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Rumos da Política

Rumos da Política | Edição de Junho

Publicado

Por Paulo Roberto Borges   
  
Eleição na Câmara de São Mateus
A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Mateus deverá acontecer em breve. A princípio, o atual presidente, Wanderlei Segantini (MDB), desponta como o favorito para ser reconduzido ao cargo. Aparentemente…
No entanto, o que se comenta nos bastidores é que existem movimentações em sentido contrário. Há vereadores interessados em promover uma mudança no comando do Legislativo mateense. Um dos nomes cogitados é o do atual vice-presidente, Wan Borges (PSB), que, se lembrarmos os primeiros meses desta legislatura, já figurava entre os possíveis candidatos à presidência.
Outro nome ventilado é o da vereadora e pré-candidata a deputada estadual, Isamara da Farmácia (União Brasil). Há quem diga, inclusive, que já houve uma sondagem junto ao prefeito Marcus Batista (Podemos), que teria manifestado preferência pela permanência de Wanderlei Segantini na presidência, mantendo-o à frente da base governista na Casa de Leis. Seria a aplicação do velho ditado: “em time que está ganhando, não se mexe”.
Há também vereadores que não reúnem força política suficiente para disputar a presidência, mas que buscam garantir um espaço na Mesa Diretora. Até mesmo o parlamentar conhecido pelo bordão “buzinou é nóis” estaria disposto a deixar o “purgatório” político para conquistar um lugar ao sol. Fontes afirmam, inclusive, que Isamara da Farmácia pode estar mirando a vice-presidência, caso desista de disputar o comando da Casa.
Mas o que motivaria essa suposta articulação de bastidores?
Não há elementos suficientes para apontar uma única razão. Uma das versões é a de que parte dos vereadores deseja uma postura mais independente em relação ao Executivo, substituindo o que alguns classificam como um alinhamento quase automático entre a atual Mesa Diretora e a administração municipal.
Outro fator que influencia esse cenário é o processo eleitoral deste ano. Alguns vereadores têm preferências políticas diferentes das defendidas pela administração municipal. Os nomes de Rodrigo Cozivip e Gilson Daniel, por exemplo, circulam nos bastidores, embora praticamente não sejam mencionados no plenário. Já Branco da Penal e Isamara da Farmácia são pré-candidatos, mas também não demonstram contar com apoio suficiente entre os colegas. Enquanto isso, os nomes mais citados — inclusive por aliados do prefeito — são os do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil), de Emanuela Pedrosa (PSB) e, de forma mais discreta, de Freitas (PSB).
Os Pré-candidatos
As eleições estão batendo à porta. Para muitos, o processo eleitoral já tomou as ruas. Já outros, que atuam sem os mecanismos e as facilidades de quem detém a máquina pública ou mantém proximidade com aqueles que a operam, procuram respeitar a legislação eleitoral, que estabelece regras claras para a campanha.
Como vivemos em um país onde algumas leis “pegam” e outras parecem não pegar — ou simplesmente são desrespeitadas —, há pré-candidatos que já estão em plena campanha. Participam de eventos oficiais e se apresentam como se ainda ocupassem cargos em órgãos públicos. E a Justiça? Parece não enxergar essas situações, principalmente quando envolvem os supostos amigos do poder.
Investimentos
A Prefeitura tem projetos para investir R$ 100 milhões em obras importantes para a comunidade mateense. No entanto, alguns críticos consideram exagerado o investimento de R$ 35 milhões em obras nos cemitérios, enquanto áreas consideradas prioritárias, como a segurança hídrica, também demandam atenção.
De qualquer forma, a aplicação desse volume de recursos tem potencial para melhorar significativamente a infraestrutura do município e solucionar problemas que se arrastam há anos.
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Pode isso, Arnaldo?
Não. Não pode.
Uma emissora como a Globo faturar uma fortuna com a publicidade das bets, assim como o governo Lula, que autorizou e regulamentou esse mercado no Brasil, e agora querer posar de defensora da moralidade para prejudicar a Cazé TV, que faz sucesso nas transmissões dos jogos da Copa e também arrecada milhões com anúncios de casas de apostas e outros patrocinadores, soa, no mínimo, contraditório.
Vale lembrar que Cazé apoiou Lula durante a campanha eleitoral. Agora, segundo a avaliação de seus críticos, estaria sentindo na pele a perseguição que, na visão deles, ajudou a fortalecer ao apoiar o grupo político que hoje está no poder. Na interpretação desses críticos, ele passa a experimentar o outro lado de um cenário político que antes atingia principalmente os adversários do governo.

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Rumos da Política

Rumos da Política | Agosto – 1ª edição

Publicado

Por Paulo Roberto Borges

 

O antes e o depois

É recorrente. Toda vez que passam as eleições e os resultados começam a revelar, para alguns, escolhas equivocadas dos eleitores de São Mateus, ressurge a velha conversa de que o eleitor mateense só vota “nos de fora” e não prestigia “os de dentro” do município. Nesse momento, muitos dizem que vão fazer de tudo para mudar essa postura, essa realidade. É o discurso que se espalha pelas ruas, avenidas, becos e até pelas sarjetas da cidade.

Mas isso tem nome: hipocrisia.

Para comprovar essa realidade, basta um olhar mais crítico sobre o período eleitoral deste ano. O discurso continua o mesmo. Porém, aqueles que falam nem sempre fazem. E, antes mesmo de a campanha começar, muitos já “elegeram” seus preferidos — justamente aqueles que estão fora da política municipal.

A eleição para o Senado e para o Governo do Estado é outra discussão. Refiro-me, especificamente, às disputas para deputado estadual e deputado federal.

Lembro que, tempos atrás, ouvi de integrantes da atual composição da Câmara Municipal a defesa de que o Legislativo mateense deveria ter um representante nas eleições para o Parlamento Estadual, principalmente. O tempo passa, porém, e as escolhas e opiniões parecem mudar.

Agora, muitos votam em candidaturas de fora e não demonstram o mesmo entusiasmo pelos próprios pares que decidiram disputar a eleição. É o caso dos vereadores Branco da Penal (PP) e Isamara da Farmácia (União Brasil). Até aqui, não ouvi manifestações significativas de apoio às candidaturas dos dois. Ao contrário: ouvi colegas de Parlamento enaltecendo candidaturas de fora, apresentadas como capazes de atender às demandas do município.

Convenhamos: há aí uma certa covardia política. Afinal, quem já possui mandato ou ocupa espaços de poder no Governo tem instrumentos para “abastecer” seus aliados e atender demandas em seus redutos eleitorais. Isso cria uma relação de força que dificilmente pode ser ignorada.

É importante fazer uma distinção. Os candidatos locais que atualmente exercem mandato de vereador podem destinar suas emendas impositivas para atender demandas do próprio município. E essas emendas chegam diretamente à população local, independentemente de interesses eleitorais maiores ou de conveniências de ocasião.

Portanto, cai por terra, ao menos em parte, a narrativa de que é preciso votar “nos candidatos de dentro de casa”, em vez daqueles que só aparecem no município para bater à porta, principalmente em período eleitoral.

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E o mais curioso é que alguns desses candidatos de fora ainda contam com o
apoio do próprio “dono da casa”.

Então, não há como fugir da palavra: hipocrisia.

São Mateus tem seus candidatos. E tem, principalmente, candidatos que são filhos da terra: nasceram, cresceram, construíram suas histórias e continuam vivendo no município. Parece, entretanto, que isso, por si só, ainda não é
suficiente para conquistar o voto e o apoio de parte daqueles que, em outros momentos, defendem justamente a valorização dos nomes locais.

Também é verdade que os candidatos da terra precisam se qualificar cada vez mais. Precisam chegar ao eleitor apresentando projetos, bandeiras, propósitos e, acima de tudo, compromisso verdadeiro com a população e com o
desenvolvimento do município.

Mas sabemos que a política real nem sempre funciona assim.

Os grupelhos e as camarilhas continuam contando com o apoio daqueles que, em alto e bom som, proclamam: “Eu amo São Mateus!”

Só que, na hora de votar, muitos acabam escolhendo quem parece amar São Mateus apenas por conveniência — e, muitas vezes, durante os breves 45 dias de uma campanha eleitoral.

Depois, passada a eleição, o discurso volta a ser o de sempre: é preciso valorizar os candidatos da terra.

Até a próxima eleição, é claro.

 

As doações e os nomes dos contemplados

Existe um dossiê — chamado, pelos mais puritanos, de “levantamento” — que reúne informações sobre doações e supostas “vendas” de áreas públicas pertencentes ao município de São Mateus. Pelo que se ouve aos quatro cantos, o documento pode trazer nomes de gente graúda, políticos e até de pessoas próximas ao ex-rei que comandou o município durante oito anos.

Se as denúncias forem confirmadas e ficar comprovada a existência de irregularidades, não basta apenas fazer barulho. É preciso responsabilizar quem tiver cometido ilícitos, buscar a retomada das áreas públicas e, se a Justiça assim determinar, aplicar as penas cabíveis aos envolvidos.

Mas existe uma pergunta que não quer calar: quem são os contemplados?

A população tem o direito de saber os nomes de todos os beneficiários, sem exceção, independentemente de sobrenome, influência política, amizade ou proximidade com quem quer que seja. Transparência não pode ter endereço, partido ou sobrenome.

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Se o dossiê realmente existe e reúne documentos capazes de comprovar o que está sendo comentado, que venha a público. Que sejam apresentados os fatos, os documentos e os nomes.

Afinal, São Mateus já viu muita coisa acontecer nos bastidores. Agora, talvez seja hora de abrir as cortinas.

E, se ainda houver quem acredite que Papai Noel existe, talvez também acredite que todas essas áreas públicas tenham simplesmente desaparecido por obra do acaso.

 

Zig Zag Político

Enigmático – O vereador da oposição solitária, Raphael Barboza (PDT), adotou uma postura diferente na sessão da Câmara Municipal de São Mateus, na última segunda-feira (10). Esteve mais contido. Baixou sua metralhadora
giratória. Não se sabe se é para render as evidências ou se é apenas para recarregá-la.

Ressuscitação – Já se fala na volta do grupo SOS São Mateus, que atuou no período da nefasta administração do ex-prefeito Daniel Santana, vulgo Da Açaí.

 

Absurdo – A ditadura da Toga no Brasil é uma realidade. Pelo menos se formos analisar a perseguição de um ministro da Suprema Corte contra um jornalista e sua fonte, pelo simples fato de ter denunciado uma suposta ação
ilegal no uso de um carro oficial do ministro Dino que o colocou à disposição de familiares no Maranhão.

Fato – Quando não existe liberdade de imprensa, não existe democracia. Aqui, ali, acolá.

Economia em frangalhos – A incompetência do governo Lula está implementando a receita que bem conhece: destruição da economia brasileira. O rombo é gigantesco.

Moda – As escolhas de vereador para compor como vice em chapa majoritária virou realidade. Ricardo Ferraço (MDB) escolheu o vereador de Vitória Camillo Neves (PP) e Helder Salomão (PT) a vereadora de São Mateus, Professora Valdirene (PT).

Será? – Analistas políticos mateense estão vendo em seus sonhos que o ex-prefeito Daniel Santana (PP), tem amplas possibilidades de ser o mais votado para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa. A consumação somente quando a realidade das urnas disser.

 

Escândalo – O Espírito Santo tem o seu Banco Master para chamar de seu. Trata-se da Apex Empresarial. Tem gente graúda envolvida e muitos investidores lesados.

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Rumos da Política

Rumos da Política | 2ª edição de julho

Publicado

Por Paulo Roberto Borges
União dos Poderes para reconstrução do Município
A Câmara Municipal de São Mateus é uma das mais antigas do Brasil. Ao longo de sua história, inúmeros parlamentares passaram por seus plenários e deixaram suas marcas, para o bem ou para o mal. O Legislativo mateense sempre desempenhou um papel fundamental na construção da trajetória de um dos municípios mais importantes para o desenvolvimento do Espírito Santo e do Brasil.
Em sua longa existência, a Câmara já foi palco de episódios inusitados e marcantes. Entre eles, um vereador que chegou a sapatear sobre a Mesa Diretora, um prefeito que sacou uma arma de fogo durante uma sessão plenária, provocando correria entre vereadores e o público presente, além de acontecimentos históricos, como a recusa em reconhecer oficialmente a Independência do Brasil antes que o tema fosse apreciado e aprovado pelo plenário — fato que somente ocorreu em janeiro de 1823.
Na atual legislatura, composta por 11 vereadores — número que já foi de 17 —, a principal característica é o alinhamento entre o Legislativo e o Executivo. Essa sintonia, no entanto, não elimina as responsabilidades constitucionais da Câmara, que incluem elaborar e aprovar leis, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos pelo Executivo e analisar, discutir e votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), entre outras atribuições.
De acordo com lideranças da política local, a boa relação entre Câmara e Prefeitura não deve ser interpretada como omissão ou submissão do Legislativo. Segundo essa avaliação, a convergência de esforços decorre do cenário de desorganização administrativa e financeira encontrado pela atual gestão. Diante desse contexto, a prioridade tem sido a reconstrução do município, exigindo a união de forças em torno de objetivos comuns, como a recuperação das finanças públicas, a melhoria dos serviços essenciais e a reorganização da cidade e de seus distritos.
Quem terá o apoio do prefeito Marcus?
As eleições se aproximam e o processo eleitoral será oficialmente deflagrado no próximo mês. Alguns nomes alinhados ao Executivo municipal deverão disputar o pleito contando com o apoio do prefeito Marcus Batista (Podemos).
Na corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa, já se apresentam como pré-candidatos os vereadores Branco da Penal (PL), Isamara da Farmácia (União Brasil), Daniel Santana (Federação PP-União Brasil), Carlinhos Lyrio (Agir) e Rodrigo Cozivip (PSD), irmão do prefeito. Para a Câmara dos Deputados, o apoio do grupo governista está definido em favor de Gilson Daniel (Podemos), que buscará a reeleição. Vale lembrar que o parlamentar mantém forte influência junto ao Executivo mateense, fruto da parceria política consolidada desde as eleições municipais de 2024.
A principal incógnita envolve a possibilidade de apoio à pré-candidatura de Branco da Penal. O impasse estaria no fato de o vereador integrar o PL, partido que, nos cenários estadual e nacional, faz oposição ao Podemos. Além disso, o presidente estadual da legenda, senador Magno Malta, dificilmente admitiria uma aproximação com partidos identificados com a esquerda. Em São Mateus, no entanto, as questões ideológicas costumam perder espaço para os interesses políticos locais.
Nesse contexto, Rodrigo Cozivip (MDB) deverá receber o apoio do irmão, o prefeito Marcus Batista. Esse, ao que tudo indica, é um ponto pacífico. Já a vereadora Isamara da Farmácia (União Brasil), pela lealdade demonstrada ao longo do mandato, tende a contar com um apoio mais discreto. A expectativa é de que o prefeito não manifeste esse apoio de forma explícita, embora, na política, existem maneiras menos convencionais de prestigiar aliados, sobretudo quando pertencem a legendas diferentes.
No caso de Rodrigo Cozivip, pesa ainda o fato de estar no mesmo partido do governador Renato Casagrande (PSB), pré-candidato à reeleição, circunstância que amplia seu capital político.
Quanto ao União Brasil, em princípio não há obstáculos para uma composição. O presidente da Assembleia Legislativa e da legenda no Espírito Santo, Marcelo Santos, é reconhecido pelo pragmatismo político. Assim, uma eventual candidatura de Isamara, ainda que receba apenas um apoio discreto do prefeito, poderá fortalecer o projeto político do dirigente, que pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.
Os demais nomes que, até o momento, demonstraram disposição para entrar na disputa não possuem qualquer perspectiva de aproximação com a atual gestão. Carlinhos Lyrio (Agir), mais uma vez, coloca seu nome à disposição do eleitorado. É oposicionista, possui capital político e um eleitorado consolidado, fatores importantes para sustentar uma candidatura.
Daniel Santana, conhecido como “Da Açaí”, também pretende disputar uma vaga de deputado estadual. Se em algum momento houve expectativa de reaproximação com a atual administração, essa possibilidade foi encerrada ainda no ano passado. Antes orbitava nos arredores da Prefeitura; hoje, busca espaço em outro grupo político — isso, evidentemente, caso a Polícia Federal e a Justiça não voltem a alcançá-lo.
Vale destacar que Daniel é filiado à federação formada por PP e União Brasil. Isamara também integra esse agrupamento partidário, mas, desde o início de seu primeiro mandato, sempre se posicionou de forma independente em relação ao grupo político do ex-prefeito. Assim, não há como classificá-los como aliados políticos.
Como diz o ditado popular, não se mistura óleo com água. São projetos e posturas incompatíveis. Na avaliação dos apoiadores da vereadora, ela representa um caminho distinto, pautado por princípios e por uma atuação política própria.
Freitas (PSB), por sua vez, não tem qualquer possibilidade de receber o apoio do prefeito, ainda que o ex-governador venha a interceder em seu favor. Evidentemente, todas essas avaliações permanecem no campo das conjecturas, como ocorre em toda análise política realizada antes das definições eleitorais. Para deputado federal, o apoio de Marcus Batista está consolidado em favor de Gilson Daniel.
As eleições deste ano serão relevantes não apenas pelo impacto no cenário estadual, mas também pelos reflexos que poderão produzir na política nacional.
Presidente prioriza o diálogo com seus pares
A Câmara Municipal de São Mateus vive, atualmente, um ambiente de estabilidade política e institucional, resultado da postura conciliadora adotada pelo presidente da Casa, Wanderlei Segantini (MDB). Apostando no diálogo e na construção de consensos, o parlamentar tem conseguido preservar a unidade do Legislativo e garantir aos vereadores as condições necessárias para o exercício de seus mandatos com autonomia e dignidade.
O Parlamento mateense é composto por 11 vereadores. Destes, dez integram ou apoiam a base do Executivo municipal. A única exceção é o vereador Raphael Barboza (PDT), que deixou o grupo governista e passou a atuar na oposição.
Já a vereadora Professora Valdirene (PT) declara-se independente. Na prática, porém, em diversas votações acompanha a base do governo, desde que, em sua avaliação, não exista motivos que justifiquem posicionamento contrário.
Com simplicidade, habilidade política e firmeza, Wanderlei Segantini vem conduzindo a Presidência da Câmara de forma equilibrada, apostando no diálogo e na conciliação, inclusive com a chamada “ovelha desgarrada…”
Apoio – A vereadora Isamara da Farmácia deverá contar com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil), que pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
E agora? – De acordo com a Polícia Civil, quatro adolescentes foram identificados como responsáveis pelos incêndios que destruíram dois ônibus e um caminhão. Permanecem em liberdade e poderão ser encaminhados a uma instituição socioeducativa, onde a medida poderá durar, no máximo, três anos. O episódio reacende o debate sobre a legislação aplicada aos atos infracionais praticados por adolescentes.
O predador – O vereador Raphael Barboza (PDT), que já integrou a base de apoio do prefeito Marcus Batista na Câmara, agora concentra sua atuação política em fiscalizar e criticar a administração municipal. Segundo o próprio parlamentar, trata-se do exercício de sua função fiscalizadora. Nos bastidores, porém, as chamadas “Bocas de Matilde” comentam que, por trás dessa postura, estaria a influência do grupo político do ex-prefeito Daniel Santana.
Fato – Lula quando preso por corrupção, recebia autoridades, recebeu o presidente do Uruguai e até dava entrevista. Bolsonaro não pode receber nem a família. Esquisito, não?
Escolhas – O ex-governador Renato Casagrande (PSB), declarou seu apoio à reeleição do presidente Lula (PT); seu adversário, o ex-prefeito de Vitória, Pazolini (Republicanos) vai apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
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