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Ancelotti anuncia mudanças no time titular do Brasil em amistoso contra o Egito

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Brasil enfrenta o Egito neste sábado (6), às 19 horas, em Cleveland, no último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo

O Brasil terá novidades no time titular no amistoso deste sábado (6) contra o Egito, em Cleveland, nos Estados Unidos. Será a última partida da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo de 2026.

Lucas Paquetá e Igor Thiago serão titulares no jogo contra o Egito nos lugares de Matheus Cunha e Luiz Henrique, respectivamente. Outra alteração em relação ao time que começou o jogo contra o Panamá é a entrada do zagueiro Marquinhos no lugar de Bremer.

As mudanças foram anunciadas pelo técnico Carlo Ancelotti nesta sexta-feira (5), em entrevista coletiva em Nova Jersey.

É o último jogo para fazer teste. Paquetá representa um jogador importante para nós, porque tem característica diferente dos outros meias. Quero testá-lo e testar o Igor Thiago no jogo de amanhã. Acho que o sistema com os quatro na frente está bastante consolidado. Quero testar uma nova alternativa no último teste”

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira

Alterações no segundo tempo

Perguntas sobre a escalação dominaram a entrevista de Ancelotti, que, desta vez, embora de bom humor, não quis revelar os 11 titulares que começam o amistoso diante dos egípcios.

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“Eu gosto de olhar o treino, ver como estão os jogadores, o aspecto mental. São muitas coisas pra escalar. O que é certo são que os jogadores que começam os jogos não são os que terminam”, desconversou o treinador.

Ancelotti, no entanto, avisou que vai aproveitar todas as 11 substituições disponíveis e dar minutos para todos jogadores, incluindo Weverton, o terceiro goleiro. “Vou aproveitar o segundo tempo, quero fazer os últimos testes”.

Confira os jogos do Brasil na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo no dia 13 contra o Marrocos. O Brasil encara o Haiti no dia 19, na segunda rodada, e fecha a fase de grupos contra a Escócia, no dia 24.

  • Brasil x Marrocos — 13 de junho, às 19h, em Nova Jersey
  • Brasil x Haiti — 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia
  • Brasil x Escócia — 24 de junho, às 19h, em Miami

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Supercomputador avalia as chances da Seleção Brasileira na Copa de 2026

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Supercomputador define pontuações para cada seleção e revela disparidades entre os grupos da Copa do Mundo de 2026

Um levantamento do supercomputador da Opta Analyst colocou o Brasil entre uma das chaves mais fáceis da Copa do Mundo de 2026 e com 96% de chances de classificar à segunda fase.

De acordo com a projeção, a equipe comandada por Carlo Ancelotti lidera as probabilidades do Grupo C, com vantagem, seguindo por Marrocos e finalizando com Escócia e Haiti, respectivamente.

O Opta Power Rating conferiu uma pontuação de 0 a 100 para cada seleção, em seus respectivos grupos, com a pior equipe com uma contagem mais baixa e a melhor com a mais alta, podendo assim avaliar as forças e fraquezas de cada grupo.

Com base nessa estatística, a Seleção Brasileira tem 92.2 pontos, na liderança do Grupo C. Marrocos com 85.3 aparece em segundo, Escócia na sequência com 73 e Haiti com 57.1.

França tem o grupo mais difícil da Copa

Grupo I foi definido como o mais forte da competição. Composto por FrançaSenegalNoruega Iraque tem a maior média de Opta Power Rating entre as quatro equipes (81,8).

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A França lidera com 98.6, seguida por Senegal com 81.7, Noruega com 80.1 e 66.9. Este grupo é o único na Copa com três equipes classificadas entre as 25 melhores do Opta Power Rankings na véspera do torneio.

Um pouco atrás, o Grupo K é o segundo mais difícil do Mundial, sendo o único com duas seleções no top-10 do ranking Opta Power, com Colômbia em sexto e Portugal em nono.

Os grupos mais fáceis da Copa

O aumento de 32 para 48 seleções diminuiu o nível de exigência de classificação para a Copa e implicou na formação de grupos menos competitivos.

Haiti e Curaçao, por exemplo, são duas seleções que possuem a pior classificação no ranking, com isso, seus grupos apresentam uma maior divergência entre a qualidade da melhor para a pior seleção.

O Grupo E, com Alemanha no topo com 89.6 pontos, possui uma grande disparidade em comparação a Curaçao, com 49.5.

Apesar disso, o grupo considerado mais fraco da Copa, pelo supercomputador da Opta, é o Grupo B, com o ranking médio de poder Opta (52,8) das quatro equipes sendo inferiores aos de qualquer outro grupo do torneio.

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Composto por Canadá, 37º no ranking, um dos anfitriões, Bósnia, Catar e Suíça. Nenhuma das seleções do grupo está entre as melhores equipes do mundo, segundo o ranking Opta, sendo a Suíça a mais bem colocada. Seguindo com Bósnia em 77 e Catar em 80ª.

Além desse, o Grupo A também possuí divergência em comparação a outros do torneio. Sendo o único grupo da Copa do Mundo de 2026 que não conta com nenhuma equipe entre as 20 melhores do mundo.

O México, outro país sede, é a equipe mais bem ranqueada, em 24º, seguido por Coreia do Sul (32º), República Tcheca e, 40 e África do Sul em 64.

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Capixabas conquistam cinco medalhas para o Brasil no Pan-Americano de Ginástica Rítmica

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As capixabas Melissa Varejão e Amanda Manente foram destaques com a seleção brasileira no Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica, encerrado nesta terça-feira (02), no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ambas são contempladas pelo Bolsa Atleta, da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport).

Com Melissa no conjunto juvenil, o Brasil foi campeão geral ao somar 43.600 pontos nas apresentações nessa segunda-feira (1°). O México ficou com a prata, com 39.900 pontos, e o Canadá com o bronze, com 36.450.

Melissa integrou o conjunto ao lado de Isabella Correia Tenorio, Leona Thaise Oliveira Torres, Leticia Videira Wagner da Rosa e Maria Luísa de Albuquerque. Atleta do Clube Escola de Campeãs, da treinadora Mônica Queiroz, Melissa treina no Ginásio de Ginástica da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport).

Nas finais por aparelho, realizadas nessa terça-feira (02), o grupo voltou ao pódio. Na final das cinco bolas, as brasileiras alcançaram 23.650 pontos e garantiram mais um ouro. Já na final das cinco fitas, a equipe empolgou o público com uma série ao som de “Voando pro Pará”, de Joelma, e soltando o “Passinho do Jamal”, sucesso entre a geração jovem. A apresentação rendeu 20.250 pontos e mais uma medalha de ouro para o Brasil.

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Nas apresentações individuais juvenis, com a capixaba Amanda Manente, o Brasil conquistou a medalha de prata por equipes, com 232.450 pontos. Os Estados Unidos levaram o ouro, com 246.550 pontos, e o Canadá fechou o pódio, com 225.650.

Nessa terça-feira (02), Amanda também voltou ao pódio nas finais por aparelho e garantiu mais uma conquista: medalha de bronze nas maças. A ginasta também realiza os treinos na Sesport, acompanhada pela treinadora Gizela Batista.

Pan-Americano Adulto

Nesta sexta-feira (05), será a vez do Pan-americano Adulto. As atletas que representam o Espírito Santo são Geovanna Santos, no individual, e Sofia Madeira, integrando o conjunto brasileiro. Ambas são contempladas pelo programa Bolsa Atleta, da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport).

Bolsa Atleta
O Bolsa Atleta tem como objetivo principal beneficiar atletas e paratletas de alto rendimento, com o auxílio financeiro mensal que deve ser utilizado para a manutenção dos resultados obtidos e da carreira esportiva do atleta no ano de recebimento do benefício.

Com um investimento de R$ 3,9 milhões, o edital 2024 atingiu o recorde de esportistas de alto rendimento selecionados, com 234 contemplados, 43 a mais do que no edital anterior. São pagos aos selecionados 12 parcelas mensais, conforme a categoria: estudantil (R$ 500), nacional (R$ 1.500), internacional (R$ 2 mil) e olímpico (R$ 4 mil).

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