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Internacional

EUA notificam Brasil após risco envolvendo helicóptero de Trump

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Os Estados Unidos notificaram o Brasil sobre a abertura de uma investigação para apurar um incidente ocorrido no último dia 4 de agosto, envolvendo um helicóptero que transportava o presidente Donald Trump e um avião da Embraer E-70.

De acordo com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), o helicóptero Marine One, no qual o chefe da Casa Branca estava, chegou a ficar cerca de 3 quilômetros de distância da aeronave de projeto brasileiro, utilizada no voo 3742 da Envoy Air.

Apesar da proximidade, nenhum passageiro ou tripulante ficou ferido.

No documento enviado pela NTSB ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira (FAB), o caso se deve a problemas de comunicação do Marine One com o controle de tráfego aéreo.

O helicóptero que transportava Donald Trump chegou a fazer duas tentativas de contato com a torre de controle, sem sucesso.

– As gravações de áudio certificadas do ATC revelaram que a primeira tentativa de contato com o ATCT do DCA não foi recebida e a segunda tentativa foi interrompida e completamente ilegível (ao que o controlador informou sobre a frequência) – diz a apuração.

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O relatório aponta ainda que a “frequência estava operando normalmente; não houve interrupções conhecidas nem relatos de degradação do sinal naquele dia, tampouco havia histórico de problemas com essa frequência, segundo a FAA”.

– Em decorrência das transmissões não recebidas envolvendo a aeronave VM1 no dia do incidente, técnicos da área de Engenharia de Espectro da FAA realizaram uma análise de cobertura e constataram que não havia linha de visada adequada para garantir a comunicação entre o local do equipamento de rádio (transmissor/receptor) e “The Ellipse”, área a partir da qual a VM1 operava temporariamente devido às obras na Casa Branca – completou.

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Internacional

Nepal diz que enchente repentina foi causada por terremoto

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O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shishir Khanal, atribuiu preliminarmente a um terremoto a causa da enchente que atingiu violentamente nesta quarta-feira (26) várias localidades ao norte do país, perto da fronteira com o Tibete, na China. De acordo com o ministro, o sismo teria provocado um grande deslizamento de terra que bloqueou o leito do rio Bhote Koshi.

– Um terremoto ocorreu às 8h37 de hoje (horário local, 23h52 de terça-feira de Brasília) e, devido a isso, aconteceu um grande deslizamento de terra que bloqueou o rio, o que parece ter causado a inundação – disse Khanal, durante uma reunião na Câmara dos Representantes em Katmandu, segundo informou o veículo local Ratopati.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registrou nesse horário um sismo de magnitude 4,4, com epicentro cerca de 77 quilômetros a noroeste da localidade nepalesa de Kodari e a uma profundidade de 10 quilômetros.

 

O porta-voz da polícia do Nepal na província de Bagmati, Rajendra Prasad Dhamala, confirmou à Agência EFE que até o momento foram contabilizados 100 mortos, embora as autoridades advirtam que o número pode aumentar.

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Segundo o Conselho de Turismo do Nepal (NTB), pelo menos mil pessoas figuram como desaparecidas após a enxurrada no distrito de Rasuwa, na província de Bagmati.

A massa de água chegou por volta das 9h15 (0h30 de Brasília) ao rio Bhote Koshi vinda da zona tibetana e atingiu com especial força as localidades de Timure, Rasuwagadhi e Syabrubesi, segundo fontes oficiais.

As inundações causaram ainda danos em estradas, mercados, povoados e obras hidrelétricas, além de obrigar a mobilização de helicópteros e equipes de segurança para os trabalhos de busca e resgate.

As autoridades continuam avaliando a extensão dos danos e tentando localizar as pessoas desaparecidas.

*EFE

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Internacional

Incêndio em hospital no Paquistão deixa 14 bebês mortos

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Fogo começou no terceiro andar do Instituto Pakistaní de Ciências Médicas, em Islamabad; autoridades apontam falha elétrica

 

Quatorze bebês morreram após um incêndio atingir, na manhã desta quarta-feira (26), o berçário de recém-nascidos do Instituto Pakistaní de Ciências Médicas (PIMS), um dos principais hospitais públicos de Islamabad, capital do Paquistão. Segundo funcionários do hospital, ao menos 15 bebês estavam na unidade quando o fogo começou.

O ministro da Saúde Federal, Mustafa Kamal, confirmou a morte de 14 crianças. Pelo menos um bebê foi resgatado com vida, segundo as autoridades.

De acordo com equipes de resgate, o incêndio começou por volta das 6h45, após a explosão do compressor de uma unidade de ar-condicionado instalada dentro do berçário, localizado na ala de ginecologia do hospital.

Bombeiros foram acionados e conseguiram controlar as chamas. Em seguida, equipes de resgate iniciaram operações de resfriamento no local para evitar que o fogo voltasse a se espalhar, segundo a imprensa local.

O chefe da administração de Islamabad, Suhail Ashraf, informou posteriormente que o incêndio havia sido completamente extinto e que as autoridades trabalhavam para auxiliar as famílias.

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Horas após o incidente, o magistrado distrital de Islamabad criou uma comissão de investigação formada por diferentes órgãos. O grupo terá 24 horas para apresentar um relatório sobre o caso.

A comissão deverá investigar a origem e a propagação das chamas, verificar se o hospital contava com medidas adequadas de segurança contra incêndios e avaliar a resposta das equipes de emergência.

O primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o ministro do Interior, Mohsin Naqvi, lamentaram as mortes e expressaram solidariedade às famílias das vítimas. (Com agências internacionais).

 

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*Com informações da AFP

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