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6 profissões promissoras para quem quer recomeçar depois dos 35 anos, segundo recrutadores

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Mudar de carreira depois dos 35 anos deixou de ser exceção e passou a ser estratégia para muitos brasileiros.

Com as transformações no mercado de trabalho e a busca por estabilidade, profissionais têm apostado em novas áreas com maior demanda e crescimento.

Segundo levantamentos de recrutadores e estudos de mercado, setores como tecnologia, finanças e marketing concentram as profissões mais promissoras nos próximos anos.

Essas áreas valorizam habilidades práticas, experiência de vida e capacidade de adaptação, fatores que favorecem quem deseja recomeçar.

Profissões em alta para quem quer mudar de área

Entre as opções mais indicadas por especialistas, algumas carreiras se destacam pela alta empregabilidade e potencial de crescimento:

  • Analista de dados:responsável por interpretar informações e apoiar decisões estratégicas; demanda cresce com a digitalização das empresas.
  • Profissional de marketing digital: atua com redes sociais, campanhas online e análise de resultados, área em expansão constante.
  • Desenvolvedor de software:uma das profissões mais requisitadas, com oportunidades inclusive para iniciantes com cursos rápidos.
  • Especialista em segurança da informação: protege dados e sistemas, função cada vez mais valorizada com o aumento de ataques digitais.
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Além disso, carreiras ligadas à gestão e negócios também aparecem entre as mais promissoras. Funções como analista financeirocontroller e gestor de projetos continuam em alta, especialmente em setores como energia, indústria e mercado financeiro.

Áreas humanas e criativas também ganham espaço

Embora a tecnologia lidere o crescimento, outras áreas também oferecem boas oportunidades para quem quer recomeçar. Profissões ligadas à saúde, educação e economia criativa continuam relevantes e com demanda crescente.

Nesse cenário, atividades que envolvem criatividade, comunicação e relacionamento com pessoas ganham destaque. A chamada economia criativa, por exemplo, movimenta diferentes setores e valoriza talentos em design, comunicação e produção de conteúdo.

Ao mesmo tempo, especialistas apontam que habilidades comportamentais, como comunicação, adaptabilidade e trabalho em equipe, são cada vez mais exigidas pelos recrutadores.

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Aposentadoria em 2026: veja as novas regras de pontos e idade mínima

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Como as regras da previdência mudaram, muita gente está na dúvida sobre quando finalmente vai poder descansar. Em 2026, o sistema de pontos e as idades mínimas passaram por novos ajustes, e entender onde você se encaixa é o primeiro passo para planejar sua aposentadoria sem erros.

A regra de transição por pontos é uma das mais utilizadas. Ela soma a sua idade com o tempo de contribuição. Para este ano, a pontuação exigida subiu, o que significa que é preciso fazer as contas com calma para saber se você já atingiu a meta ou se vale a pena esperar mais um pouco.

Além dos pontos, existem as regras de idade mínima progressiva. Para as mulheres e para os homens, o requisito subiu seis meses em relação ao ano passado. É um detalhe pequeno, mas que define se o pedido será aceito ou negado pela previdência social.

Planejar o momento certo de dar entrada no benefício pode fazer uma diferença enorme no valor final que você vai receber. Muitas vezes, contribuir por apenas mais alguns meses garante uma categoria de cálculo muito mais vantajosa para o resto da vida.

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Fique atento aos seus documentos e ao tempo de serviço registrado. Conferir se todos os períodos trabalhados estão corretos no sistema evita dores de cabeça e agiliza o processo de aprovação quando chegar a sua hora.

O que muda na pontuação e nas idades em 2026

Para quem está planejando a aposentadoria agora, o sistema de pontos exige 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens. Essa soma considera cada dia trabalhado e cada ano de vida, sendo uma das formas mais comuns de acesso ao benefício sem precisar atingir a idade máxima.

Já na regra da idade mínima progressiva, a exigência atual é de 59 anos e seis meses para as mulheres e 64 anos e seis meses para os homens. Esse aumento gradual acontece todo ano desde a última reforma e deve continuar subindo até atingir o teto estabelecido por lei.

É fundamental verificar se você possui períodos de trabalho que não constam no sistema oficial, como tempo rural ou trabalho em condições especiais. Regularizar esses dados agora pode antecipar a sua aposentadoria em alguns anos e garantir um valor mensal mais justo.

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Brasil

Novo Desenrola deve ampliar alcance e facilitar renegociação de dívidas com ate 90% de desconto

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O governo federal prepara uma nova versão do programa de renegociação de dívidas, conhecido como Desenrola, com mudanças na estrutura e nas regras de adesão. A proposta prevê ampliar a participação de instituições financeiras, simplificar o processo de negociação e alcançar mais brasileiros inadimplentes. O novo modelo ainda está em discussão com o setor financeiro e pode incluir pessoas com renda de até cinco salários mínimos, além de microempreendedores e pequenas empresas.

A principal mudança prevista é a substituição da plataforma centralizada utilizada na primeira edição por negociações realizadas diretamente nos canais dos bancos.

Na versão anterior, os devedores precisavam acessar um sistema do governo e participar de um processo semelhante a um leilão, no qual instituições financeiras disputavam oferecendo melhores condições.

Com o novo formato, a tendência é de redução de custos operacionais e maior facilidade para participação das instituições, especialmente bancos de pequeno e médio porte.

A expectativa é que essa simplificação amplie o alcance do programa em relação à edição de 2023.

Primeira edição renegociou bilhões em dívidas

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Segundo dados do Ministério da Fazenda, o Desenrola Brasil, lançado em 2023, permitiu a renegociação de cerca de R$ 53,2 bilhões em dívidas, beneficiando aproximadamente 15 milhões de pessoas.

Apesar do volume expressivo, o alcance ficou abaixo das expectativas iniciais, o que motivou a reformulação do programa.

A nova proposta busca ampliar o número de beneficiários e facilitar o acesso às condições de renegociação.

O objetivo é atingir uma parcela maior da população inadimplente, que segue em crescimento no país.

Regras ainda estão em discussão

Alguns pontos do novo programa ainda não foram definidos. Entre eles, estão os critérios de renda e o tempo mínimo de atraso das dívidas.

O governo avalia incluir consumidores com dívidas a partir de 60 dias de atraso e renda de até cinco salários mínimos.

Já representantes do setor financeiro defendem critérios mais restritivos, como atraso superior a 90 dias e renda de até três salários mínimos.

Também está em análise a manutenção de um teto de juros, com base em garantias oferecidas por fundos públicos.

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Descontos podem chegar a 90%

O governo estima que os descontos nas dívidas possam alcançar até 90%, dependendo das condições de negociação.

Na versão anterior, os bancos competiam entre si para oferecer as melhores condições ao consumidor.

Ainda não está confirmado se esse modelo de disputa será mantido na nova fase do programa.

A expectativa é que as condições continuem atrativas para estimular a adesão dos devedores.

Programa pode alcançar milhões de inadimplentes

Dados recentes indicam que o Brasil possui mais de 80 milhões de pessoas inadimplentes, com dívidas médias superiores a R$ 6 mil por consumidor.

Estudos do setor apontam que dezenas de milhões de brasileiros poderiam se enquadrar nos critérios do novo programa, dependendo das regras finais.

O governo projeta a renegociação de bilhões em dívidas, com impacto direto no acesso ao crédito.

Além disso, há intenção de incluir diferentes tipos de débitos, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

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