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Xuxa Meneghel responde sobre acusação de pacto com o demônio

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Comentário foi feito em vídeo de teólogo que saiu em defesa da cantora

A apresentadora Xuxa Meneghel teve a carreira marcada por diversas controvérsias. Entre elas, acusações de apologia à pedofilia por sua atuação em um filme e a imposição de padrões de beleza rígidos sobre as Paquitas. No entanto, a maior polêmica talvez seja a persistente associação de sua obra a supostos pactos demoníacos.

O teólogo progressista Alan Gentil saiu em defesa da artista esta semana. Ele afirmou que não há nenhum tipo de pacto ou associação religiosa no conteúdo da apresentadora e explicou como se consolidou a famosa tese de que a canção Ilariê traria mensagens satânicas se reproduzida ao contrário.

Xuxa se manifestou por meio de um comentário na publicação:

— Puxa, você fez um carinho na minha alma; meu coração agradece e se sente abraçado. Por muitos anos me perguntei por que deram tanta força ao diabo e não a Deus. Minhas mensagens sempre foram de alegria e amor… OBRIGADA. Que Deus te dê em dobro — disse a artista.

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Alan é brasileiro radicado na Itália, graduado em Teologia, com mestrado em Religião, Direitos Humanos e Sociedade, além de doutorado em Teologias Contextuais. Após quatro anos como pastor adventista, ele deixou a função para pregar uma abordagem mais aberta, ecumênica e pautada pelo diálogo entre religiões.

O teólogo classificou a interpretação antiga como uma “aberração” e explicou que foi utilizada a técnica da pareidolia auditiva para “detectar” as mensagens demoníacas na música ouvida de trás para frente. Este fenômeno psicológico faz com que o cérebro transforme sons aleatórios em padrões ou palavras já conhecidas.

— E se eu dissesse para você que a mensagem satânica nunca esteve no disco, mas no púlpito de quem defendia essa aberração? O nome disso é pareidolia auditiva. (…) O nosso cérebro é uma máquina de encontrar padrões. Ele vê rostos em nuvens e, quando é confrontado com ruído aleatório, como uma música tocada ao contrário, tenta desesperadamente encontrar uma ordem, uma voz, uma palavra — explicou o estudioso.

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Alan também defendeu a cantora, afirmando que ela foi uma das artistas mais injustiçadas da música brasileira, e chamou a tese do pacto de “imbecilidade”.

— Xuxa foi uma das pessoas mais atacadas injustamente na história da cultura pop e artística brasileira. Eu acho que ela teve que ter muita espiritualidade para superar toda essa imbecilidade a que a submeteram — finalizou.

Apesar de utilizar a Bíblia como principal base de seus conteúdos, Alan Gentil possui publicações em que defende religiões de matriz africana e propõe questionamentos sobre interpretações tradicionais das Escrituras, apresentando leituras mais amplas, alinhadas a pautas como feminismo, racismo e questões de gênero.

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Dono da Choquei diz à PF quanto recebe por mês; confira o valor

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Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página Choquei, foi ouvido pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (15), em Goiânia, após ser detido na operação Narco Fluxo. A ação investiga um esquema de organização criminosa e lavagem de dinheiro que pode ter movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão em dois anos. Outros influenciadores, como MC Poze do Rodo e MC Ryan SP, também foram presos.

Durante o depoimento, Sousa afirmou faturar aproximadamente R$ 400 mil por mês com a página de fofocas, que soma mais de 27 milhões de seguidores, além de perfis secundários e sua conta pessoal. A Polícia Federal pretende confrontar essas informações com dados da Receita Federal e com as evidências já reunidas no inquérito.

As investigações indicam que a organização utilizava a visibilidade de artistas e criadores digitais como uma espécie de “blindagem”, estratégia que ajudaria a dar aparência legal a movimentações financeiras suspeitas. Segundo os investigadores, recursos provenientes de atividades ilícitas — como tráfico de drogas, apostas e rifas online — seriam disfarçados como ganhos do setor de entretenimento.

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De acordo com a apuração, o grupo se valia da indústria musical e do meio digital para movimentar grandes quantias. Até o momento, foram cumpridos 33 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Goiás e o Distrito Federal.

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MCs Ryan e Poze são presos em operação da Polícia Federal

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Ação apura um esquema de lavagem de dinheiro que ultrapassaria R$ 1,6 bilhão

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quarta-feira (15), os MCs Ryan SP e Poze do Rodo durante uma grande operação que apura um esquema de lavagem de dinheiro que ultrapassaria R$ 1,6 bilhão. Chamada de Operação Narcofluxo, a ação ocorre simultaneamente em diversos estados, com foco principal em São Paulo e Rio de Janeiro. O influenciador Chrys Dias também está entre os alvos da investigação.

De acordo com as apurações, MC Ryan SP foi detido em uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista, após agentes cumprirem mandados nas primeiras horas do dia. Já Poze foi preso em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, o mesmo local onde, no mês passado, o cantor disse ter sido vítima de um assalto.

Ao todo, a operação mobiliza mais de 200 policiais federais, que atuam no cumprimento de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos (SP) e estão sendo executadas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

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Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado utilizava uma estrutura organizada para ocultar e dissimular recursos de origem suspeita, com uso de empresas e até operações com criptoativos. As investigações também apontam para movimentações financeiras no Brasil e no exterior, além do transporte de grandes quantias em dinheiro em espécie.

Durante o cumprimento das medidas, foram apreendidos veículos, valores em dinheiro, documentos e equipamentos eletrônicos que devem contribuir para o avanço das investigações. Também foram determinadas ações de bloqueio de bens e restrições a empresas ligadas aos investigados, com o objetivo de interromper o fluxo financeiro.

Os envolvidos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou, até o momento, a participação individual de cada investigado.

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