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Política Nacional

Oito anos de excelência: Marcos do Val consolida trajetória de destaque no ranking os políticos

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Desde que assumiu o mandato no Senado Federal, em fevereiro de 2019, o senador Marcos Do Val (Avante-ES) nunca deixou de figurar entre os parlamentares mais bem avaliados do país pela plataforma independente Ranking dos Políticos. Em 2026, pelo oitavo ano consecutivo, vem despontando como o melhor senador capixaba pela plataforma, que classifica todos os 594 membros do Congresso Nacional com base em votações, presença em sessões, gastos com verbas parlamentares e proposições legislativas.

Já nos primeiros anos de mandato, Do Val conquistou posição de destaque pela atuação no combate à corrupção, aos privilégios e ao desperdício público, pela presença nas sessões, pela economia de verbas e pela ausência de processos judiciais. O reconhecimento chegou também em nível nacional: em 2020 e 2021, o senador alcançou o segundo lugar entre os melhores do país, além de ser eleito o primeiro colocado no Espírito Santo, impulsionado pela relatoria do pacote anticrime e pela defesa de melhorias para a segurança pública.

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Um dos pilares desse desempenho é o uso criterioso das verbas parlamentares. Do Val manteve um gabinete enxuto e economizou mais de R$ 4,5 milhões da cota parlamentar ao longo do mandato. Na destinação de emendas orçamentárias, adotou postura igualmente transparente: comunica o Ministério Público Estadual sobre cada recurso destinado aos 78 municípios capixabas e mantém atualizado o site www.senadortransparente.com.br, onde qualquer cidadão pode verificar para onde e com qual finalidade os valores foram encaminhados.

No plenário e nas comissões, o senador Marcos Do Val se distingue pelo engajamento em pautas como o combate à corrupção e a valorização da segurança pública. Avaliado de forma objetiva e apartidária ao longo de oito anos consecutivos, ele consolida-se como um dos parlamentares mais consistentes do Espírito Santo na história recente do Congresso Nacional.

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Política Nacional

Apoiadores de Bolsonaro falam de perseguição aos donos da Ypê

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A determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que sejam suspensas a fabricação, comercialização, distribuição e uso de itens da marca Ypê gerou reações entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que apontam uma possível perseguição política.

Isto porque nas eleições de 2022, os donos da empresa doaram R$ 1 milhão para a campanha de reeleição de Bolsonaro, de acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O total foi dividido entre três membros da família Beira. Jorge Eduardo Beira, vice-presidente de operações da empresa, fez uma contribuição de R$ 500 mil. Já Waldir Beira Júnior e Ana Maria Beira doaram R$ 250 mil cada.

– Vou continuar usando. Um monte de agrotóxicos liberados nas nossas frutas e nós comemos. Ahh nos poupem! Isso aí tem cara de viés político – comentou uma internauta em publicação do Pleno.News.

– Época de eleição. Anvisa querendo gerar prejuízo para a marca. Vou continuar usando – disse outro.

– Eu sei, você sabe, todos sabem o motivo disso estar acontecendo… – comentou um terceiro.

– Agora estão perseguindo somente ela [Ypê], mas todas as outras que doaram dinheiro para o Lula seguem normalmente, assim é quando os chefes da quadrilha têm o poder em mãos!!! – disse mais um.

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Em 2022, além da doação à campanha de Bolsonaro, outro episódio envolveu a fabricante e o líder conservador. A empresa Química Amparo, dona da Ypê, foi condenada por causa de uma live que fez a favor do ex-presidente. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15).

A condenação considerou que houve assédio eleitoral. A sentença proíbe a Química Amparo “de fazer propaganda eleitoral a favor de qualquer candidato a cargo político” e determinou uma multa de R$ 100 mil se a Ypê voltar a fazer propaganda política aos funcionários.

Na época, a empresa comentou em nota que era “apartidária”.

 

SUSPENSÃO E RECOLHIMENTO

Na determinação desta quinta-feira (7), a Anvisa alegou que identificou falhas relevantes em etapas críticas do processo produtivo. Entre os problemas apontados estão irregularidades nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.

De acordo com a agência, as falhas comprometem o cumprimento das exigências de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para saneantes e podem representar risco sanitário aos consumidores, incluindo possibilidade de contaminação microbiológica, com presença indesejada de microrganismos patogênicos.

Segundo o órgão informou ao G1, a inspeção que levou à suspensão e recolhimento foi motivada por um “histórico de contaminação microbiológica” registrado na empresa em novembro de 2025. Na época, foi detectada a bactéria Pseudomonas aeruginosa durante uma análise interna.

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A empresa informou que fez o recolhimento voluntário dos produtos e destacou que o risco para a maioria dos consumidores é considerado baixo. Ainda assim, pessoas imunossuprimidas devem evitar contato direto e prolongado com o produto concentrado, principalmente em casos de feridas abertas.

Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no solo e na água, mas pode causar infecções graves em pessoas com baixa imunidade. Os principais grupos de risco incluem pacientes com câncer, transplantados, usuários de medicamentos imunossupressores, pessoas com doenças crônicas graves e pacientes com feridas, queimaduras ou dispositivos médicos.

Importante frisar que a bactéria não causa doença apenas por estar presente no produto. O perigo ocorre quando a bactéria entra no organismo por feridas, mucosas ou equipamentos médicos, podendo provocar infecções na pele, pulmões, trato urinário e até na corrente sanguínea.

Em nota, a empresa esclareceu que possui fundamentação científica robusta, baseada em testes e laudos técnicos independentes, atestando que seus produtos são seguros e não representam qualquer risco ao consumidor.

 

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Política Nacional

“Sentiram o golpe”: os diálogos que ligam Ciro Nogueira a Vorcaro

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A decisão do ministro André Mendonça que autorizou a quinta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (7/5), detalha uma série de mensagens que foram interceptadas pela Polícia Federal e que, segundo os investigadores, demonstram proximidade entre o senador Ciro Nogueira e o banqueiro Daniel Vorcaro no contexto das investigações sobre o Banco Master.

As conversas fazem parte do inquérito que apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

“É um senador. Muito amigo meu”

Um dos trechos reproduzidos pela investigação mostra Daniel Vorcaro descrevendo Ciro Nogueira à então companheira, Martha Graeff. “É um senador. Muito amigo meu.”

Na sequência, o banqueiro acrescenta: “Quero te apresentar. Um dos meus grandes amigos de vida”.

“Saiu exatamente como mandei”

Outro núcleo importante da investigação envolve uma emenda apresentada por Ciro Nogueira relacionada ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Segundo a decisão do STF, a PF identificou que uma minuta da proposta teria sido produzida por assessores ligados ao Banco Master e enviada fisicamente à residência do senador em um envelope endereçado apenas a “Ciro”.

Os investigadores afirmam que o texto foi posteriormente reproduzido “de forma integral” pelo parlamentar.

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Após a apresentação da emenda, Daniel Vorcaro comemorou em mensagem: “Saiu exatamente como mandei”.

Em outra conversa, o banqueiro celebrou o impacto da proposta no mercado financeiro: “Ciro soltou um projeto de lei agora que é uma bomba atômica no mercado financeiro! Ajuda os bancos médios e diminui poder dos grandes! Está todo mundo louco”.

Na sequência, acrescentou: “Se fosse filme, não teria tantos desdobramentos loucos”.

Martha Graeff respondeu: “Whaaaaaat. Wow isso é incrível 🙌. Esse filme seria o ganhador do Oscar”.

E Vorcaro concluiu: “Kkk todo mundo me ligando. Sentiram o golpe”.

“Atrasou, Ciro?”

A decisão também traz diálogos sobre pagamentos investigados pela PF dentro da chamada “parceria BRGD/CNLF”, estrutura empresarial analisada no inquérito.

Segundo a investigação, os repasses começaram em R$ 300 mil mensais e depois teriam sido elevados para R$ 500 mil.

Em julho de 2024, Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro e apontado como operador financeiro do grupo, perguntou: “Oi, é para continuar pagando a parceria brgd/cnlf? 300k mes?”

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Daniel Vorcaro respondeu: “Sim.”

Já em janeiro de 2025, Felipe relatou dificuldades financeiras: “Estou tendo que aportar muito lá todo mês por causa do BTG”. Daniel respondeu: “Tem que enviar, muito importante.” E acrescentou: “Se precisar, coloco algo”.

O trecho mais sensível aparece em mensagens de junho de 2025.

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