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Mundo Cristão

Pastor emociona ao pregar em igreja vazia no Rio: ‘Deus estava presente’

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Com apenas duas ouvintes, o pastor ministrou a Palavra de Deus e emocionou milhares nas redes sociais

A atitude de um pastor do Rio de Janeiro, que manteve a pregação mesmo durante um culto vazio, emocionou milhares de pessoas nas redes sociais na última semana.

O culto ocorreu na Igreja Pentecostal Deus Abre Mar, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Além do pastor, estavam presentes sua esposa e a nora, Adrieleh Delgado.

Mesmo com a igreja vazia, o pastor manteve o culto e ministrou sobre a passagem bíblica de ‭‭João‬ ‭10‬:‭10‬, que diz:

O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

Em um vídeo publicado pela nora no Instagram, é possível ver o líder pregando o Evangelho sem se intimidar com as cadeiras vazias.

“Esse é o meu sogro. Ele é pastor e um homem íntegro, temente a Deus. Hoje, não foi ninguém no culto, somente eu, ele e minha sogra”, contou Adrieleh.

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E continuou: “Eu vi o semblante deles muito triste. A igreja é pequena e humilde, mas tem Jesus nela e Ele se faz presente todos os dias”.

Segundo Adrieleh, na expectativa de receber visitantes, a sogra preparou uma panela de canjica para distribuir ao final do culto.

“Minha sogra não parava de olhar para a porta, na esperança de que alguém viesse, pois fez um panelão de canjica. Ela não faz cantina, ela dá de boa-fé, mas não veio ninguém”, disse ela.

Impacto do testemunho

O testemunho de fé e perseverança do pastor, com sua dedicação ao ministério, impactou milhares de pessoas e repercutiu nas redes sociais.

“Sou de Pernambuco, bem longe de Belford Roxo, mas queria expressar, por meio dessa mensagem, a minha alegria em ver igrejas como essa! Eu fico tão feliz quando vejo vídeos assim, porque imagino Deus olhando o serviço de vocês e sorrindo! Mesmo sem pessoas presentes no culto, vocês ainda se entregam ao Pai, e isso é muito lindo. Isso é uma prova de que vocês não precisam ver inúmeras pessoas na igreja para seguir o Pai. Apesar de não ter ninguém, vocês continuam ali, e isso mostra muito sobre quem vocês são diante de Deus. São filhos como vocês que o Pai procura. Eu, aqui de Pernambuco, mando um abraço e estou em oração pela comunidade de vocês”, disse um homem.

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“Deus estava presente, o convidado principal, e isso basta. Que o Senhor abençoe vocês grandemente, e sua atitude foi linda. Logo, aí estará faltando cadeiras para se sentar, pois a casa estará cheia, em nome de Jesus”, acrescentou uma mulher.

Por fim, Adrieleh encorajou o público a visitar os cultos: “A igreja é pequena e humilde, mas Jesus habita neste lugar: venham nos visitar e, quem sabe, ficar”.

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Mundo Cristão

Ex-gay processado por testemunhar conversão pede coragem: ‘O Senhor estará conosco’

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O cristão maltês Matthew Grech afirmou que enfrentou um processo judicial por compartilhar seu testemunho de fé e deixou um apelo para que outros cristãos defendam publicamente suas crenças. Ele foi levado repetidas vezes aos tribunais ao longo de três anos após declarar que abandonou o estilo de vida homossexual, caso que terminou com sua absolvição no mês anterior.

As acusações tiveram início em 2022, após uma entrevista concedida ao PMnews Malta. Na ocasião, Grech comentou suas convicções sobre fé e sexualidade, o que levou à abertura de um processo com base na legislação que proíbe práticas conhecidas como “terapia de conversão”. Malta foi o primeiro país da Europa a adotar esse tipo de proibição, em 2016.

Adiada sentença de cristão processado por testemunhar ser ex-gay

Segundo Grech, ele compareceu 17 vezes ao tribunal e chegou a enfrentar a possibilidade de multa de até 5 mil euros ou prisão de até cinco meses. Ele afirmou que considerou a acusação desproporcional, por se tratar de declarações feitas em entrevista.

Durante o relato, Grech disse que passou por uma experiência de conversão religiosa aos 19 anos e que, a partir disso, decidiu rever sua vida pessoal: “Tive um encontro com Jesus quando tinha 19 anos, e Ele passou a ocupar o centro da minha vida”, declarou, acrescentando que, após esse processo, optou por encerrar um relacionamento e seguir os ensinamentos bíblicos.

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O maltês também afirmou que sua decisão trouxe mudanças em sua percepção pessoal. “Foi incrível sentir-me livre para descobrir minha masculinidade, meu propósito de Deus para minha vida”, disse. Ele acrescentou que o processo envolveu desafios, mas afirmou que encontrou “esperança, alegria e paz” em sua fé.

Grech declarou que a legislação no país tem sido usada para restringir relatos como o seu e criticou o que chamou de limitação ao debate público. Ele também afirmou que, após o início do processo judicial, deixou de ser convidado para entrevistas na mídia local.

O caso envolveu denúncias apresentadas por ativistas ligados a movimentos LGBT no país, incluindo participantes da elaboração da legislação que proíbe evangelismo. O processo também incluiu questionamentos sobre a menção feita por Grech à Federação Internacional para Escolha Terapêutica e de Aconselhamento (IFTCC), entidade que oferece apoio a pessoas que desejam mudar comportamentos ou sentimentos relacionados à sexualidade.

Após a absolvição, Grech afirmou que o caso teve impacto na liberdade de expressão e defendeu a necessidade de discussões abertas sobre o tema. Ele mencionou decisões recentes nos Estados Unidos como indicativo de mudanças no cenário internacional.

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Ao comentar sua experiência, Grech incentivou cristãos a manterem suas convicções mesmo diante de pressões sociais. “Jesus disse: ‘Alegrem-se quando forem perseguidos por causa do Reino dos Céus, porque grande é a sua recompensa’”, afirmou. Ele acrescentou que acredita que a fé deve ser compartilhada com confiança, mesmo em contextos adversos.

Grech também declarou que vê sua trajetória como parte de sua vivência religiosa. “Eu não passei por isso como um criminoso. Passei por isso como um cristão que crê na Bíblia”, disse, conforme informado pelo The Christian Post. Segundo ele, a experiência reforçou sua disposição de continuar expressando suas crenças publicamente.

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2,7 milhões de fiéis marcam a Festa da Penha 2026, que encerra com multidão em oração na Prainha

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Milhares de fiéis iluminaram a Prainha nesta segunda-feira (13), dia de Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo, durante a missa de encerramento da Festa da Penha 2026, a terceira maior festa mariana do Brasil. Ao longo de toda a programação, cerca de 2,7 milhões de devotos participaram das celebrações, confirmando a força da fé mariana no Espírito Santo. Neste ano, a festa foi guiada pelo tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, um chamado inspirado na espiritualidade de São Francisco de Assis, em um contexto especial que recorda os 800 anos de sua morte, convidando os fiéis a viverem a fé como compromisso concreto com a reconciliação, o perdão e a construção da paz no cotidiano.
 
Aos pés do Convento, como filhos reunidos junto à Mãe, o povo acolheu a imagem de Nossa Senhora em uma celebração presidida pelo arcebispo de Vitória Dom Ângelo Mezzari, marcada por terços erguidos, lágrimas e uma experiência profunda de encontro com Deus por meio da intercessão da Virgem da Penha.
“Quanta coragem e força pode nascer da devoção à Maria… e como nós podemos merecer? Sentir? Nós estamos na presença de Maria quando estamos com nossas crianças, nossa família, quando estamos peregrinando, em procissão, nos encontros, celebrações. Que coisa mais bonita é ver a Virgem da Penha ir até os marginalizados, doentes, menos favorecidos. A Virgem Maria é aquela que nos visita”, explica Dom Ângelo, durante a homilia, ao recordar a vivência espiritual dos últimos nove dias, que reuniram 50 missas e 14 romarias.
Na mensagem final, o guardião do Convento da Penha, frei Gabriel Dellandrea, recordou que a experiência vivida não se encerra com a celebração: “Somos artesãos da paz. Somos chamados a viver essa fé todos os dias.”
Em um dos momentos mais marcantes da missa de encerramento, os fiéis ergueram suas luzes em meio à multidão, proclamando juntos: “Somos luzes que faíscam no caos”. Um gesto que sintetiza o sentido do tema deste ano e ecoa o chamado da própria oração de São Francisco: “onde houver trevas, que eu leve a luz”.
O hino de Nossa Senhora da Penha encerrou as celebrações, deixando no coração dos devotos o chamado à missão, à paz e à perseverança na fé, junto à ternura da Mãe que acolhe, protege e conduz.
Entre os principais testemunhos dessa fé em caminhada, a Romaria dos Homens reuniu cerca de 1,2 milhão de fiéis, em uma verdadeira peregrinação noturna de penitência e confiança, enquanto a Romaria das Mulheres levou aproximadamente 100 mil devotas às ruas de Vila Velha. A programação também acolheu diferentes formas de devoção popular, com a Romaria dos  Conguistas, dos Adolescentes, das Pessoas com Deficiência, a Remaria, a Moto Romaria e a Romaria dos Cavaleiros, revelando uma Igreja viva, diversa e presente em todas as realidades.
Outro momento que marcou esta edição foi a realização inédita da bênção para os casais na Prainha, reunindo famílias inteiras em oração. Já a Vigília Jovem, que reuniu mais de 3 mil participantes, mostrou uma juventude que reza, canta e permanece, assumindo seu lugar na vida da Igreja.
Durante o oitavário, gestos simples ganharam profundo significado espiritual com as bênçãos das chaves, das fotos, dos alimentos, dos terços, das imagens de Nossa Senhora da Penha e até dos guarda-chuvas. Sinais concretos de uma fé encarnada no cotidiano, que responde diretamente ao tema da festa ao transformar a vida comum em espaço de graça, reconciliação e paz.
A missão da Igreja também se fez presente na peregrinação da imagem de Nossa Senhora da Penha por diferentes regiões do Estado. A Penha Peregrina percorreu municípios da Grande Vitória e, pela primeira vez, chegou ao interior capixaba, visitando comunidades, áreas rurais e até unidades prisionais, levando consolo, esperança e a certeza de que Maria continua a visitar seus filhos, especialmente os mais necessitados.
A programação teve início com um dos seus sinais mais expressivos: a subida do terço gigante no Convento da Penha, e a missa de abertura, seguida pelo acendimento da imagem iluminada de Nossa Senhora da Penha na Praia da Costa, em Vila Velha. O gesto, carregado de simbolismo, recordou que Maria aponta sempre para Cristo, luz do mundo, e inspira os fiéis a serem também luz em meio às realidades marcadas pela dor e pela divisão.
Neste ano, a Festa da Penha, já reconhecida como a terceira maior festa mariana do Brasil, passou a ser também Patrimônio Cultural Nacional, reforçando sua importância não apenas religiosa, mas também histórica e cultural para o país.
A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, pelo Convento da Penha e pela Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Governo do Espírito Santo, com patrocínio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura de Vila Velha. O evento conta com patrocínio de ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale, além de copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações, com apoio cultural do Grupo Energisa.

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