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Política Nacional

Debate entre candidatos a deputado estadual termina em agressão física em SP

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Leonardo Grandini (PT-SP) e Thomaz Henrique (PL-SP) trocaram insultos e agressões; depois do debate, eles afirmaram que não se arrependem

 

Leonardo Grandini (PT-SP) e Thomaz Henrique (PL-SP) protagonizaram troca de ofensas que terminou em violência física durante gravação de debate no podcast Future Cast, ocorrida na noite de quarta-feira (16).

O programa já chegava a mais de uma hora de duração quando a tensão escalonou entre candidatos à Assembleia Legislativa de São Paulo, que chegaram às vias de fato, com troca de tapas.

 

 

A tensão entre os dois não se concentrou apenas no momento final do debate, todo o podcast foi marcado por agressões verbais, ironias e acusações.

Parte dos insultos também eram direcionados a pessoas de seus respectivos grupos políticos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assim como Flávio Bolsonaro (PL) e Nikolas Ferreira (PL), foram alvos de falas em tom acusatório.

Candidatos falam sobre agressão em debate

Os dois candidatos se manifestaram nas redes sociais após o episódio. Thomaz Henrique diz não se arrepender do ocorrido.

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Falei verdades para ele; não me arrependo de nenhuma delas. O cara covarde, como todo esquerdista, tentou me agredir com um tapa, nem homem para fechar a mão. Graças a Deus, estava ali o Panzani que me segurou e a equipe dele […] porque senão eu tinha quebrado a cara desse infeliz e hoje seria eu o vilão”

Thomaz Henrique (PL-SP)

Ao Estadão, alegou que espera não passar por situação semelhante e que consiga “conduzir essa campanha de maneira propositiva”

Por sua vez, Leonardo Grandini também não demonstrou arrependimento.

Chega de diálogo com Bolsogado! Falou da minha avó que foi presa na ditadura e levou!”

Leonardo Grandini (PT-SP), via rede social

O Estadão também procurou Grandini, mas não obteve retorno ainda.

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Política Nacional

Fachin cancela sessão do dia 23 que analisaria André Mendonça

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, cancelou a sessão agendada para a próxima quarta-feira (23) que analisaria a atuação do ministro André Mendonça nas relatorias dos casos envolvendo o Banco Master. A nova data não foi informada.

De acordo com despacho publicado nesta quinta-feira (17), o cancelamento decorre do pedido de vista do ministro Flávio Dino do processo envolvendo Alexandre de Moraes, na última terça (15).

No julgamento de Moraes, os ministros começaram a analisar uma questão de ordem que pedia o julgamento conjunto com Mendonça. Como a análise foi suspensa, o entendimento é que o caso envolvendo Mendonça precisa aguardar o desfecho da questão de ordem. Até o momento, o placar é de 4 a 3 para manter as análises separadas.

O processo sobre Mendonça foi instaurado a partir de um pedido de Moraes, que apontou abuso de autoridade e quebra da parcialidade do ministro, com suposto favorecimento a determinados grupos políticos. O relator é o próprio Fachin.

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Política Nacional

Após sessão do STF, Flávio chega a 55% no Polymarket

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Nesta quarta-feira (16), o Polymarket registrou nova alteração nas cotações para a eleição presidencial de 2026 após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada na terça-feira (15). Flávio Bolsonaro chegou a 55% de probabilidade implícita, enquanto Lula aparecia com 45%, segundo os contratos negociados na plataforma.

 

A mudança ocorreu durante as 24 horas que envolveram o julgamento no STF. Nesse período, a cotação atribuída a Flávio subiu cerca de dois pontos percentuais, enquanto a de Lula caiu em proporção semelhante, de acordo com os dados divulgados pelo mercado de previsões.

A sessão da Corte terminou sem uma decisão sobre a eventual abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. O ministro Flávio Dino pediu vista durante a análise sobre a possibilidade de reunir as petições relacionadas aos casos de Moraes e André Mendonça, interrompendo o julgamento.

 

 

O movimento das cotações ocorreu no mesmo período da repercussão política da sessão, mas os números não permitem afirmar que o julgamento tenha sido o único responsável pela mudança. As negociações também podem reagir a pesquisas eleitorais e a outros acontecimentos políticos.

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O Polymarket funciona como um mercado de previsões, no qual usuários compram e vendem contratos relacionados a eventos futuros. Os preços são apresentados em percentuais, mas não seguem a metodologia de uma pesquisa de intenção de voto.

Na semana passada, Flávio já havia ultrapassado Lula na plataforma. Em 10 de setembro, os contratos indicavam 52% para o senador e 45% para o presidente, enquanto Renan Santos aparecia com 2%.

Vale dizer que o Polymarket está entre as plataformas de mercados de previsão bloqueadas pelo governo federal desde abril de 2026. A medida alcançou 27 sites que ofereciam contratos sobre eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais e de entretenimento.

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