conecte-se conosco


Política Nacional

Futura: Lula tem 46,3% contra 46,1% de Flávio na disputa do segundo turno

Publicado

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) voltam a empatar no segundo turno após duas pesquisas seguidas mostrarem vantagem petista

 

O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão em empate técnico no primeiro e no segundo turno, aponta a nova pesquisa eleitoral da Futura Inteligência, divulgada nesta terça-feira (14).

Segundo a pesquisa, os dois ficam empatados dentro da margem de erro nos três cenários de 1º turno em que ambos aparecem. Em eventual 2º turno entre eles, a diferença é praticamente mínima, de 0,2 ponto percentual, sendo 46,3% para Lula e 46,1% para Flávio.

Pelos dados, o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro é o mais provável no momento. Pelo resultado espontâneo, eles ficam muito à frente dos demais presidenciáveis, com o presidente registrando 36,5% das intenções de voto e o senador com 28,1%.

Os cenários estimulados também colocam os dois indo para o segundo turno das Eleições 2026. Nas três simulações em que eles aparecem, o petista e o bolsonarista empatam tecnicamente na liderança.

Lula perdeu vantagem dos últimos meses

O cenário da nova pesquisa mostra uma redução na distância entre eles no segundo turno. Nos últimos meses, Lula havia mostrado avanço e passou Flávio nas intenções de voto no confronto entre eles. Agora, eles voltam a ficar empatados.

Leia mais:  Vereadora do PT faz trabalho na frente do Congresso Nacional

Em junho, o atual presidente aparecia com vantagem de 5,2 pontos percentuais: 48,1% contra 42,9%. No final de maio, após o vazamento da conversa de Flávio com Daniel Vorcaro, os números eram semelhantes: 47,7% contra 42,2% a favor do petista.

A pesquisa do início de maio mostrava empate técnico, assim como a atual, mas com Flávio um pouco a frente: 46,9% contra 44,4%.

Em abril e em março, os números mostraram vitória bolsonarista no segundo turno. Em abril, Flávio tinha 48% e Lula tinha 42,6%. Já no mês anterior, era 48,8% para o senador e 40,5% para o presidente.

 

Outros cenários de 2º turno

A Futura simulou outros quatro cenários para o eventual segundo turno, todos eles com o presidente Lula. Além do enfrentamento contra Flávio, a pesquisa apurou embates contra Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Michelle Bolsonaro (PL).

Pelos resultados, Lula venceria Caiado, Zema e Renan, mas ficaria em empate técnico com Michelle.

 

Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD)

No segundo cenário simulado pela pesquisa, Lula venceria Ronaldo Caiado no 2º turno por 45,1% votos contra 38,9%.

Leia mais:  Toffoli anula provas de lavagem de dinheiro contra ex-presidente do Peru e ex-tesoureiro do PT
Lula (PT) x Romeu Zema (Novo)

No 2º turno simulado entre Lula e Romeu Zema, o petista também venceria por vantagem parecida: 46% contra 38,1%.

 

Lula (PT) x Renan Santos (Missão)

O cenário contra Renan Santos é o que Lula teria maior vantagem. O atual presidente registra 46,4% e o candidato do Missão aparece com 33,1%.

 

Lula (PT) x Michelle Bolsonaro (PL)

A Futura ainda estimulou um 2º turno entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). O petista tem 46,1% das intenções de voto e empata dentro da margem de erro com Michelle, que fica com 44,3%.

Atualmente, a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não se coloca como pré-candidata à Presidência e o candidato do partido é Flávio Bolsonaro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07294/2026. Ela foi realizada por telefone com 2 mil eleitores com 16 anos ou mais, de 697 cidades, de todas as regiões do Brasil, entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O índice de confiança é de 95%.

publicidade

Política Nacional

Governo autoriza aumento do percentual de etanol na gasolina

Publicado

Medida tem validade de 180 dias, mas pode ser prorrogada

 

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta terça-feira (14), o aumento do nível de etanol anidro na gasolina brasileira. A mistura deixará os atuais 30% para 32%. A medida vale para os próximos 180 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, mas pode se tornar permanente.

A medida ocorre, segundo o órgão, após os aumentos recentes do combustível fóssil, devido aos conflitos no Oriente Médio. O etanol é um combustível nacional, que reduz custos de importação, impostos e logística.

— Nesse contexto, a utilização de uma maior parcela de etanol produzido no país busca reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados e possibilitar a maior presença desse biocombustível na matriz energética brasileira — explicou o conselho.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu que os veículos de todo o país estão preparados para a nova mistura, mesmo os que não são flex (etanol e gasolina).

— Estamos completamente seguros de avançar para essa mistura. Muitos dos nossos veículos circulam com 100% de etanol. Eles estão preparados — declarou.

Leia mais:  Rêgo Barros é exonerado do cargo de porta-voz da Presidência

O CNPE refutou a ideia de que a nova mistura possa prejudicar os veículos em circulação. A nota divulgada pelo órgão afirma que o combustível foi testado antes da liberação para o mercado.

— No percurso dos testes, foram analisados aspectos como desempenho, dirigibilidade, partida a frio, consumo de combustível e emissões, tanto em ambiente laboratorial quanto em condições reais de uso. (…) De acordo com os resultados, a utilização do E32 apresentou comportamento equivalente ao observado com misturas de menor teor de etanol, sem impactos relevantes no funcionamento dos veículos, inclusive aqueles equipados com motores não flex — afirma.

Segundo o governo federal, a medida deverá entrar em vigor a partir de 1º de agosto, inicialmente até o início de dezembro, quando será avaliada a prorrogação por mais quatro meses ou não.

Continue lendo

Política Nacional

Avança proposta do senador Marcos do Val para endurecer punição a homicídios ligado ao crime organizado

Publicado

O Senador Marcos do Val (Avante-ES) segue na linha de frente do combate à criminalidade no Congresso Nacional. De sua autoria, o Projeto de Lei (PL) 1.001/2024 propõe alterar o Código Penal para criar uma qualificadora do crime de homicídio: quando praticado por membro de organização criminosa, milícia privada ou grupo de extermínio, a pena passaria a ser de reclusão de 25 a 50 anos, além de multa — um dos endurecimentos mais expressivos já propostos para o tipo penal mais grave do ordenamento jurídico brasileiro.

O senador capixaba é direto ao apontar a origem do problema que pretende enfrentar: “um dos maiores problemas da segurança pública no Brasil ultimamente é o descompasso da legislação com a evolução do crime, especialmente diante da consolidação do crime organizado no nosso país”. A proposta dialoga com o Pacto Regional pela Segurança Pública e Enfrentamento ao Crime Organizado, firmado por governadores do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) na Carta de Porto Alegre, reforçando a atuação de Marcos do Val em sintonia com demandas de gestores estaduais na área de segurança.

Leia mais:  Senado aprova PEC que adia eleições de 2020; texto segue para Câmara

A matéria já avançou na tramitação: foi aprovada na Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado, com parecer favorável e ajustes incorporados pela relatoria. Agora, o projeto aguarda análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), etapa em que será avaliada sua constitucionalidade e juridicidade, antes de seguir em caráter terminativo rumo à Câmara dos Deputados — e, se aprovado também pelos deputados, vai à sanção presidencial.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana