conecte-se conosco


Segurança

Lista aponta os carros mais roubados em São Paulo no ano; HB20 segue líder no top

Publicado

Morar em São Paulo, na maior região metropolitana do país, com mais de 20 milhões de habitantes, exige atenção redobrada dos motoristas. Furtos e roubos de carros estão entre as preocupações do dia a dia. Um estudo feito pela Ituran Brasil, empresa de tecnologia veicular, aponta quais são os carros mais roubados em São Paulo em 2026.

Durante os primeiros sete meses de 2026, 25.065 casos de roubo de veículos leves e utilitários foram registrados. Ainda que seja elevado, o número representa uma queda em relação ao mesmo período no ano passado. Em 2025, 28.896 carros foram roubados, ou seja, uma variação que representa uma diminuição de 13,3% de um ano para o outro.

Estudo feito pela Ituran Brasil, empresa de telemetria e tecnologia veicular com base nos dados da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), mostra os modelos e locais com maior número de registros de roubos e furtos de veículos de passeio e utilitários, durante janeiro e julho de 2026, na Região Metropolitana de São Paulo.

Leia mais:  Caminhão com máquina de R$ 1 milhão é furtado de obra na Serra

Vale lembrar que esse não é o único estudo noticiado por Autoesporte. Recortes dos SUVs mais roubados de São Paulo, além das motos com maior número de incidentes na cidade, também já foram destaque.

Hyundai HB20 segue na frente

 

Assim como em 2025, Hyundai HB20 é o carro com mais registros de roubos e furtos na região metropolitana de São Paulo, em 2026 — Foto: Autoesporte
Assim como em 2025, Hyundai HB20 é o carro com mais registros de roubos e furtos na região metropolitana de São Paulo, em 2026 — Foto: Autoesporte

Quem lidera a lista, assim como em 2025, é o Hyundai HB20. Com 1.213 registros, o modelo segue como o veículo mais visado na região paulista. As mudanças, aliás, também não foram grandes no restante do ranking. Comparando com o ano passado, apenas dois modelos são diferentes entre os 10. Neste ano, Fiat Strada, o carro mais vendido do Brasil em setembro, e Volkswagen Fox dão lugar ao Jeep Renegade e Renault Kwid.

Confira lista dos 10 veículos leves e utilitários mais roubados na região metropolitana de São Paulo:

Veículos mais roubados da região metropolitana de São Paulo

Modelo Veículos roubados
Hyundai HB20 1.213
Ford Ka 1.087
Chevrolt Onix 916
Volkswagen Gol 885
Fiat Uno 819
Chevrolet Corsa 805
Fiat Argo 744
Renault Kwid 715
Fiat Mobi 669
Jeep Renegade 631

Ainda segundo o estudo, 87,5% dos casos são furtos e 12,5%, roubos à mão armada, com maior parte dos registros acontecendo no período noturno e, em seguida, pela tarde. Vale destacar que veículos com mais de 5 anos são os principais alvos. Do número total de casos,18.622 aconteceram com carros que estavam neste recorte.

publicidade

Segurança

Megaoperação mira facção que usa explosivos para impor regras a moradores em Vitória

Publicado

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (7), a Operação Hidra nos morros do Romão e Forte São João, em Vitória. A ação mira integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), investigados por ameaçar moradores, usar explosivos para impor regras à comunidade e olheiros para monitorar policiais. Até o momento, 11 pessoas foram detidas.

Coordenada pelo Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), a operação busca cumprir 20 mandados de busca e apreensão e 15 de prisão. Cerca de 130 agentes das forças de segurança participam da megaoperação.

As investigações começaram com trabalhos de inteligência e ações de campo, com apoio do 1º Batalhão da Polícia Militar (1º BPM), por meio da 1ª Companhia. Segundo a PCES, o grupo criminoso mantinha equipes de olheiros em pontos estratégicos e mirantes das comunidades.

De acordo com as apurações, os suspeitos utilizavam rádios comunicadores e grupos de WhatsApp para acompanhar a movimentação policial. A investigação também aponta ostentação de armas de fogo, ameaças de morte e uso de explosivos contra moradores para impor regras e exercer domínio territorial.

Leia mais:  Doméstica simula sequestro para roubar casa na Mata da Praia e acaba presa

A Polícia Civil informou ainda que o grupo investigado estaria envolvido no comércio de drogas e na promoção de eventos para arrecadar recursos destinados à organização criminosa.

O nome Hidra faz referência à criatura da mitologia grega de várias cabeças e, segundo a polícia, simboliza a estrutura ramificada do grupo investigado.

 

Operação é resposta aos criminosos, diz delegado-geral

O delegado-geral da Polícia Civil, Jordano Bruno, destacou a operação é fruto de um trabalho de inteligência integrada entre a Polícia Penal, Civil e Militar.

 

Através do mapeamento da localidade, foram identificados um grupo de indivíduos comercializando drogas, fazendo a utilização ostensiva de armas de fogo. Havia a necessidade de uma resposta rigorosa por parte das forças de segurança. Onze pessoas foram presas até o momento e os líderes foram identificados. A ação permitiu prender desde os olheiros, vapores, os gerentes, como também as lideranças. Dessa forma, trazemos mais sossego e segurança para a população.

Jordano Bruno, delegado-geral da Polícia Civil

 

As diligências contam com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), do Departamento Especializado de Narcóticos (Denarc), do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), da Polícia Penal do Espírito Santo e da Polícia Militar.

Leia mais:  Megaoperação no ES e em outros estados mira em esquema do PCC em postos de combustíveis

A operação é coordenada pelo chefe do DEHPP, delegado Luiz Gustavo Ximenes. Ele explica que a investigação começou há cerca de cinco meses e entre os investigados estão suspeitos de assassinatos motivados pelo tráfico de drogas.

“Conseguimos apurar que as festas eram usadas para arrecadar dinheiro e movimentar o tráfico de drogas no Romão”, disse o delegado.

Continue lendo

Segurança

Mulher pede ajuda à PM após ser atacada com chave de fenda; marido é suspeito

Publicado

Uma mulher afirmou ter sido agredida pelo marido com uma chave de fenda e uma faca em Caratoíra, em Vitória. Segundo o relato dela à Polícia Militar, o homem pediu dinheiro e iniciou as agressões após ela se recusar a entregar a quantia.

Uma equipe da Polícia Militar encontrou a vítima enquanto ela subia a Escadaria Maximiano Passini, conhecida como Escadaria da Fama. A passagem corta parte de Caratoíra e dá acesso ao Morro do Alagoano.

De acordo com a vítima, o marido passou a ofendê-la depois da recusa e, em seguida, a feriu com os dois objetos. Ela apresentou perfurações nos pés, nas pernas e na cabeça, além de escoriações.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a mulher e a levou ao Pronto Atendimento da Praia do Suá.

Os policiais receberam a informação de que o suspeito poderia estar na casa da mãe dele. Como a equipe não tinha o endereço correto, não foi até o imóvel indicado e fez patrulhamento na região, mas não localizou o homem.

Leia mais:  Megaoperação no ES e em outros estados mira em esquema do PCC em postos de combustíveis

A Polícia Civil informou que registrou a ocorrência como lesão corporal.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana