticas comerciais de outros países.

Entre os pontos questionados pelos EUA estão decisões judiciais brasileiras relacionadas a plataformas digitais e redes sociais, favorecimento a concorrentes de empresas americanas no setor de pagamentos eletrônicos, acordos tarifários considerados vantajosos para países como México e Índia, falhas no combate à corrupção e na proteção da propriedade intelectual, além de críticas à política brasileira para o mercado de etanol e ao combate ao desmatamento ilegal.

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A proposta prevê algumas exceções. Produtos como materiais informativos, doações e determinados itens agrícolas, incluindo algumas carnes, frutas e café, ficariam fora da sobretaxa. De acordo com o USTR, a medida busca evitar possíveis problemas de abastecimento no mercado americano.

Antes de qualquer decisão final, o governo dos Estados Unidos terá um período para manifestações públicas. Comentários por escrito poderão ser enviados até 1° de julho, enquanto uma audiência está prevista para ocorrer em 6 de julho. Interessados em participar presencialmente deverão apresentar pedido até 22 de junho.

A investigação foi iniciada em julho do ano passado por determinação do presidente Donald Trump. Desde então, o tema das tarifas esteve presente em diferentes conversas entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), incluindo um encontro realizado na Casa Branca em maio.

 

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