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Mundo Cristão

Adolescentes se reúnem em praça de Pedro Canário e dão origem a Projeto de Resgate

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Os encontros começaram como um ministério e se tornou um Projeto de Resgate

Pedro Canário – Os adolescentes da Igreja Batista Esperança em Pedro Canário, estão vivendo algo que vai além de encontros — é transformação de vidas.

A igreja é direcionada pelo Pr. Márcio Roberto Costa, e foi dentro desse ambiente que nasceu o Ministério Base 12, um projeto gerado no coração da líder Kádila Almeida. Hoje já são mais de 50 adolescentes e 20 professores voluntários envolvidos nessa missão.

As reuniões acontecem nas terças-feiras. Não é só uma célula. É um lugar de acolhimento, recomeço e propósito. Temos discipulado e esportes nos sábados. Estamos lutando por uma geração que não pode mais ser negligenciada”, diz Kádila Almeida.

Ela conta ainda que as pessoas podem colaborar com o Projeto. “Todos podem fazer parte disso. Sendo um investidor e semeador desta obra. Precisamos de apoio e suporte financeiro para manter e investir ainda mais no Projeto”, conclui.

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Mundo Cristão

Helena Raquel: “Não existe unção que justifique abuso”

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Pastora defendeu que líderes que cometem crimes sejam denunciados

A pastora Helena Raquel defendeu que líderes religioso que cometem crimes devem ser denunciados. Ela deu declarações durante o 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões, em Camboriú (SC).

Helena Raquel incentivou que a vítimas tenham coragem.

– Você precisa ter coragem para sair e fazer a denúncia. Ligar para alguém de confiança e buscar um lugar seguro – declarou.

Já nas redes sociais, ela defendeu que a Igreja não pode mais se omitir. De acordo com ela, “não existe unção que justifique abuso”.

– Existe algo que a igreja não pode mais fazer: se omitir. Não existe unção que justifique abuso. Não existe chamado que autorize agressão. Se agride… não representa Deus. “Ungido não é abusador. Ungido não é agressor.” A verdade precisa ser dita com clareza: Se é pastor, se é obreiro, se é membro… mas fere, oprime e violenta isso não é autoridade espiritual. Isso é pecado. E pecado não se protege. Se confronta. Se você está vivendo ou presenciando isso, não se cale. O silêncio nunca foi a vontade de Deus. Denuncie. Ligue 100. Ligue 180 A igreja precisa voltar a ser lugar de cura, não de medo. E onde há verdade, há libertação – destacou.

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Mundo Cristão

Média da presença de fiéis nos cultos registra maior alta desde fechamento na pandemia

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A frequência média semanal de cultos atingiu o nível mais alto desde o período anterior às restrições da pandemia de COVID-19, segundo levantamento do Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa.

Os dados referentes aos Estados Unidos foram divulgados pelo projeto EPIC (Exploring the Pandemic Impact on Congregations), que apresentou, na última sexta-feira, os resultados mais recentes sobre a participação em cultos religiosos no país.

O estudo se baseou em uma pesquisa com 7.453 congregações de diferentes tradições religiosas, realizada entre setembro e dezembro de 2025, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%, de acordo com o The Christian Post.

De acordo com os pesquisadores, a média de participantes presenciais em 2025 foi de 70 pessoas por culto, acima das 65 registradas antes dos lockdowns de 2020. O número também supera de forma significativa a média de 45 participantes observada durante o período mais crítico da pandemia. O relatório aponta que a frequência vem apresentando crescimento gradual desde aquele período.

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Apesar do aumento, os responsáveis pelo estudo destacaram que os dados devem ser analisados com cautela. “A mediana atual de 70 permanece muito abaixo da mediana de 2000, quando a congregação típica atraía 137 frequentadores”, informou o relatório. “Portanto, esse ganho recente deve ser visto dentro da trajetória histórica de declínio, que é muito mais longa”.

O levantamento também identificou variações entre diferentes tradições religiosas. Congregações católicas e ortodoxas apresentaram média de 200 participantes, enquanto igrejas protestantes evangélicas registraram média de 75. Entre protestantes tradicionais, a média foi de 50 pessoas, e outras tradições religiosas apresentaram média de 22 participantes.

A co-investigadora do projeto, Allison Norton, comentou os resultados em comunicado divulgado na semana passada: “O que estamos vendo não é um renascimento, mas sim uma recalibração. As congregações passaram por um período extraordinário de ruptura e, embora tenha levado algum tempo, muitas saíram dele com maior clareza sobre quem são e qual é o seu chamado. Isso está se refletindo nos dados de maneiras verdadeiramente encorajadoras”.

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Relatórios recentes indicam que a queda na prática religiosa no país pode estar desacelerando, mesmo com o crescimento do número de pessoas sem religião. Em janeiro, a Lifeway Research divulgou uma análise baseada no estudo “Religious Landscape Study”, do Pew Research Center.

Segundo a análise, adultos mais jovens apresentaram leve aumento na prática religiosa em comparação com grupos etários um pouco mais velhos, embora ainda abaixo dos níveis observados entre pessoas mais velhas. O redator sênior Aaron Earls comentou os dados: “Os adultos mais jovens têm uma probabilidade ligeiramente maior de incluir novos convertidos ao cristianismo e uma probabilidade menor de incluir aqueles que abandonaram a fé”, afirmou.

“Mais uma vez, as conclusões não oferecem um panorama simples da religião nos Estados Unidos ou entre os jovens adultos. Há motivos para otimismo e para preocupação”, concluiu.

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