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Internacional

Após vespas ‘assassinas’, EUA agora se preocupa com mariposas ciganas

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Fêmeas da mariposa cigana podem botar centenas de ovos, que se tornam lagartas e destroem mais de 500 tipos de árvores e arbustos

Adicione mais um inseto gigante à lista de coisas com as quais o estado norte-americano de Washington precisa lidar neste momento. 

No começo desta semana, cientistas disseram que identificaram vespas asiáticas gigantes na região e que ainda não se sabe como elas chegaram lá. Agora, há outra ameaça: a mariposa cigana não nativa.

O novo surto levou o governador Jay Inslee a emitir uma declaração de emergência, afirmando que havia um “perigo iminente de infestação” de pragas nas plantas em partes do condado de Snohomish.

“Esse perigo iminente de infestação coloca seriamente em risco as indústrias agrícola e de hortifruti do estado de Washington, e ameaça o bem-estar da economia e a qualidade de vida dos moradores”, segundo a declaração.

A ameaça é representada tanto pelas mariposas ciganas asiáticas quanto pelas híbridas asiáticas-europeias. 

Uma agência do governo informou que as pragas podem causar um dano ainda maior. “As grandes infestações (das mariposas ciganas asiáticas) podem desfolhar árvores por completo”, segundo o Serviço de Inspeção Sanitária de Plantas e Animais do Departamento de Agricultura dos EUA. 

“Esse desfolhamento pode enfraquecer severamente árvores e arbustos, tornando-os mais suscetíveis a doenças. Desfolhamento repetido pode levar à morte de grandes áreas de florestas, pomares e paisagens.”

As fêmeas da espécie podem botar centenas de ovos, afirmou a agência, que se tornam lagartas e destroem mais de 500 tipos de árvores e arbustos. Além disso, as mariposas podem voar longas distâncias, e é possível que elas possam se espalhar rapidamente pelo país.

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Internacional

OMS aponta que variante Ômicron representa risco global muito alto

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Nova cepa tem grande número de mutações, o que pode representar mais chances de escape das vacinas

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou, nesta segunda-feira, 29, que o risco global relacionado à variante Ômicron do coronavírus é “muito alto”, dadas as possibilidades de que a cepa escape à proteção das vacinas disponíveis e tenha “vantagens” na transmissibilidade.

“Dependendo dessas características, pode haver surtos futuros de Covid-19, que podem ter consequências graves, dependendo de uma série de fatores, incluindo os lugares onde esses picos podem ocorrer”, explicou a entidade, em relatório técnico.

A OMS ressaltou que a cepa, caracterizada como “variante de preocupação” na sexta-feira, tem até 36 mutações na proteína S (“spike” ou espícula), usada pelo vírus como veículo de ligação com as células humanas.

Segundo a Organização, essa característica é “preocupante” porque tem potencial de reduzir a eficácia dos imunizantes. Porém, ainda há incertezas em relação à efetividade das vacinas, o nível de transmissibilidade da variante e a capacidade dela de causar casos graves da Covid-19.

A OMS exorta a comunidade internacional a acelerar a campanha de vacinação, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, e preparem os sistemas de saúde.

“O uso de máscaras, distanciamento físico, ventilação do espaço interno, prevenção de multidão e higiene das mãos continuam fundamentais para reduzir a transmissão do SARS CoV-2, mesmo com o surgimento da variante Ômicron”, reitera a OMS.

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Internacional

Estados Unidos avaliam que ainda é cedo para considerar lockdowns

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Especialista em doenças infecciosas, Anthony Fauci diz que autoridades se preparam para lutar contra a variante Ômicron

Os americanos devem estar preparados para lutar contra a propagação da Ômicron, nova variante de Covid-19, mas é muito cedo para dizer quais ações são necessárias, incluindo possíveis lockdowns, disse neste domingo (28) o doutor Anthony Fauci, principal especialista em doenças infecciosas do país.

Os Estados Unidos devem fazer “tudo e qualquer coisa” em meio aos prováveis ​​casos da variante, mas é “muito cedo para dizer” se novos lockdowns serão necessários, disse Fauci à ABC News. “A intenção é estar preparado para fazer tudo e qualquer coisa”, acrescentou.

A Ômicron, descoberta na África do Sul e anunciada nos últimos dias, tem sido detectada em um número crescente de países.

Em entrevista à NBC News, neste sábado (27), Fauci disse que era possível que ela já estivesse nos Estados Unidos, embora nenhum caso oficial tenha sido confirmado.

Autoridades de saúde dos EUA falarão novamente com seus colegas sul-africanos sobre a variante neste domingo (28), afirmou Fauci ao programa This Week, da ABC News, em uma entrevista separada.

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