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Internacional

O que se sabe sobre o suspeito do ataque a tiros em evento com Donald Trump

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Identificado como Cole Thomas Allen, de 31 anos, o suspeito de atirar durante evento com o presidente Donald Trump, neste sábado (25), foi preso e agora é investigado pelas autoridades federais dos Estados Unidos.

O que aconteceu: o ataque ocorreu no hotel Washington Hilton, em Washington. O local sediava o tradicional jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca. Trump participava do evento junto com integrantes do alto escalão do governo.

Quem é o suspeito

  • Cole Thomas Allen tem 31 anos e é natural da Califórnia.
  • Nas redes sociais, se descreve como engenheiro mecânico, cientista da computação, desenvolvedor de jogos e professor.
  • Segundo seu perfil no LinkedIn, formou-se em engenharia mecânica pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia em 2017. Também concluiu mestrado em ciência da computação pela Universidade Estadual da Califórnia, em Dominguez Hills.

O ataque

  • Segundo autoridades, ele efetuou ao menos um disparo. Há indícios de que Allen estava hospedado no próprio hotel.
  • Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves porque usava colete à prova de balas. O agente foi levado ao hospital e passa bem, mas não está claro se foi ferido por um disparo efetuado por Allen.
  • Trump afirmou que o suspeito portava “diversos armamentos”.
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Investigação e acusações

  • O FBI confirmou a prisão. O suspeito está sob custódia.
  • Ainda não se sabe a motivação do ataque nem como ele entrou armado no evento.
  • Possíveis acusações: segundo a promotora federal em Washington, Jeanine Pirro, o suspeito foi acusado de uso de arma de fogo durante crime violento e agressão contra agente federal com arma perigosa. Novas acusações ainda podem ser adicionadas.

Jantar foi cancelado

Melania Trump e Donald Trump durante jantar dos correspondentes da Casa Branca antes dos tiros. Foto: Tom Brenner/Associated Press/Estadão Conteúdo
  • Em post nas redes sociais, Trump disse que recomendou que o evento continuasse, mas o jantar foi cancelado. Weijia Jiang, presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), disse que a polícia solicitou que todos deixassem o local devido ao protocolo.
  • O evento deve ser reagendado nos próximos 30 dias.

Com informações do Estadão e R7.

O atirador foi detido e eu recomendei que ‘deixássemos o show continuar’, mas seguiremos inteiramente as orientações das forças policiais (…) A primeira-dama, o vice-presidente e todos os membros do Gabinete estão em perfeitas condições.

Donald Trump em post nas redes sociais

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Internacional

Capixabas na Nasa: astronauta mostra como é Vitória vista do espaço

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Você já imaginou como é ver a sua cidade de cima? Não estamos falando de drone, muito menos de um avião. É lá de cima mesmo, do espaço sideral. Essa foi a experiência vivida durante uma imersão de estudantes capixabas na Nasa, nos Estados Unidos.

Ao longo de uma semana na Space Center University, em Houston, alunos da Escola Americana de Vitória tiveram acesso a atividades e simulações que mostram, na prática, como funciona o treinamento de missões espaciais.

Um dos momentos mais marcantes foi a visualização de Vitória diretamente do espaço. A imagem da capital capixaba iluminada foi apresentada pelo astronauta Gregory Chamitoff, que mostrou como a cidade aparece no mapa visto de fora da Terra — uma perspectiva rara e impressionante.

Chamitoff é veterano da Estação Espacial Internacional e esteve no espaço em duas ocasiões. O CEO da Escola Americana de Vitória, Cristiano Carvalho, contou que o encontro com o astronauta foi um dos momentos mais emocionantes da viagem.

Este astronauta passou seis meses na Estação Espacial Internacional. Inclusive treinou com Marcos Pontes (o primeiro astronauta brasileiro), gostou muito de fazer o treinamento com ele. Também mencionou que o momento mais tenso nas missões é, de fato, a reentrada na Terra, em função do calor e da precisão. Que o momento mais tenso foi quando ele entrou na cápsula e pousou na Rússia, sofrendo mais impacto pelas forças gravitacionais”

Cristiano Carvalho, CEO da Escola Americana de Vitória

Os alunos que foram ao passeio foram selecionados pelo desempenho acadêmico nas disciplinas de matemática, ciências, codificação e inglês.

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Por lá, desenvolveram trabalhos reais de engenharia, que envolveram, dentre outras coisas, a construção e teste de rovers, que são veículos exploradores, utilizando robótica e codificação.

Além disso, projetaram habitats para abrigar humanos no espaço e desenvolveram placas de isolamento térmico para uso em naves espaciais, com restrições reais de tempo e orçamento.

O trabalho dos estudantes surpreendeu até mesmo o astronauta, que elogiou os alunos pelas atividades.

“Foi uma experiência fantástica conhecê-los. Muito obrigado ao programa Space Young Leaders, que proporcionou a eles uma experiência educacional incrível no Johnson Space Center, em Houston. Esses estudantes vão criar um futuro brilhante para todos nós, na Terra e no espaço”, disse Chamitoff.

Réveillon do Brasil visto do espaço

Outra experiência que os estudantes tiveram foi uma conversa com o astronauta americano Kevin Ford, coronel reformado da Força Aérea americana.

Kevin Ford em apresentação para os alunos na Nasa e na foto com o CEO da Escola Americana de Vitória. Reprodução/EAV

Ford foi piloto do ônibus espacial Discovery na missão STS-128, em 2009, quando a nave transportou mais de 9 toneladas de carga para a Estação Espacial Internacional.

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Posteriormente, retornou ao espaço a bordo de uma Soyuz, tornando-se comandante da Expedição 34, totalizando 157 dias em órbita ao longo da carreira.

O astronauta divide ainda uma conexão com o Brasil, uma vez que foi colega de Marcos Pontes, em missão em 2006. Apesar de não terem embarcado no mesmo período, compartilharam o ambiente.

“Diferenças culturais não são obstáculos. Lá no espaço, são humanos em um grande laboratório pensando em formas de melhorar a vida dos humanos na Terra”, destacou.

Outra curiosidade compartilhada pelo astronauta Kevin Ford foi sobre um réveillon bastante incomum: ele passou a virada de ano a bordo da Estação Espacial Internacional. De lá, teve uma visão privilegiada do planeta e aproveitou a noite observando as diferentes celebrações ao redor do mundo.

Segundo relato de Cristiano Carvalho, um dos momentos que mais chamou a atenção do astronauta foram os fogos de artifício em Salvador, que se destacaram vistos do espaço.

Fotos: Reprodução/EAV

Os alunos também tiveram a oportunidade de conversar com Herb Baker, executivo aposentado da Nasa, que acompanhou a agência desde as históricas missões Apollo. Baker é autor do livro De Apollo a Artemis, e autografou dois exemplares para a EAV.

“Não procurem uma profissão que te leve à Nasa. Procure algo que te realize e que você exerça com paixão. Isso tem muito mais potencial para te colocar na Nasa ou em qualquer outro lugar de destaque”, disse aos alunos.

Fotos: Reprodução/EAV

Fonte: Folha Vitória.

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Internacional

O caso incomum da colombiana que ficou grávida de dois homens ao mesmo tempo

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Da BBC – Em 2018, uma mulher compareceu ao Laboratório de Genética de Populações e Identificação da Universidade Nacional da Colômbia com um pedido: ela teve dois filhos gêmeos dois anos antes e gostaria de confirmar sua paternidade. 

O teste de rotina foi feito e repetido em seguida. O resultado foi tão surpreendente que era preciso ter certeza: os gêmeos eram filhos da mesma mãe, mas de pais diferentes.

Este é um fenômeno extremamente incomum, conhecido como superfecundação heteropaternal. Foram relatados cerca de vinte casos como este em artigos científicos, a nível mundial.

Os especialistas da universidade sabiam que era possível, mas nunca haviam presenciado um caso destes — o que, naturalmente, despertou seu interesse científico.

Como foi a análise

Para determinar a paternidade de qualquer pessoa, os cientistas do Laboratório de Genética de Populações e Identificação da Universidade Nacional da Colômbia utilizam uma tecnologia conhecida como “marcadores microssatélites”.

“Nós pegamos o DNA de cada um deles, observamos de 15 a 22 pontos, conhecidos como microssatélites, e os comparamos um a um”, explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o professor William Usaquén, diretor do laboratório.

Mas este não é um processo simples, como colocar o DNA sob um potente microscópio e observá-lo.

Resultado extraordinário

No caso dos gêmeos de pais diferentes descobertos em 2018, os cientistas do Instituto de Genética da Universidade Nacional da Colômbia analisaram 17 microssatélites do DNA da mãe, dos dois bebês e do suposto pai que se apresentou para o teste.

Eles concluíram que o DNA do suposto pai coincidia com um dos meninos, mas não com o outro. Era um resultado extraordinário sob todos os aspectos.

“Sou diretor do laboratório há 26 anos e este é o primeiro caso que presenciamos”, destaca Usaquén. “E, até agora, o único.”

Seguindo o protocolo, eles repetiram o teste desde o princípio para descartar que fosse um erro de processo ou uma confusão nas amostras. E chegaram ao mesmo resultado da primeira vez.

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