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Política Nacional

Flávio Dino suspende ação sobre rachadinha contra Alcolumbre

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou a suspensão imediata de uma ação popular que investigava o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por suspeitas de rachadinha. A decisão foi assinada na última terça-feira (12), após pedido da defesa do senador, que questionou medidas adotadas pela 4ª Vara Federal de Porto Alegre.

O caso tramita em segredo de Justiça e foi divulgado pelo portal Amado Mundo.

Entre os pontos contestados está a tentativa do juiz federal Fábio Vitório Matiello de obter acesso a um acordo de não persecução penal firmado entre o Ministério Público Federal e Paulo Boudens, ex-chefe de gabinete de Alcolumbre.

Dino afirmou que medidas desse tipo podem invadir a competência exclusiva do STF e da Procuradoria-Geral da República em investigações envolvendo parlamentares com foro privilegiado, além de indicar possível existência de uma investigação paralela.

As suspeitas contra Alcolumbre surgiram em 2021, após reportagem da revista Veja com denúncias de ex-funcionárias que relataram suposto esquema de devolução de salários e existência de servidores fantasmas no gabinete do senador. Na época, a defesa negou qualquer irregularidade e afirmou que as acusações tinham motivação política.

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Política Nacional

Alckmin é vaiado na abertura de evento com prefeitos em Brasília

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foi vaiado antes de fazer o seu discurso na abertura da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, conhecida como “Marcha dos Prefeitos”, realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em Brasília, na manhã desta terça-feira (19).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareceu, porque cumpre agendas em São Paulo. O petista esteve presente na abertura da Marcha em 2024 e 2025 e foi vaiado nas duas ocasiões.

Participam da cerimônia os ministros da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães; do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; além dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

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Política Nacional

Aliados de Alcolumbre estranham nova indicação de Messias

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Aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reagiram com surpresa à articulação de setores do governo que defendem uma nova indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Integrantes do grupo político de Alcolumbre classificaram o movimento como “estranho”, após a rejeição do nome de Messias pelo Senado.

Segundo informações divulgadas pelo blog de Gerson Camarotti, da GloboNews, a relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Alcolumbre se desgastou depois da derrota do governo no caso envolvendo a indicação de Jorge Messias.

Até o momento, Lula e Alcolumbre não trataram diretamente sobre uma eventual nova indicação. Nos bastidores, a rejeição de Messias é vista como uma das principais derrotas políticas do governo no Congresso neste mandato.

No Palácio do Planalto, auxiliares afirmam que Lula não está conduzindo, neste momento, discussões sobre o reenvio do nome do advogado-geral da União ao STF. A proposta, segundo relatos, parte de setores do PT, mas ainda não tem apoio unânime entre aliados do presidente.

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Uma ala do partido admite dificuldades para aprovar novamente o nome de Messias no Senado. Há avaliação de que uma nova tentativa pode terminar em outra rejeição.

O regimento interno do Senado impede que uma indicação rejeitada seja analisada novamente na mesma sessão legislativa, o que inviabilizaria uma nova votação ainda em 2026. Mesmo assim, técnicos ouvidos pela GloboNews afirmam que o caso pode abrir espaço para uma interpretação diferente da regra.

Dentro do PT, alguns parlamentares defendem insistir na indicação. O deputado Lindbergh Farias publicou manifestações nas redes sociais favoráveis ao retorno do nome de Messias ao STF.

Outro fator considerado pelo governo é o cenário político no Senado. Segundo relatos, Alcolumbre já teria indicado que não pretende pautar novas indicações de Lula ao Supremo antes das eleições de outubro.

Parte do governo também avalia uma alternativa para a vaga no STF: a indicação de uma mulher. A estratégia poderia aumentar a pressão política sobre o Senado em caso de eventual rejeição.

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