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Hóspede americana é achada morta em hotel de luxo em SP

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No quarto, havia uma garrafa de vodca e comprimidos. Um homem, que se apresentou como cirurgião plástico dela, contou que ela estava no Brasil havia três semanas, onde teria feito procedimento estético

Uma hóspede americana de 40 anos foi encontrada morta em um quarto do hotel de luxo Rosewood São Paulo, na região central de São Paulo, no domingo (31).

Ela foi identificada como Hilde Ann Lynn. No quarto, havia uma garrafa vazia de vodca e um copo jogado no chão. Sobre a cama, diversos comprimidos estavam jogados próximo ao corpo.

De acordo com o boletim de ocorrência, um homem, que se apresentou como cirurgião plástico dela, foi ao hotel à tarde após não conseguir falar com ela pelo celular e contou à gerência que ela estava no Brasil havia cerca de três semanas, e que teria feito um procedimento estético.

Ele relatou ainda que ela fazia uso de drogas e que, dias antes, a teria levado até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em razão de uma possível overdose.

Na véspera, havia sido registrada no sistema do hotel uma reclamação contra Hilde e amigas em um dos restaurantes do hotel por estarem visivelmente bêbadas e com comportamento exaltado. De acordo com o boletim de ocorrência, elas fizeram “demonstrações íntimas em público que evoluíram para uma situação de exposição parcial do corpo, causando constrangimento aos demais hóspedes”.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, foram requisitados exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso foi registrado como morte suspeita pelo 78° DP (Jardins).

Em nota, o hotel disse que tem colaborado com as autoridades. (Leia a íntegra abaixo.)

Inaugurado em 2022, o hotel tem as diárias que começam a partir de R$ 4.400 e chegam a R$ 22.374.

O que diz o Rosewood São Paulo

Abaixo, leia a íntegra da nota:

“O Rosewood São Paulo confirma que a hóspede Hilde Ann Lynn foi encontrada sem vida na tarde deste domingo, 31 de maio.

Desde a constatação do ocorrido, o hotel tem prestado total colaboração às autoridades competentes, fornecendo prontamente todas as informações solicitadas para auxiliar na apuração dos fatos.

Em respeito à privacidade da hóspede, de seus familiares e ao trabalho das autoridades responsáveis, o hotel não comentará detalhes adicionais neste momento.”

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Brasil

Fim da escala 6×1: veja o que pode mudar nos feriados e jornadas de trabalho

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O debate sobre o fim da escala 6×1 voltou ao centro das discussões trabalhistas no Brasil e tem levantado dúvidas entre trabalhadores e empresas, especialmente sobre como ficariam os feriados, folgas e jornadas de trabalho caso a mudança seja aprovada.

A discussão ganhou força após o avanço da PEC 221/19, proposta que prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, além da garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana.

O que é a escala 6×1?

A escala 6×1 é um modelo de jornada em que o trabalhador atua durante seis dias consecutivos e tem direito a um dia de folga. O formato é comum em setores que funcionam diariamente, como:

  • Comércio;
  • Supermercados;
  • Restaurantes;
  • Farmácias;
  • Hotéis;
  • Serviços essenciais.

A modalidade é permitida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), desde que sejam respeitados:

  • Limite máximo de jornada;
  • Intervalos obrigatórios;
  • Descanso semanal remunerado;
  • Convenções coletivas da categoria.

Nos últimos anos, o modelo passou a ser alvo de críticas relacionadas à saúde mental, desgaste físico e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

O que diz a PEC sobre o fim da escala 6×1?

A PEC 221/19 prevê mudanças importantes nas regras trabalhistas. O parecer apresentado em comissão especial da Câmara estabelece:

  • Redução da jornada semanal de 44 para 40 horas;
  • Dois dias de descanso semanal;
  • Proibição prática da escala 6×1;
  • Sem redução salarial aos trabalhadores.

Pela proposta, as mudanças passariam a valer 60 dias após a promulgação da PEC. O texto também prevê um período de transição de um ano para adaptação das empresas.

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Como funcionam os feriados atualmente?

Hoje, independentemente da escala adotada, trabalhadores que atuam em feriados possuem proteção garantida pela legislação trabalhista.

Na prática, empresas precisam:

  • Conceder folga compensatória; ou
  • Realizar pagamento em dobro pelo dia trabalhado.

Isso significa que o feriado não pode ser tratado como um dia comum de expediente.

Além disso, categorias como comércio e serviços essenciais possuem regras específicas definidas em acordos e convenções coletivas.

O que pode mudar nos feriados com o fim da escala 6×1?

Caso a proposta seja aprovada, especialistas avaliam que a principal mudança deverá ocorrer na organização das escalas internas das empresas.

Entre os possíveis impactos estão:

Reorganização das escalas de trabalho

Empresas poderão redistribuir jornadas para garantir mais períodos de descanso e evitar longas sequências de trabalho.

Mudanças no banco de horas

Companhias podem precisar rever acordos de compensação e controle de horas extras.

Necessidade de novas contratações

Setores com funcionamento contínuo poderão ampliar equipes para manter operações em domingos e feriados.

Readequação de plantões

Áreas como saúde, segurança, transporte e hotelaria tendem a exigir ajustes mais complexos nas escalas.

Apesar das possíveis mudanças, os direitos relacionados aos feriados devem continuar garantidos pela legislação trabalhista.

Quando o fim da escala 6×1 pode entrar em vigor?

Atualmente, o fim da escala 6×1 ainda está em discussão no Congresso Nacional. Não existe uma data definitiva para votação da proposta.

O tema deve continuar em debate ao longo de 2026, principalmente diante da pressão social por jornadas mais flexíveis e melhores condições de trabalho.

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Antes de entrar em vigor, a PEC ainda precisa:

  1. Passar pelas comissões legislativas;
  2. Ser aprovada na Câmara dos Deputados;
  3. Ser aprovada no Senado;
  4. Ser promulgada.

Quais setores podem ser mais impactados?

Os setores que dependem de funcionamento contínuo devem sentir os maiores efeitos caso a proposta avance.

Entre eles:

  • Comércio;
  • Saúde;
  • Hotelaria;
  • Transporte;
  • Segurança;
  • Serviços essenciais.

Para empresas, a mudança pode representar aumento de custos operacionais e necessidade de reorganização de equipes.

Por outro lado, trabalhadores defendem que jornadas menos desgastantes podem melhorar produtividade, saúde mental e qualidade de vida.

Apesar do crescimento do debate, a escala 6×1 continua permitida pela legislação brasileira.

Enquanto não há definição oficial, trabalhadores e empresas acompanham as discussões sobre redução da jornada e possíveis impactos nos feriados, folgas e relações de trabalho.

Perguntas frequentes sobre o fim da escala 6×1

A escala 6×1 acabou oficialmente?

Não. Até o momento, não houve mudança definitiva na legislação trabalhista.

Já existe data para votação?

Não há uma data definitiva para votação da proposta no Congresso.

Quem trabalha em feriado continua tendo direito à compensação?

Sim. A legislação garante pagamento em dobro ou folga compensatória.

O fim da escala 6×1 acabaria com o trabalho aos domingos e feriados?

Não necessariamente, principalmente em setores essenciais.

Quais setores podem ser mais afetados?

Comércio, saúde, hotelaria, transporte e serviços contínuos.

*Com informações do portal R7

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Brasil

Mulher é resgatada com vida após ser jogada de penhasco de 50m

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Uma mulher foi resgatada com vida nesta terça-feira (26) depois de ser jogada de um penhasco de 50 metros no Parque Estadual Serra do Rola-Moça, em Belo Horizonte (MG). Ana Cláudia Rodrigues da Silva Souza, de 41 anos, ficou mais de 24 horas esperando por ajuda após a queda.

O ex-companheiro dela, Silvanildo Amâncio de Araújo, de 52 anos, foi preso pela suspeita de ter sequestrado e atirado a mulher do penhasco.

Ana Cláudia havia desaparecido após levar a filha para a escola, no bairro Pindorama, em Belo Horizonte, na manhã de segunda (25). Ela tinha relatado à família que encontrou o ex-companheiro no trajeto.

Segundo a Polícia Militar (PM), o homem chegou a dizer para familiares que jogaria a mulher do penhasco. Ele teria confessado o sequestro e a tentativa de assassinato ao ser preso em Várzea da Palma, a mais de 300 km de Belo Horizonte.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a mulher foi levada consciente e sem sinais de fraturas para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na mesma cidade. Ela conversou com a equipe durante todo o resgate, feito com ajuda de um helicóptero entre o Mirante do Planeta e o Mirante dos Veadeiros – local de difícil acesso.

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Ana Cláudia sofreu ralados principalmente nas costas e tinha um ferimento no pé. Ela permanecia internada até a última atualização desta reportagem.

A mulher sofreu duas quedas, conforme os bombeiros. A primeira, de cerca de 10 metros, era mais íngreme. Os outros 40 metros eram menos inclinados. Para tentar se salvar, ela ainda conseguiu subir cerca de 10 metros, até chegar ao ponto onde foi encontrada pelos bombeiros e içada pelo helicóptero. O trabalho de buscas e resgate contou com mais de 20 militares.

*AE

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