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Política Nacional

Damares rebate Paulo Figueiredo: “Não fico atrás de computador”

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) rebateu neste domingo (28) o jornalista Paulo Figueiredo, que criticou a senadora após ela afirmar que ainda não decidiu se participará do encontro de mulheres conservadoras anunciado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).

Ao ser questionada sobre o evento, Damares respondeu ao Metrópoles que estava “orando”.

A reação ocorreu depois de o jornalista ironizar a posição da senadora sobre o evento, afirmando que ela provavelmente aceitaria o convite caso a iniciativa partisse de lideranças da esquerda.

– Se fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas unidas, certo? – escreveu Figueiredo em publicação no X.

Em resposta, Damares afirmou que Figueiredo não a conhece e que ela “não fica atrás de um computador”.

– Sou aquela mulher que não fica atrás de um computador, mas encara as lutas e demandas em pé, olhando nos olhos dos adversários – disparou.

A senadora afirmou enfrentar pessoalmente pedófilos, corruptos, integrantes do crime organizado e adversários ideológicos, além de atuar em comunidades e municípios na proteção de crianças e mulheres vítimas de violência.

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– Venha mesmo me visitar, mas só venha se tiver coragem, pois aqui as batalhas são reais – escreveu.

A troca de declarações acontece em meio às recentes divergências intensificadas após a divulgação de um vídeo em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatou ter sido desrespeitada por Flávio Bolsonaro durante uma ligação sobre articulações políticas no Ceará.

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Política Nacional

Pesquisa: Para 54%, governo Lula é responsável pelo caso Master

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Uma pesquisa do PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (25) aponta que, entre os 86% de entrevistados que afirmam estar cientes sobre o escândalo financeiro envolvendo o Banco Master, 54% consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o principal responsável por ter permitido que as irregularidades ocorressem.

Por outro lado, outros 29% atribuem a responsabilidade à gestão antecessora, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ainda de acordo com o levantamento, 9% dos consultados desconhecem o caso, e 6% optaram por não responder.

A pesquisa fez as seguintes perguntas aos entrevistados:
– Você ficou sabendo sobre o caso do Banco Master, que inclui acusações de fraude bancária, lavagem de dinheiro, compra de leis e corrupção?

– Quem você acha que foi o principal responsável por permitir as ilegalidades do Banco Master?

O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 24 de junho de 2026. Foram consultados 2.400 entrevistados em 617 municípios das 27 unidades federativas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o intervalo de confiança é de 95%.

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Política Nacional

Senador Marcos do Val lidera criação de Grupo Parlamentar pela Segurança Pública no Senado Federal

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Em mais um ato em defesa da segurança pública que já é marca da sua trajetória no Senado Federal, o Senador Marcos Do Val (Avante/ES) apresentou o Projeto de Resolução do Senado nº 80/2023, que institui o Grupo Parlamentar em Defesa da Segurança Pública e Políticas Públicas de Segurança no âmbito do Senado Federal.

“Se esta Casa Legislativa não buscar soluções para esse quadro, em breve o Brasil será um país ingovernável”, alerta o senador numa convocação ao Congresso para que aja antes que seja tarde. A matéria já foi analisada e aprovada pela Comissão de Segurança Pública (CSP) e agora aguarda a apreciação da Comissão Diretora (CDIR) do Senado Federal.

A iniciativa reafirma o compromisso histórico do parlamentar capixaba com uma das pautas mais urgentes do país. Com caráter suprapartidário, o grupo reunirá senadores e senadoras dispostos a enfrentar de frente o avanço da criminalidade, acompanhar proposições legislativas sobre o tema, promover audiências públicas com especialistas e formular soluções concretas para fortalecer as polícias e proteger o cidadão brasileiro.

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Para Marcos Do Val, a criação do grupo é uma resposta direta à omissão do Estado diante de uma sociedade que clama por mais segurança. Ao longo de sua carreira profissional de mais de trinta anos como instrutor de forças de segurança pública e quase oito anos no Senado, o parlamentar construiu uma trajetória sólida na valorização dos agentes de segurança pública e no combate ao crime organizado e à corrupção das instituições de Estado.

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