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Internacional

Após vespas ‘assassinas’, EUA agora se preocupa com mariposas ciganas

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Fêmeas da mariposa cigana podem botar centenas de ovos, que se tornam lagartas e destroem mais de 500 tipos de árvores e arbustos

Adicione mais um inseto gigante à lista de coisas com as quais o estado norte-americano de Washington precisa lidar neste momento. 

No começo desta semana, cientistas disseram que identificaram vespas asiáticas gigantes na região e que ainda não se sabe como elas chegaram lá. Agora, há outra ameaça: a mariposa cigana não nativa.

O novo surto levou o governador Jay Inslee a emitir uma declaração de emergência, afirmando que havia um “perigo iminente de infestação” de pragas nas plantas em partes do condado de Snohomish.

“Esse perigo iminente de infestação coloca seriamente em risco as indústrias agrícola e de hortifruti do estado de Washington, e ameaça o bem-estar da economia e a qualidade de vida dos moradores”, segundo a declaração.

A ameaça é representada tanto pelas mariposas ciganas asiáticas quanto pelas híbridas asiáticas-europeias. 

Uma agência do governo informou que as pragas podem causar um dano ainda maior. “As grandes infestações (das mariposas ciganas asiáticas) podem desfolhar árvores por completo”, segundo o Serviço de Inspeção Sanitária de Plantas e Animais do Departamento de Agricultura dos EUA. 

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“Esse desfolhamento pode enfraquecer severamente árvores e arbustos, tornando-os mais suscetíveis a doenças. Desfolhamento repetido pode levar à morte de grandes áreas de florestas, pomares e paisagens.”

As fêmeas da espécie podem botar centenas de ovos, afirmou a agência, que se tornam lagartas e destroem mais de 500 tipos de árvores e arbustos. Além disso, as mariposas podem voar longas distâncias, e é possível que elas possam se espalhar rapidamente pelo país.

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Internacional

Homem é condenado à prisão após usar robô aspirador para flagrar traição da mulher

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Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão e multado após usar um aspirador de pó robô equipado com câmera para registrar, sem autorização, a mulher em momentos íntimos com outro homem. O caso começou em 2023, quando ele suspeitou que estava sendo traído e decidiu monitorar a residência remotamente.

De acordo com informações do portal parceiro, o homem ativou o robô à distância e passou a acompanhar, em tempo real, as imagens captadas pelo equipamento dentro da casa. As gravações mostraram a mulher em uma situação íntima com outro homem.

O material acabou sendo apresentado pelo marido em um processo civil. Na ocasião, a Justiça reconheceu a relação extraconjugal e determinou que a mulher e o amante pagassem uma indenização equivalente a cerca de R$ 270 mil ao marido.

 

Reviravolta

O caso, no entanto, ganhou um novo capítulo após a mulher apresentar uma denúncia criminal contra o próprio marido. Ela alegou que teve a privacidade violada e que não havia autorizado a gravação das imagens.

A Justiça de Taiwan entendeu que o fato de os envolvidos serem casados não elimina o direito à intimidade e considerou ilegal a utilização do robô para registrar imagens da mulher sem seu consentimento. Com a decisão, o homem foi condenado a cinco meses de prisão e ao pagamento de uma multa equivalente a aproximadamente R$ 80 mil.

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Internacional

EUA notificam Brasil após risco envolvendo helicóptero de Trump

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Os Estados Unidos notificaram o Brasil sobre a abertura de uma investigação para apurar um incidente ocorrido no último dia 4 de agosto, envolvendo um helicóptero que transportava o presidente Donald Trump e um avião da Embraer E-70.

De acordo com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), o helicóptero Marine One, no qual o chefe da Casa Branca estava, chegou a ficar cerca de 3 quilômetros de distância da aeronave de projeto brasileiro, utilizada no voo 3742 da Envoy Air.

Apesar da proximidade, nenhum passageiro ou tripulante ficou ferido.

No documento enviado pela NTSB ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira (FAB), o caso se deve a problemas de comunicação do Marine One com o controle de tráfego aéreo.

O helicóptero que transportava Donald Trump chegou a fazer duas tentativas de contato com a torre de controle, sem sucesso.

– As gravações de áudio certificadas do ATC revelaram que a primeira tentativa de contato com o ATCT do DCA não foi recebida e a segunda tentativa foi interrompida e completamente ilegível (ao que o controlador informou sobre a frequência) – diz a apuração.

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O relatório aponta ainda que a “frequência estava operando normalmente; não houve interrupções conhecidas nem relatos de degradação do sinal naquele dia, tampouco havia histórico de problemas com essa frequência, segundo a FAA”.

– Em decorrência das transmissões não recebidas envolvendo a aeronave VM1 no dia do incidente, técnicos da área de Engenharia de Espectro da FAA realizaram uma análise de cobertura e constataram que não havia linha de visada adequada para garantir a comunicação entre o local do equipamento de rádio (transmissor/receptor) e “The Ellipse”, área a partir da qual a VM1 operava temporariamente devido às obras na Casa Branca – completou.

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