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Na Justiça, filhas acusam Stênio Garcia de ocultar bens e abandoná-las

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A coluna Fábia Oliveira descobriu que, no dia 29 de abril, Gaya e Cássia, filhas de Stênio Garcia, apresentaram à Justiça suas defesas no processo ajuizado pelo pai. Apesar das manifestações públicas sobre o caso, as duas ainda não haviam dado suas versões oficiais sobre os fatos ao juiz.

A dupla chegou a se manifestar sobre um pedido liminar feito por Stênio, mas destacou que a versão completa acerca dos fatos seria elaborada na apresentação de sua defesa formal.

Stênio Garcia e as filhas brigam na Justiça por um imóvel localizado em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O ator, de 93 anos, diz ter direito ao usufruto vitalício do apartamento e afirma que o bem foi alugado. O dinheiro, porém, não estaria sendo repassado para ele.

Benefício e vida financeira

Na Justiça, filhas acusam Stênio Garcia de ocultar bens e abandoná-las - destaque galeria

Logo de início na peça de defesa, as filhas de Stenio Garcia pedem que o benefício de gratuidade de Justiça concedido ao pai seja revogado. As irmãs alegam que o genitor possui um padrão de vida incompatível com a concessão. Segundo elas, o ator possui inúmeras contas correntes, mas teria omitido tal fato do Judiciário. Elas sustentam que o pai ostenta um robusto patrimônio de imóveis, cujos registros não estariam em seu nome.

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Indo além, dizem que ele recebeu uma indenização milionária decorrente da rescisão de seu contrato com a Rede Globo. Cassia e Gaya contestam a afirmação do artista, que alega viver exclusivamente de sua aposentadoria.

Usufruto e direito

Ainda na contestação, as herdeiras de Stenio dizem ter desocupado o imóvel objeto da disputa há décadas. Elas narram que a mãe, Clarice Piovezan, também possui o usufruto do apartamento e que é a única residente do local.

Elas expõem que, apesar de serem proprietárias do imóvel, não têm sua posse ou uso. Cassia e Gaya dizem, também, que o pai deixou de registrar o direito da ex-esposa documentalmente e que sustenta, falsamente, ser o único usufrutuário do imóvel.

Elas afirmam que a narrativa do ator é inconsistente e que omite fatos relevantes, além de negar terem o impedido de usar o usufruto. De acordo com as duas, o famoso sempre soube e concordou com o uso do imóvel por Clarice. Elas dizem, ainda, que o pai nunca pediu qualquer contraprestação.

Abandonos e vida íntima

Cassia e Gaya contestam integralmente as acusações de Stênio Garcia quanto à ocorrência de abandono afetivo e material, e afirmam não haver qualquer prova de tais acusações. As irmãs garantem que o artista é plenamente capaz financeiramente e que leva uma vida luxuosa, sem depender de ajuda externa.

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Elas dizem, ainda, que o genitor busca retratá-las como pessoas ingratas. Segundo elas, o afastamento emocional foi provocado pelo ator, que teria as excluído de sua vida. Cassia e Gaya dizem que Stênio é manipulado e controlado pela esposa, Marilene Saade.

As filhas de Stenio Garcia dizem, também, que não conseguem se aproximar do pai e que não faltaram tentativas de reaproximação.

 

Fonte: Metrópoles.

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Festival de Inverno de Guaçuí 2026 transforma o Caparaó com jogos e clima de Las Vegas

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O Festival reúne nomes como Alexandre Pires, Paulo Ricardo e Almir Sater, além do tributo oficial aos Mamonas Assassinas
O que Las Vegas e o Caparaó têm em comum? Entre luzes, jogos e uma atmosfera inspirada na icônica cidade norte-americana, em 2026 a resposta passa por Guaçuí, com o Festival de Inverno de Guaçuí (FIG). A cada edição propondo novas vivências para a região das montanhas capixabas, o evento se consolida como um festival de experiências e retorna de 4 a 6 de junho, durante o feriado de Corpus Christi, no Caparaó, tendo como cenário o Centro de Eventos do município. A programação reúne música, gastronomia e ambientação temática em uma proposta que convida o público a uma imersão inesquecível. No palco, nomes como Alexandre Pires, Paulo Ricardo e Almir Sater se apresentam, além do show oficial em tributo aos Mamonas Assassinas e artistas capixabas que completam a programação.
Os ingressos seguem à venda, mas é importante ficar atento: a virada de lote acontece no dia 10, com alteração nos valores. O público interessado pode garantir presença antecipadamente por meio do link: https://www.meubilhete.com.br/festival-de-inverno-de-guacui-2026
A proposta temática se desdobra na experiência do público, com uma ambientação inspirada nos cassinos de Las Vegas, concebida por uma equipe especializada com atuação nacional. O espaço ganha contornos imersivos com a presença de croupiers, que conduzem mesas de jogos gratuitos como Black Jack, Poker, Poker Caribenho e Roleta, convidando o público a participar de forma orientada e inteiramente recreativa, sem qualquer prática de apostas. Cada visitante irá receber uma quantidade de fichas para poder participar dos jogos propostos. 
Ainda, para complementar a experiência, estarão disponíveis diferentes jogos de fliperama e máquinas de garra, um equipamento interativo em que o participante controla uma pinça mecânica para tentar capturar prêmios. A composição cenográfica e as ativações foram pensadas para criar uma atmosfera envolvente, em que cada detalhe contribui para uma vivência memorável ao longo do festival.
Entre as novidades desta edição, o festival apresenta uma área premium inédita, pensada como uma nova forma de vivenciar o evento: o camarote. O espaço foi concebido para oferecer mais conveniência, com acesso diferenciado, ambiente reservado e vista privilegiada de frente para o palco. A aquisição contempla uma mesa para até quatro pessoas, com serviço de garçom, além de banheiro privativo e cardápio digital integrado aos restaurantes, reunindo conforto e praticidade ao longo da programação.
A gastronomia também ganha um novo olhar nesta edição, com uma curadoria voltada a nomes tradicionais da região, que passam a assumir o protagonismo da experiência culinária do festival. A proposta amplia a diversidade de sabores, reunindo opções que vão da culinária japonesa à árabe, além de pizzas, massas e a cozinha capixaba, com destaque para moquecas e frutos do mar. A expectativa é reunir uma diversidade de propostas culinárias de alta qualidade, reforçando a construção de uma experiência que se estende ao paladar. 
Para o criador do festival, Elias Carvalho Soares, o FIG vai além da programação artística e se consolida como um importante vetor de desenvolvimento para a região. “Ao longo dos anos, o festival se firmou como um motor para o turismo no Caparaó, movimentando a economia local e criando oportunidades para diferentes setores. É um impacto que chega aos empreendedores, aos serviços e a toda a cadeia envolvida, ao mesmo tempo em que fortalece a identidade cultural da região e amplia a visibilidade de Guaçuí no cenário nacional”, explica. 
Atrações musicais
No palco, o line-up confirmado reúne nomes de peso da música brasileira. Alexandre Pires apresenta a turnê “Pagonejo”, um espetáculo de grande porte que mistura pagode e sertanejo em cerca de duas horas de show. Paulo Ricardo retorna ao FIG trazendo consigo um histórico marcante — é dele o recorde de público do festival — enquanto o tributo oficial aos Mamonas Assassinas se consolida como um dos momentos mais aguardados do festival. 
Já Almir Sater conduz o público por clássicos da música regional brasileira, como Tocando em Frente e Chalana. A programação se completa com a presença da cantora capixaba Priscila Ribeiro, da banda Royal6 e do Dallas Country, compondo uma sequência de apresentações que atravessa diferentes ritmos e momentos ao longo dos dias de festival. 
Serviço
Festival de Inverno de Guaçui 2026 
Data: de 4 a 6 de junho de 2026 – Feriado de Corpus Christi.
 Local: Centro de Convenções de Guaçui. 

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Orquestra Brasileira de Cantores Cegos apresenta mostra inédita com três repertórios no Theatro Carlos Gomes

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Após três anos de pesquisa, criação e encenações, a Orquestra Brasileira de Cantores Cegos apresenta uma mostra inédita que reúne, pela primeira vez, os três repertórios desenvolvidos pelo grupo desde o início do projeto. Ao todo, mais de 50 canções da tradição oral brasileira ganham o palco do Theatro Carlos Gomes, em Vitória, de 13 a 15 de maio, em uma temporada que celebra a trajetória do coletivo e a diversidade cultural que forma o patrimônio imaterial transmitido entre gerações de norte a sul do País.

A realização é da Associação Sociedade Cultura e Arte (SOCA Brasil) com produção da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coprodução Espaço Contêiner e o patrocínio do Itaú e MIP-Multilift, com recursos da Lei Rouanet e o apoio do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura. As apresentações também contam com o apoio do Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Cultura (Secult).

Formada por 16 cantores cegos, a Orquestra Brasileira de Cantores Cegos constrói uma experiência cênico-musical que atravessa diferentes localidades e comunidades do Brasil. As apresentações revelam cantos de trabalho, festejos e rituais de povos indígenas, comunidades quilombolas e populações rurais.

Os três repertórios compartilham o mesmo conceito, mas apresentam também suas características próprias. Juntos, compõem um mosaico da cultura oral brasileira, com canções de domínio público que resistem ao tempo e seguem vivas na memória coletiva.

“A oralidade popular brasileira é riquíssima, parece infindável. No palco, as pessoas veem este repertório vivo. O coro de cantores cegos é muito impactante e também a camada performativa, com luz, atuação, movimento, regência percussiva”, afirma a coordenadora do projeto e diretora artística, Rejane Arruda.

“É tudo muito bonito e traz um impacto emocional forte. O resgate da memória, a presença das relações parentais, a alusão à vida em comunidade. É uma espécie de retrato do Brasil em forma de canção e também pela poética cênica. A gente vê a força também da encenação. Os três repertórios formam uma espécie de trilogia”, explica.

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Temporadas

Ao longo de sua trajetória, o projeto já realizou diversas temporadas e alcançou um público superior a 9 mil pessoas, com ações voltadas à democratização do acesso à cultura. Parte significativa da plateia é formada por estudantes da rede pública, que participam das sessões mediante agendamento prévio.

“Estamos vivendo um momento muito especial. Nossa expectativa é receber um grande público e compartilhar esse trabalho, que está sendo feito com muita dedicação e amor”, considera a cantora cega Geovana Santos. “Ensaiar as canções das três temporadas ao mesmo tempo tem sido um desafio intenso. Cada repertório tem sua própria identidade e reviver essas três fases ao mesmo tempo tem sido uma experiência muito especial para todos nós”.

“É muito gratificante ensaiar os três repertórios para apresentar num espaço como o Theatro Carlos Gomes, lugar que nunca visitei e onde eu estarei pela primeira vez. Estamos nos preparando para fazer um lindo espetáculo. Espero que o público compareça para nos prestigiar e se encante com as apresentações, mesmo aquelas pessoas que já nos assistiram em outras oportunidades”, afirma o cantor cego Maycon Machado.

Tradição e música em cena

A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos articula música e encenação em apresentações marcadas pela interação dos cantores com os atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e pelo forte impacto visual do cenário e da iluminação. A regência do maestro Thomas Davison propõe uma condução criativa baseada na percussão corporal, enquanto o piano de Evelyn Drummond sustenta a base harmônica dos arranjos assinados por Tarita de Souza.

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As canções foram reunidas a partir da pesquisa da musicista Renata Mattar, que registra desde a década de 1990 a existência dessas cantigas que são transmitidas por gerações dentro de comunidades tradicionais.

Atendimentos prioritários

Estão previstas sessões com atendimento prioritário à comunidade escolar, com reserva de ingressos e oferta de transporte para grupos organizados. As escolas interessadas podem se inscrever por meio de formulário disponibilizado pela produção.

A iniciativa também conta com uma rede de voluntariado para acolhimento do público e ações de acessibilidade, reforçando o compromisso do projeto com a inclusão. É necessário solicitar à produção o atendimento prioritário enviando uma mensagem pelo Whatsapp (27) 99609-8181.

Programação:

📅 13 de maio, quarta-feira

REPERTÓRIO #2 (2024)

⏰ às 20h

🎟️Ingressos disponíveis a partir de 08 de maio, às 12 horas: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-brasileira-de-cantores-cegos-mostra-de-repertorios-repertorio-02-1a-apresentacao/3360934

 

 

📅 14 de maio, quinta-feira

REPERTÓRIO #2 (2024)

⏰ às 15h

🎟️Ingressos disponíveis a partir de 08 de maio, às 12 horas: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-brasileira-de-cantores-cegos-mostra-de-repertorios-repertorio-02-2a-apresentacao/3399463

 

REPERTÓRIO #1 (2023)

⏰ às 20h

🎟️Ingressos disponíveis a partir de 08 de maio, às 12 horas: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-brasileira-de-cantores-cegos-mostra-de-repertorios-repertorio-01-apresentacao-unica/3399481

 

 

📅 15 de maio, sexta-feira

REPERTÓRIO #3 (2025)

⏰ às 20h

🎟️Ingressos disponíveis a partir de 08 de maio, às 12 horas: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-brasileira-de-cantores-cegos-mostra-de-repertorios-repertorio-03-apresentacao-unica/3399498

 

 

Serviço:

MOSTRA DE REPERTÓRIOS – ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS

📅 13 a 15 de maio

📍 Theatro Carlos Gomes – Praça Costa Pereira, Centro – Vitória (ES)

🎟️ Entrada gratuita (ingressos disponíveis no Sympla a partir das 12h do dia 08 de maio)

 

📲 Agendamento de grupos, escolas e informações: WhatsApp SOCA Brasil

📞 (27) 99609-8181

 

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