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Política Nacional

Datena troca PSB por PSDB para ser vice de Tabata em aliança das duas legendas

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Menos de quatro meses depois de se filiar ao PSB, o apresentador José Luiz Datena assinou, na última quinta-feira (4), a ficha de filiação ao PSDB. A troca de legenda permitirá que ele aceite a indicação a vice na chapa da deputada federal Tabata Amaral (PSB) na disputa pela Prefeitura de São Paulo, que poderá contar com a aliança com os tucanos. Tabata estará presente no ato, que deve acontecer no início da tarde, em local ainda a ser definido. O presidente municipal do PSDB de São Paulo, José Anibal, não cravou a posição de Datena na campanha, mas confirmou a chegada do apresentador ao ninho tucano. Outra liderança do partido disse, sob anonimato, que Datena não apresentou “condicionantes” para deixar o PSB e migrar para o PSDB. “Pode ser vice-prefeito ou estar disponível ao PSDB (para ser candidato a prefeito)”, informou. Com a aliança, Tabata terá mais tempo de propaganda eleitoral durante o pleito. O PSDB conversou com o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), mas o partido avisou que não liberaria o parlamentar. A janela partidária deste ano permite apenas que vereadores troquem de legendas sem punição.

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Orlando Faria, coordenador político da pré-campanha da parlamentar reforçou que “Datena deve anunciar amanhã (quinta-feira) que foi para o PSDB para ser vice da Tabata”. Em 2023, Datena deixou o PDT e entrou para o PSB – atual partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, de quem o comunicador é amigo. Datena foi apresentado como vice na chapa de Tabata Amaral. Com a mudança para o PSDB, Datena completará 10 filiações partidárias. Ele nunca foi candidato, mas está de olho em uma das duas vagas no Senado Federal nas eleições de 2026. Ele também passou por PT, PP, PRP, DEM, MDB, PSL, PSC e PDT, antes de PSB e PSDB.

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Política Nacional

Vereador da Baixada Fluminense é morto com tiro pelas costas

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O vereador Germano Silva de Oliveira, conhecido como Maninho do Cabuçu (MDB), morreu na manhã desta quinta-feira (23) em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O parlamentar de 58 anos estava internado em estado grave após ser baleado nas costas na tarde de quarta (22).

O crime ocorreu na Avenida Abílio Augusto Távora, quando o vereador estava na garupa de uma motocicleta. Um criminoso disfarçado de entregador se aproximou em outra moto e efetuou os disparos contra a vítima, fugindo em seguida.

Maninho do Cabuçu chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde passou por uma cirurgia de emergência. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu aos ferimentos.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) assumiu as investigações e trabalha com a hipótese principal de homicídio. Agentes buscam identificar o autor do ataque, que utilizava o rosto coberto no momento da abordagem.

A Câmara Municipal de Nova Iguaçu lamentou a perda do parlamentar, que exercia o segundo mandato consecutivo. O presidente da Casa, Márcio Guerreiro, acompanhou o atendimento médico e prestou apoio aos familiares desde o atentado.

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O velório do vereador foi realizado no plenário da Câmara Municipal, antes do corpo seguir para o IML. As autoridades seguem colhendo depoimentos e analisando imagens de segurança para esclarecer a motivação do assassinato

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Política Nacional

Redes Sociais: a nova praça pública que define eleições – e pode decidir o senado no ES

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As redes sociais deixaram de ser apenas canais de comunicação para se tornarem a principal arena do debate político no Brasil. Hoje, é nelas que pautas ganham força, narrativas são construídas e eleitores formam opinião em tempo real, muitas vezes antes mesmo de qualquer cobertura tradicional.

Plataformas como Instagram, YouTube e X transformaram políticos em comunicadores diretos, capazes de falar com milhões de pessoas sem intermediários. Esse contato direto fortalece lideranças, amplia alcance e cria uma conexão contínua com a população — algo que, em eleições majoritárias, pode ser decisivo.

No Espírito Santo, essa realidade ganha ainda mais peso na disputa pelo Senado em 2026. Diferente de eleições proporcionais, onde o voto pode ser mais pulverizado, a corrida ao Senado exige densidade eleitoral, visibilidade e capacidade de mobilização em larga escala. E é exatamente isso que uma presença digital forte proporciona.

Políticos que dominam as redes não apenas informam: eles influenciam, engajam e mobilizam. Lives, vídeos curtos, posicionamentos rápidos e interação direta com seguidores se tornaram ferramentas estratégicas para consolidar apoio e pautar o debate público. Em muitos casos, o alcance digital supera, com folga, os meios tradicionais.

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Nesse cenário, nomes com forte presença online saem na frente. O senador Marcos Do Val é um exemplo claro dessa dinâmica, com uma base expressiva de seguidores e alto engajamento, conseguindo levar sua mensagem a milhões de brasileiros e influenciar diretamente o eleitorado.

Mais do que tendência, as redes sociais são hoje um fator estrutural das campanhas. Ignorar esse ambiente é abrir mão de disputar corações e mentes onde a opinião pública, de fato, está sendo formada.

Na eleição de 2026 para o Senado Federal, especialmente no Espírito Santo, não basta ter discurso — é preciso ter alcance. Porque, na política contemporânea, quem domina a comunicação, larga na frente. E quem consegue transformar seguidores em eleitores, pode decidir uma eleição.

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