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Política Nacional

Fachin nega suspender Marques para decidir sobre CPI do Master

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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, negou o pedido de quatro senadores para declarar a suspeição do ministro Kassio Nunes Marques no julgamento de um mandado de segurança que pede a criação da CPI do Banco Master.

A solicitação foi apresentada pelos senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Alessandro Vieira (MDB-SE), Marcos Pontes (PL-SP) e Plínio Valério (PSDB-AM). Eles alegam que Nunes Marques mantém relação de amizade com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), um dos citados no caso, e teria interesse direto no processo.

Ao rejeitar o pedido, Fachin afirmou que a contestação foi apresentada fora do prazo previsto pelo regimento interno do Supremo. Segundo o ministro, a distribuição do processo ocorreu em 26 de março deste ano, mas a ação de suspeição só foi protocolada em 12 de maio.

– É incontroverso que os autos da MS nº 40.823 foram distribuídos por sorteio em 26 de março de 2026. Nada obstante, esta arguição de suspeição somente foi ajuizada nesta Suprema Corte em 12 de maio de 2026. Portanto, extrapolou em mais de um mês o término do prazo regimental para deduzir a pretensão, configurado em 31 de março de 2026 – explicou Fachin.

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O mandado de segurança que trata da criação da CPI foi protocolado em março e ainda aguarda uma decisão de mérito do relator, Kassio Nunes Marques.

Os senadores também acusam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de não dar andamento ao pedido de instalação da comissão. De acordo com os parlamentares, o requerimento possui 53 assinaturas, acima das 27 exigidas para a abertura de uma CPI na Casa.

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Política Nacional

Mãe de menino com câncer terminal critica governo Lula

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A catarinense Giselle Benke usou as redes sociais a fim de conseguir ajuda para o filho, Luis Felipe Benke dos Santos, de apenas 8 anos de idade. O menino foi diagnosticado com Sarcoma de Ewing, um câncer raro e agressivo.

O caso gerou críticas ao governo Lula (PT) e ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A criança está internada em um hospital de Lisboa, em Portugal. A família esperava que o governo brasileiro prestaria ajuda para que o garoto pudesse retomar o tratamento da doença no Brasil.

Devido ao fato de que há pouca chance de cura no caso de Luis Felipe, a mãe teria sido informada de que o governo Lula não iria arcar com os custos de uma viagem para o Brasil.

Conforme informações da coluna Radar, da Veja, o governo de Santa Catarina disse ter acionado o Ministério da Saúde e outros órgãos do governo brasileiro para que o menino pudesse ser trazido para o Brasil.

— Ninguém do governo vai ajudar. O meu filho, para eles, é um caso perdido. Por que vão ajudar? Por que vão ter um gasto desse? Para eles, meu filho não é importante, mas, para mim, é tudo que eu tenho e sinto no meu coração que tenho o dever de levar ele para casa — disse Giselle à revista.

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Por fim, a ajuda surgiu de outra forma. Por meio dos stories do Instagram, o perfil do major Anderson, que apoiou Giselle, revelou que o menino embarcará para o Brasil nesta sexta-feira (5). O major fez um agradecimento ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

   

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Política Nacional

Trio da Marcha para Jesus reúne Flávio, Tarcísio, Mendonça e Jorge Messias

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‘País está passando por uma grande guerra espiritual’, diz Flávio Bolsonaro

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL e senador Flávio Bolsonaro participa da 34ª edição da Marcha para Jesus nesta quinta-feira (4) na capital paulista, ao lado do governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e do advogado geral da União, Jorge Messias.

O político disse durante o evento que “o mundo e o Brasil estão passando por uma grande guerra espiritual“. A declaração foi dada na Marcha para Jesus. Flávio disse estar no evento em São Paulo para recarregar as energias e “orar pelas famílias do país”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cantou ao lado do apóstolo Estevam Hernandes Filho, da igreja Renascer em Cristo. No mesmo palco, Messias afirmou à transmissão do evento que “a mesa de Jesus é para judeus e gentios”, afirmando que até Judas se sentou na mesa de Cristo, sem segregação.

A marcha partiu da Estação da Luz, no centro de São Paulo, e segue em direção à Praça Heróis da FEB, próxima ao Campo de Marte, na zona norte da capital. Segundo a organização do evento, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que conta com oito trios elétricos.

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Flávio nega ‘climão’

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou existir “climão” no trio elétrico reservado para autoridades na Marcha para Jesus, em São Paulo. Flávio divide o trio elétrico com o advogado-geral da União do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ministro Jorge Messias.

“Isso aqui não é um movimento político, estou aqui porque sou um cristão evangélico. (…) Não tem ‘climão’ nenhum aqui, estamos aqui no meu propósito que é Deus no comando”, disse.

Em uma rápida fala para jornalistas,Flávio voltou a dizer que a família dele é vítima de uma perseguição e que isso estaria sendo vivido pelos brasileiros. Ao acusar o governo de suposta censura, o senador afirmou que a Marcha para Jesus, que concentra fiéis na zona norte da capital paulista, estaria “irritando muita gente do lado de lá”.

Flávio também foi questionado sobre o impacto dos diálogos revelados no mês passado pelo The Intercept, que mostram ele pedindo R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, que homenageia o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O senador disse ser “uma pessoa correta” e desviou do assunto atacando o governo Lula e a cúpula do PT na Bahia.

“Eu sou uma pessoa correta, a gente fez de tudo para fazer um filme em homenagem ao meu pai, que é um cara que merece ter a sua história contada em uma grande produção que vai ficar pronta e, em breve, todos verão. Agora, o governo Lula tem que explicar muito ainda por que fez reuniões secretas para tentar beneficiar alguém. Em especial, a Bahia tem muito a explicar porque foi lá onde tudo começou”, afirmou.

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Flávio foi perguntado também sobre seu relacionamento com o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e afirmou que o político é seu “aliado e amigo”. “É um grande governador”, complementou. Ao ser perguntado sobre ter tido a oportunidade de conversar com o aliado, ele afirmou que sua vinda nesta quinta a São Paulo foi a primeira oportunidade de estar com o governador e o prefeito Ricardo Nunes.

Flávio participa da 34ª edição da Marcha para Jesus, na capital paulista. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça também está presente. Segundo a organização do evento, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que contará com 8 trios elétricos.

Participam ainda do evento o deputado federal Sostenes Cavalcante, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, André do Prado, e o deputado estadual Lucas Bove.

 

*com informações do Estadão Conteúdo

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