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Internacional

Trump sobre Venezuela: “Aos vencedores, os despojos”

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Donald Trump voltou a destacar a Venezuela nesta terça-feira (22), durante discurso na Assembleia Geral da ONU, ao defender as ações dos Estados Unidos no país e justificar o acordo envolvendo o petróleo venezuelano.

Na ocasião, o presidente americano afirmou:

– Aos vencedores, os despojos.

Trump fez a declaração ao comentar a retirada de Nicolás Maduro do poder e o acordo firmado com Delcy Rodríguez, que assumiu a liderança da Venezuela. Segundo o presidente americano, parte da riqueza gerada pelo petróleo do país será destinada aos Estados Unidos.

– Nossas ações na Venezuela comprovam que os Estados Unidos não permitirão mais que ameaças à América ganhem terreno em qualquer lugar do Hemisfério Ocidental e, se necessário, usaremos nosso poderio militar incomparável para garantir os interesses nacionais vitais dos Estados Unidos – afirmou Trump.

LUTA CONTRA O TRÁFICO DE DROGAS NA AMÉRICA LATINA

O presidente também falou sobre a atuação americana contra o tráfico de drogas na América Latina. Ao defender operações contra embarcações no Caribe e no Pacífico, ele comparou os cartéis a grupos terroristas e disse que eles representam uma ameaça à região.

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– Os cartéis são o ISIS do Hemisfério Ocidental – não são pessoas boas – declarou. Trump acrescentou que os grupos usam assassinato, estupro, tortura e extorsão e defendeu que seus integrantes sejam mortos, expulsos ou presos como combatentes inimigos.

Na sequência, Trump criticou a situação no México e afirmou que o país estaria sob influência dos cartéis. Para o presidente americano, os Estados Unidos não deveriam compartilhar uma fronteira com uma nação nessas condições.

– Portanto, o México deve retomar o controle de seu território das mãos dos inimigos da humanidade – afirmou Trump.

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Internacional

Elon Musk reage com “wow” a crescimento de Flávio Bolsonaro

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Empresário reagiu a dados da plataforma Polymarket que indicam 58% de chance de Flávio vencer eleição

 

O empresário Elon Musk, dono da rede social X, reagiu ao avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um mercado de previsões sobre a eleição presidencial brasileira. Ao comentar uma publicação com um gráfico da Polymarket, plataforma baseada em eventos futuros, Musk usou a expressão: “Wow”.

 

Na cotação apresentada pela plataforma, Flávio aparecia com 58% de probabilidade de vitória, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, registrava 42%.

A Polymarket funciona por meio da compra e venda de contratos relacionados a determinados resultados. Conforme os usuários negociam esses contratos, os preços variam e são convertidos em percentuais.

Além do mercado de previsões, as pesquisas de intenção de voto também registraram mudanças no cenário eleitoral. A pesquisa Quaest mais recente citada pelo levantamento apontou empate técnico entre Lula e Flávio em uma simulação de segundo turno, mas com o senador numericamente à frente por 42% a 40%.

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Internacional

EUA fecham acordo para gerir segurança da Groenlândia

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (18) ter fechado com a Dinamarca um acordo que concede aos Estados Unidos um “controle permanente” da segurança na Groenlândia, o que impediria Rússia e China de instalar bases nesse território autônomo, controlado por Copenhague.

Trump insistia em que Washington precisava controlar a Groenlândia por razões estratégicas, o que alarmou a Dinamarca, aliada da Otan, e provocou uma reação dura da aliança. Tanto a Dinamarca quanto a Groenlândia comemoraram o acordo anunciado hoje pelo presidente americano, e disseram que ele será assinado durante a Assembleia Geral da ONU, na próxima semana.

“A partir de agora, nenhum adversário dos Estados Unidos poderá ter uma base na Groenlândia, presença militar na Groenlândia ou realizar investimentos sensíveis na Groenlândia sem a nossa aprovação expressa por escrito”, afirmou Trump, acrescentando que Washington começará a construir imediatamente uma presença militar importante no território, localizado no Ártico.

 

Presidente Donald Trump afirma que EUA precisam “possuir” a Groenlândia e  rejeita arrendamento como solução de segurança - Jornal Grande Bahia (JGB)

 

Durante o fórum econômico de Davos, em janeiro, Trump fechou um suposto acordo com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, cujos termos permanecem vagos.

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A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, saudou “a perspectiva de um bom acordo para a Groenlândia, o reino da Dinamarca e os Estados Unidos”. Segundo ela, isso seria “bom para a Otan e a Europa”. Já o chefe de governo da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, ressaltou que o pacto “fortalece” a segurança no território.

 

Tensão 

Trump não deu detalhes sobre o acordo, e não se sabe se ele tem relação com o que foi negociado com Rutte. Segundo vários veículos, os Estados Unidos querem abrir três novas bases militares no sul da Groenlândia, além da base de Pituffik, que possuem no norte do território.

 

 

Um acordo de defesa de 1951, atualizado em 2004, já permite a Washington aumentar o envio de tropas e as instalações militares na ilha, desde que informe previamente a Dinamarca e a Groenlândia.

No auge da crise, Trump não descartou o uso da força para tomar o território, que tem uma população de 57.000 habitantes, o que preocupou a União Europeia e a Otan. Desde então, a tensão diminuiu, e, em uma aparente tentativa de apaziguar Trump, a Otan lançou uma nova missão para reforçar a segurança no Ártico.

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