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Política Nacional

Luis Felipe Salomão assume presidência do STJ nesta quarta

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O ministro Luis Felipe Salomão toma posse nesta quarta-feira (19) como presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A cerimônia está marcada para as 18h e oficializa o início da gestão que comandará a Corte no biênio 2026-2028. O ministro Mauro Campbell Marques também será empossado, como vice-presidente.

A solenidade encerra a gestão do ministro Herman Benjamin, que presidiu o STJ desde agosto de 2024. Salomão e Campbell foram escolhidos por unanimidade pelo Pleno do tribunal em 14 de abril para ocupar os dois principais postos da Corte no próximo biênio.

Campbell deixa o comando da Corregedoria Nacional de Justiça, que será assumido pelo ministro Benedito Gonçalves.

A cerimônia contará com a presença dos presidentes dos Três Poderes: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Luis Felipe Salomão acumula 18 anos de atuação como ministro do STJ. Antes de chegar à Corte, foi juiz e desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e atuou como promotor de Justiça em São Paulo.

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*AE

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Política Nacional

Daniella Marques: “Dessa vez, nem os bancos querem fazer o L”

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Nesta segunda-feira (17), a coordenadora do núcleo de economia da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Daniella Marques, disse que “dessa vez, nem os bancos querem fazer o L”. A fala foi registrada durante participação dela na conferência do banco Santander, em São Paulo (SP).

A expressão “fazer o L” faz referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com Daniella, há risco de colapso do crédito no país se não houver mudança de modelo econômico ainda neste ciclo eleitoral.

– Se a gente não tiver uma inflexão da curva, o ano que vem as famílias estão arrastadas. Vai ser dramático. Por isso eu tenho defendido na Faria Lima [referência ao mercado financeiro], na população. Você fala: “Dessa vez nem os bancos querem fazer o L, porque sabe que tem 100% de chance de dar errado” – comentou.

Na avaliação dela, é necessário mexer na trajetória de dívida PIB e na revisão do arcabouço. As informações são do Poder360.

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Política Nacional

Com Lula, dívida pública atinge patamar histórico: R$ 10 trilhões

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A dívida pública do Brasil avançou e atingiu o patamar de 81,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em junho de 2026. Segundo o relatório oficial do Banco Central, o montante subiu para R$ 10,8 trilhões. Esse resultado sofreu forte impacto do acúmulo de juros.

Esse percentual é o maior desde abril de 2021, durante a pandemia da Covid-19. Desde janeiro de 2023, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o cargo pela terceira vez, o nível de endividamento cresceu 10,2 pontos percentuais.

Os dados integram valores dos governos federal, estadual e municipal, além do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A redução da Selic, a taxa básica de juros, é a principal variável que pode influenciar na redução do indicador divulgado no fim de julho.

A dívida líquida nacional, que exclui créditos estatais, seguiu a trajetória de alta e chegou a R$ 9 trilhões, o equivalente a 68,5% do PIB. O salto nas despesas com juros ajudou a consolidar um rombo deficitário de R$ 1,3 trilhão em todo o setor público do nosso território.

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Os registros atestam uma forte deterioração das contas federais, cenário já advertido pelo Tesouro Nacional. Apenas no mês de junho, a União cravou um déficit primário de R$ 47,2 bilhões. Em 12 meses, o rombo atinge R$ 139,7 bilhões, contrastando com o saldo positivo dos estados, que soma R$ 22,1 bilhões desde o início de 2026.

Apesar da grave crise fiscal e do ano eleitoral, a gestão federal prossegue criando programas que elevam as despesas. Houve o desbloqueio de R$ 5,7 bilhões, garantindo R$ 1,2 bilhão para emendas parlamentares, mas mantendo o contingenciamento de R$ 1 bilhão na área da saúde.

A métrica dívida-PIB é um termômetro que mede o risco de investir no país, mostrando a real capacidade de o Estado quitar os seus compromissos.

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