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Emicida, Zeca Pagodinho, Gaby Amarantos, João Gomes e shows inéditos são destaques do Festival Movimento Cidade 2026

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Evento acontece de 14 a 16 de agosto, na Prainha, em Vila Velha, com mais de 15 atrações e cerca de 20 horas de programação musical
Do samba de Zeca Pagodinho ao rap de Emicida, do piseiro de João Gomes ao show inédito de encontro entre Rachel Reis convidando Marina Sena, o Festival Movimento Cidade, maior festival de artes integradas do Espírito Santo, completou seu line-up para 2026. Entre os dias 14 e 16 de agosto, a Prainha, em Vila Velha, receberá  mais de 15 atrações distribuídas em mais de 20 horas de programação. O festival ainda reúne nomes como Marcelo D2, Gaby Amarantos, Urias e Budah, ao lado de talentos da cena capixaba, em uma programação que percorre diferentes estilos da música brasileira.
Os ingressos já estão à venda pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/festival-movimento-cidade/3239745
A abertura do Festival Movimento Cidade, na sexta-feira (14), terá entrada gratuita, com acesso a partir da doação de 1kg de alimento não perecível. Entre os destaques da noite está Gaby Amarantos, artista que está com trabalho novo e transita com autenticidade entre o tecnobrega, o pop e a música eletrônica. O público também poderá acompanhar o primeiro show de Ajuliacosta no estado, conhecida artisticamente como AJC, que desembarca no festival após um ano de grandes conquistas, incluindo o título de Mulher do Ano na Música pela Geração Glamour 2025 e uma indicação ao Prêmio Multishow. Completam a programação as apresentações capixabas de Ury Vieira e Roberta de Razão, reforçando a proposta do festival de reunir diferentes sonoridades e trajetórias em um mesmo palco.
O sábado (15), primeiro dia com entrada paga, concentra alguns dos principais da música brasileira, em uma programação que passa pelo rap, samba, pop e música urbana. Um dos destaques é Emicida, referência do rap nacional. Reconhecido por transformar suas vivências em letras que unem crítica social, afeto e poesia, o artista retorna ao Festival depois de 4 anos e chega com a turnê Emicida Racional MCMV Tour, espetáculo que expande para o palco o universo do álbum Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores.Mais do que uma sequência de músicas, o show se estrutura como uma narrativa: um encontro entre gerações do rap brasileiro, ancorado na obra dos Racionais MC’s e reinterpretado sob a ótica de um dos compositores mais sofisticados da música contemporânea.
Outro grande nome da noite é Zeca Pagodinho, um dos artistas mais consagrados da música brasileira, vencedor de múltiplos Latin Grammy. Também foi reconhecido com o Prêmio da Música Brasileira em diferentes edições e condecorado com a Ordem do Mérito Cultural, honraria concedida pelo governo federal a grandes nomes da cultura.Com seu carisma característico e um catálogo repleto de sucessos, o cantor promete transformar a Prainha em uma grande roda de samba, com canções como “Deixa a Vida Me Levar”, “Camarão que Dorme a Onda Leva” e “Sonho Meu”.
A programação do sábado ainda conta com os shows de Urias, um dos grandes nomes do pop alternativo brasileiro, do capixaba Fabriccio e de O Kannalha, artista baiano que vem conquistando o público ao misturar pagodão, arrocha e ritmos populares.
A noite também contará com o projeto inédito Budah Convida, criado pelo Festival em parceria com a capixaba Budah e que quer promover encontros inéditos entre artistas da cena urbana. No palco do Movimento Cidade, ela recebe Duquesa, MC Luanna e Lourena, três dos nomes mais relevantes da nova geração da música brasileira. Juntas, as artistas apresentam um espetáculo que celebra a força criativa das mulheres no rap, no R&B e na música urbana, reunindo diferentes estilos, trajetórias e narrativas em uma apresentação exclusiva para o festival.
No encerramento, no domingo (16), que também conta com entrada paga, o vencedor do Grammy Latino João Gomes traz os sucessos que o transformaram em um dos maiores fenômenos do piseiro e da música nordestina, enquanto Marcelo D2 apresenta sua consagrada fusão entre rap, samba e brasilidade.
A programação do dia também recebe a banda capixaba  Maré Tardia e reserva um dos encontros mais aguardados desta edição do Movimento Cidade: Rachel Reis e seus sucessos, além do convite a participação de Marina Sena dividindo o palco da Prainha.
Um dos principais nomes da nova geração da música brasileira, Rachel chega ao festival após o lançamento de “Divina Casca”, álbum que lhe rendeu mais uma indicação ao Grammy Latino. A artista também divide com Marina Sena os vocais de “Saí para Ver o Mar”, parceria que conquistou o público ao misturar pop, MPB e referências tropicais.Agora, a conexão construída em estúdio ganha uma versão ao vivo em uma apresentação inédita para o festival.
Movimento Cidade
Além dos shows, a programação inclui outras linguagens artísticas, reafirmando a proposta de ocupar a cidade com experiências culturais diversas. Na última edição, o Festival Movimento Cidade reuniu cerca de 100 mil pessoas.
Neste ano, o festival adota o tema “Cidade são pessoas”, conceito que sintetiza sua essência ao destacar o papel de quem vive, circula e transforma os espaços urbanos. A edição de 2026 também chega com um novo formato, com dois dias de programação paga e um dia totalmente gratuito, em uma estratégia voltada à sustentabilidade do evento diante da redução de patrocínios.
No dia 14 de agosto, o acesso será gratuito mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível, reforçando o compromisso social do festival, que já arrecadou mais de 80 toneladas de alimentos desde 2022.
Nos dias 15 e 16, a entrada será por meio da plataforma Sympla, onde é possível encontrar ingressos diários ou passaporte para os dois dias, com opções de inteira e meia-entrada, conforme a legislação vigente.
O festival também disponibilizou ingressos gratuitos para públicos em situação de vulnerabilidade social, incluindo moradores de comunidades atendidas pelo Programa Estado Presente, pessoas trans, pessoas com deficiência e cidadãos com comprovação de hipossuficiência econômica. As inscrições já foram encerradas.
Novas informações e próximos anúncios serão divulgados pelo perfil oficial do evento no Instagram, o @movimento.cidade.

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Nego Di é condenado a mais de 14 anos de prisão por quatro crimes

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Nesta terça-feira (23), a Justiça do Rio Grande do Sul condenou o influenciador e humorista Dilson Alves da Silva Neto, conhecido como Nego Di, a mais de 14 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro qualificada, uso de documento falso e promoção de loteria ilegal. A decisão está relacionada a um esquema de rifas eletrônicas sem autorização legal.

A esposa dele, Gabriela Sousa, também foi condenada a 8 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, por lavagem de dinheiro.

De acordo com a sentença, Nego Di recebeu penas de 9 anos, 4 meses e 8 dias por lavagem de dinheiro, 3 anos e 22 dias por uso de documento falso, 2 anos e 1 mês por estelionato, além de 1 ano e 15 dias de prisão simples pela promoção de loteria ilegal. O influenciador está em liberdade provisória desde novembro de 2024, quando deixou a Penitenciária de Canoas após cumprir quatro meses de prisão em outro processo por estelionato.

Segundo o Ministério Público, entre novembro de 2022 e maio de 2024, Nego Di teria promovido ao menos 34 rifas online sem autorização, divulgadas em redes sociais e com promessas de prêmios em dinheiro e bens. A investigação aponta ainda que uma das rifas envolvia um Porsche Macan que teria sido transferido para o próprio influenciador, além de R$ 150 mil em dinheiro. O MP sustenta que as vítimas foram induzidas ao erro e que um vencedor fictício teria sido criado para dar aparência de legalidade ao esquema.

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As apurações também indicam que Nego Di e Gabriela Sousa movimentaram cerca de R$ 2,5 milhões por meio de contas de terceiros para ocultar a origem dos recursos. O dinheiro teria sido utilizado na compra de veículos de luxo e imóveis em Porto Alegre, na Serra e no Litoral do estado.

Em outra frente da investigação, o influenciador foi acusado de divulgar um comprovante falso de transferência via PIX de R$ 1 milhão para ajudar vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, quando o valor efetivamente doado teria sido de apenas R$ 100.

O casal foi alvo de uma operação do Ministério Público em julho de 2024. Na ocasião, Gabriela chegou a ser presa em flagrante após agentes encontrarem uma arma de uso exclusivo das Forças Armadas sem registro.

Esta é a segunda condenação de Nego Di. Em junho do ano passado, ele já havia recebido pena de 11 anos e 8 meses de prisão por estelionato em um processo envolvendo a loja virtual Tadizuera.

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Segundo a Justiça, ele vendia produtos eletrônicos pela internet com preços baixos, mas não entregavam os itens comprados nem devolviam o dinheiro. Dezesseis pessoas foram vítimas do esquema.

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Amado Batista é condenado após morte de criança em sua fazenda

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A Justiça condenou o cantor Amado Batista ao pagamento de mais de R$ 450 mil em indenização aos pais de uma criança de 3 anos que morreu afogada em maio de 2022 na piscina de uma fazenda do artista, em Goianápolis (GO). A família trabalhava como caseira na propriedade.

De acordo com a sentença, a piscina não possuía medidas de proteção no momento do acidente. O menino desapareceu enquanto brincava na fazenda e foi encontrado desacordado pela mãe poucos minutos depois.

O juiz Leonardo de Camargos Martins determinou o pagamento de R$ 226.940 para cada um dos pais, além de uma pensão mensal. O benefício deverá começar quando a vítima completaria 14 anos e seguirá até os 25 anos. Após esse período, o valor será reduzido gradualmente, conforme a expectativa de vida calculada pelo IBGE.

Na decisão, o magistrado afirmou que a falta de itens básicos de segurança tornava o risco previsível e que o acidente poderia ter sido evitado com medidas simples, como a instalação de barreiras de proteção ao redor da piscina.

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O juiz também entendeu que, ao contratar uma família com crianças pequenas para morar e trabalhar na fazenda, o proprietário assume responsabilidade pelas condições do ambiente oferecido aos trabalhadores.

A sentença reconheceu, porém, a existência de culpa compartilhada. Segundo o entendimento da Justiça, os pais também tinham o dever de supervisionar a criança no momento do acidente.

No processo, a família declarou que havia solicitado a instalação de proteção na piscina antes da tragédia, mas o pedido não teria sido atendido. Os pais também relataram dificuldades para conseguir socorro após o afogamento.

Já a defesa do cantor sustentou que houve falha dos pais na vigilância da criança.

A decisão destaca ainda o sofrimento causado pela perda do filho e classifica o episódio como uma das situações mais dolorosas que uma família pode enfrentar.

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