Após contatos por Carlo Ancelotti sem sucesso e uma recusa de Pep Guardiola, a Federação Italiana de Futebol (FIGC) elegeu Andrea Pirlo como seu novo treinador. A informação é do jornal “Corriere dello Sport”.
Pirlo aceitou a proposta verbal feita por Paolo Maldini, diretor de seleções da FIGC, e assinará contrato para comandar a seleção do país onde nasceu.
Ex-volante tetracampeão mundial pela Azzurra, Pirlo, de 47 anos, treinou Juventus, Fatih Karagümrük, Sampdoria e Dubai United.
O sonho de Maldini e do brasileiro Leonardo, consultor da FIGC, era ter Pep Guardiola à frente da Itália. Tentaram até o fim, ofereceram a ele 20 milhões anuais (R$ 115 milhões) mas uma escolha pessoal e não financeira fez o catalão recusar o convite.
Craque enquanto jogador, Pirlo ganhou todos os títulos possíveis com o Milan. Também foi muito vitorioso na Juventus e teve papel de protagonista no tetracampeonato mundial da Itália, em 2006.
Paolo Maldini confirmou que a Federação Italiana procurou Carlo Ancelotti durante a busca por um novo treinador para a Azzurra. Apesar da sondagem, o italiano segue comprometido com a Seleção Brasileira e nos planos da CBF
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, esteve na mira da Federação Italiana de Futebol (FIGC). A informação foi revelada nesta quinta-feira (23) por Paolo Maldini, diretor técnico de seleções da entidade, durante entrevista coletiva de apresentação do novo projeto da Azzurra.
Segundo o dirigente, o nome do treinador italiano foi um dos avaliados pela federação após o início da busca por um novo comandante para a seleção. Apesar do interesse, as conversas não evoluíram e Ancelotti seguirá à frente da equipe brasileira.
Contato foi confirmado pela Federação Italiana
Durante a entrevista, Paolo Maldini confirmou que a FIGC entrou em contato com Ancelotti antes de avançar em outras alternativas para comandar a seleção italiana.
O dirigente explicou que a federação buscava um treinador experiente para liderar um novo ciclo da Azzurra e que o atual treinador do Brasil figurava entre os principais candidatos. Outros nomes de peso do futebol europeu também foram analisados durante o processo.
Apesar da sondagem, o técnico deixou claro que seu compromisso é com a Seleção Brasileira. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o contato foi comunicado à CBF, que nunca considerou a possibilidade de perder o treinador.
Paolo Maldini atuando pela seleção italiana. (Foto: Reprodução\Instagram azurri).
Ancelotti segue na Seleção Brasileira
A CBF mantém confiança no trabalho desenvolvido por Ancelotti e trata o interesse italiano como um movimento natural. A entidade entende que o currículo do treinador desperta atenção de qualquer seleção ou grande clube do futebol mundial.
O italiano assumiu a Seleção Brasileira em 2025, após uma longa trajetória no futebol europeu. Antes de chegar ao Brasil, conquistou títulos nacionais e continentais por equipes como Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique e Real Madrid, além de se tornar o técnico com mais conquistas da Liga dos Campeões da Europa.
Mesmo após a participação brasileira na Copa do Mundo de 2026, a intenção da CBF é dar continuidade ao trabalho iniciado pelo treinador. O planejamento prevê a manutenção da comissão técnica e a sequência do processo de renovação da equipe visando os próximos desafios do calendário internacional.
Uma campanha foi lançada na Argentina em uma plataforma digital para pedir a repetição da final da Copa do Mundo, após a derrota da seleção do país para a Espanha, e já supera as 61.500 assinaturas.
A petição, iniciada pela torcedora Gisela Sánchez na plataforma Change.org, questiona a atuação do árbitro esloveno Slavko Vincic e quer que a FIFA revise as decisões tomadas durante a partida, disputada no último domingo em Nova Jérsei, Estados Unidos.
A promotora da iniciativa alegou que houve ações arbitrais que influenciaram o andamento da partida, denunciou supostas irregularidades, embora não tenha apresentado provas verificadas, e pediu que o órgão máximo do futebol mundial analise o caso.
As petições não têm validade regulamentar nem podem obrigar a Fifa a modificar o resultado de uma competição oficial. A repetição de uma partida só poderia ocorrer em circunstâncias excepcionais contempladas pelos regulamentos esportivos ou por uma resolução dos órgãos competentes.
A iniciativa argentina se soma a outros protestos semelhantes surgidos durante a Copa. Na França, uma campanha digital que superou as 82 mil assinaturas exigiu a repetição da semifinal contra a Espanha por uma jogada anterior ao pênalti que abriu o placar, embora também não tenha tido efeitos sobre o andamento do torneio.