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Política e Governo

Virada de mesa: PSD não fecha apoio para o governo e vai bancar Meneguelli ao Senado

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A possibilidade de lançar a candidatura própria e independente ao Senado vinha sendo defendida por Meneguelli

Depois de semanas de idas e vindas, negociações com os dois principais e antagônicos grupos políticos e uma tentativa de ampliar seu poder de barganha na reta final, o PSD definiu seu destino.

O partido vai bancar a candidatura ao Senado do deputado estadual Sergio Meneguelli (PSD) e, para que isso seja possível, irá sozinho para as urnas. Ou seja, não vai coligar com nenhum dos candidatos ao governo.

A possibilidade de lançar a candidatura própria e independente ao Senado vinha sendo defendida por Meneguelli, que em nenhum momento cogitou disputar outro cargo.

Na visão dele, seria mais fácil para o presidente do PSD capixaba, Renzo Vasconcelos – que também é prefeito de Colatina – negociar com o governador eleito se o partido permanecesse neutro, com relação à corrida pelo Palácio Anchieta.

A realidade, porém, é que não havia espaço nem do lado do governador Ricardo Ferraço (MDB) e nem do lado do ex-prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) para Meneguelli se encaixar para disputar o Senado.

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Política e Governo

Guerino Zanon deixa o PSD após partido optar por neutralidade na disputa pelo Governo do ES

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O ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon, anunciou sua desfiliação do PSD logo após a sigla decidir adotar uma postura de neutralidade na eleição para o Governo do Espírito Santo.

Segundo Guerino, a decisão foi motivada pela discordância em relação ao posicionamento do partido. Para ele, o PSD deveria declarar apoio à pré-candidatura de Lorenzo Pazolini (Republicanos), em vez de permanecer neutro no pleito.

Em nota, o ex-prefeito relembrou sua trajetória política e citou sua saída do MDB, em 2022. Na ocasião, afirmou que deixou a legenda porque a direção do partido não desejava uma candidatura própria ao governo estadual e optou por apoiar o projeto político do Palácio Anchieta.

Ao justificar sua nova desfiliação, Guerino reforçou que suas decisões políticas seguem o que considera coerente com suas convicções e com o projeto que defende para o Espírito Santo.

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Política e Governo

Ricardo Ferraço reage à neutralidade do PSD após falta de acordo: “Respeitamos a decisão”

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O último dia de convenções partidárias no Espírito Santo definiu as últimas peças no tabuleiro da Eleições 2026. A reviravolta da noite desta quarta-feira (5) foi a decisão do PSD de se manter neutro na disputa pelo governo do Estado e bancar a candidatura de Sergio Meneguelli ao Senado.

Enquanto o PSD anunciava a decisão, em sua convenção em Vitória, o MDB lançava, em Cariacica, oficialmente a candidatura de Ricardo Ferraço à reeleição. Ao fim da convenção, o governador disse respeitar a postura do PSD de não declarar apoio no primeiro turno.

Ao comentar a decisão do PSD, Ferraço enalteceu a coligação que sua chapa construiu para a disputa das eleições de outubro.

 

A gente respeita as decisões de todos os partidos. Estou muito feliz com a capacidade que coletivamente nós tivemos de construir uma frente muito ampla. Essa frente ampla, ela vai colocar de pé um programa de governo para dialogar com os capixabas. Então, a minha energia toda está na direção de construir de continuar desenvolvendo isso que a gente botou de pé, respeitando a decisão de todos os partidos, inclusive dos adversários.

Ricardo Ferraço, candidato ao governo do Estado

A decisão do PSD veio após semanas de negociações, nas quais conversou com os grupos de Ferraço e Pazolini em busca de compor uma coligação e até mesmo se cogitou uma candidatura própria ao governo. No entanto, o partido acabou sem espaço nos dois palanques e optou por bancar Meneguelli para o Senado.

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Apesar das conversas não terem caminhado para um acerto, Ferraço destacou que possui relação cordial com o presidente PSD e prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos e com Sergio Meneguelli.

“O PSD adotou uma decisão e nós respeitamos. A decisão que o PSD adotou por entender que ele deve ter refletido sobre o melhor caminho. Cabe a nós respeitarmos”, reforçou Ferraço.

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