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Internacional

Turista morre ao ficar presa em meio a briga de elefantes na Índia

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Caso ocorreu em santuário de elefantes no estado de Karnataka, no sul da Índia

Uma turista morreu nesta segunda-feira (18), em um santuário de elefantes no estado de Karnataka, no sul da Índia, após ficar presa no meio de uma briga entre dois desses animais.

A mulher de 33 anos, originária do estado de Tamil Nadu, estava observando o banho dos elefantes em um rio quando um dos animais amestrados atacou outro, fazendo com que o paquiderme caísse sobre ela, segundo relatos da imprensa local e vídeos nas redes sociais.

O incidente ocorreu no Acampamento de Elefantes Dubare, um projeto administrado pela empresa pública de ecoturismo do governo de Karnataka, estado que abriga cerca de um quarto dos elefantes da Índia.

O santuário oferece aos turistas atividades como dar banho e alimentar “elefantes treinados por naturalistas”, de acordo com o seu site.

O ministro de Florestas, Ecologia e Meio Ambiente de Karnataka, Eshwar Khandre, ordenou uma investigação e pediu a restrição de atividades que envolvam contato próximo entre turistas e elefantes, segundo reportou a agência local PTI.

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Internacional

Homem é detido após morder comissário de bordo durante voo

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Um passageiro neozelandês foi detido no Taiti e banido pelo resto da vida pela companhia aérea australiana Qantas após ser acusado de morder um comissário de bordo durante um voo entre a Austrália e os Estados Unidos, segundo informou a empresa nesta segunda-feira (18). O fato ocorreu na última sexta-feira (15) a bordo do voo QF21, que cobria a rota entre Melbourne, na Austrália, e Dallas, nos EUA.

Sete horas após a decolagem da aeronave na Austrália, o avião teve que se desviar para Papeete, capital da Polinésia Francesa, na ilha do Taiti, devido ao comportamento agressivo do passageiro. Segundo um porta-voz da Qantas, membros da tripulação e vários passageiros colaboraram para conter o homem depois que ele supostamente atacou e mordeu um comissário de bordo em pleno voo.

A companhia aérea garantiu que a segurança e o bem-estar dos passageiros e funcionários é sua “prioridade absoluta” e confirmou que o homem está proibido de voltar a viajar tanto pela Qantas quanto pela Jetstar, sua subsidiária de baixo custo.

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Após o pouso no Taiti, as autoridades detiveram o passageiro, cuja identidade não foi revelada. O voo permaneceu várias horas em solo antes de retomar sua rota.

Imagens divulgadas nas redes sociais pelo comediante australiano Mike Goldstein mostram um homem discutindo calorosamente com membros da tripulação, a quem insultava enquanto lhe pediam que se deslocasse para a parte traseira do avião.

No vídeo, o passageiro aparece cambaleando e falando com dificuldade enquanto explicava que queria “sair para fumar um cigarro”.

O Ministério das Nações Unidas, Assuntos Exteriores e Comércio da Nova Zelândia confirmou à imprensa local que tinha conhecimento da detenção de um cidadão neozelandês no Taiti no último sábado (16), embora tenha evitado dar mais detalhes por motivos de privacidade.

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Internacional

Jovem mata o pai após irmã ser estuprada e é condenado a prisão

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O jovem  disparou 14 tiros contra o seu pai e ficou esperando por dois dias ao lado do corpo, até se entregar. Agora, ele cumpre pena de 12 anos de prisão

Moisés Martínez, de 28 anos, confrontou o pai, Carlos, após saber que ele abusava das irmãs e da mãe de Moises. O homem  disparou 14 tiros contra Carlos e ficou esperando por dois dias ao lado do corpo, até se entregar. Agora, ele cumpre pena de 12 anos de prisão no Uruguai, após um julgamento que os cidadãos puderam acompanhar ao vivo pelo YouTube e causou indignação popular no país.

Segundo reportagem da BBC News,  Sara Martínez denunciou o próprio pai aos 12 anos, depois de presenciar a irmã mais velha, Ana, sendo abusada sexualmente. À emissora britânica, ela contou que escreveu “abuso sexual” em um pedaço de papel e entregou a uma colega de escola, que levou o bilhete até a diretora.

Sara relatou à emissora britânica que, após a denúncia, passou por uma série de experiências traumáticas, especialmente durante os interrogatórios feitos por peritos forenses. Depois da investigação, Carlos Martínez foi condenado a três anos de prisão, mas cumpriu apenas um.

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De acordo com o depoimento da jovem , os abusos físicos e sexuais aconteciam havia anos dentro de casa. Ela afirmou que o pai abusava dela e da irmã quando a mãe saía para trabalhar e que, após as agressões, ele costumava pedir perdão e levar um alfajor, doce de que ela gostava. “Hoje eu nem consigo comer”, disse à reportagem.

Ainda segundo Sara, a família nunca permitiu que Carlos voltasse a morar com eles depois de deixar a prisão. Mesmo assim, ela afirmou que o pai continuou aparecendo na escola onde estudava e, mais tarde, em seu local de trabalho.

A reportagem da BBC relata que Moisés Martínez só descobriu a extensão dos abusos em maio de 2025, após conversar com a mãe e as irmãs. Segundo a família, ele soube que o pai teria cometido agressões físicas e sexuais contra a mãe e as filhas durante anos.

Sara afirmou que tentou impedir o irmão de confrontar o pai. Durante a conversa entre os dois, ela revelou detalhes das violências para mostrar “do que o pai era capaz”. Mesmo assim, Moisés decidiu procurá-lo.

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No dia seguinte, em Montevidéu, capital do Uruguai, Moisés matou o pai com 14 tiros e permaneceu ao lado do corpo por dois dias antes de se entregar à polícia. O caso teve grande repercussão nacional e, segundo a BBC, o julgamento foi acompanhado ao vivo por milhares de uruguaios no YouTube.

Moisés acabou condenado a 12 anos de prisão. A defesa tentou aplicar um dispositivo do Código Penal uruguaio que prevê perdão judicial em casos de homicídio cometidos sob “intensa comoção” causada por violência doméstica prolongada, mas a juíza María Noel Odriozola rejeitou o pedido.

Conforme explicou à BBC o advogado Rodrigo Rey, responsável pela defesa de Moisés, a magistrada entendeu que a família não havia recorrido a mecanismos de proteção ao longo dos 15 anos anteriores ao crime.

A condenação provocou debate público no Uruguai sobre violência doméstica e atuação do Estado nesses casos.

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