A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0, neste domingo (19), na final da Copa do Mundo. Depois disso, vários usuários das redes sociais questionaram se o resultado já não tinha aparecido como uma “previsão” exposta na capa da revista The Economist.
A capa foi divulgada novembro de em 2025. A quantidade de fatos que já aconteceram tem causado espanto e desconfiança.
O destaque mais recente ocorre justamente por causa de um jogador de futebol que aparece no canto direito, com roupa vermelha. A seleção que venceu a Copa foi justamente uma que usava um uniforme vermelho.
A equipe da Espanha é chamada de “La Roja”. Conforme informações do Globo Esporte, o apelido começou nas Olimpíadas de 1920, quando a seleção espanhola foi destaque por uma maneira ofensiva e agressiva de jogar. A imprensa passou a se referir à equipe como “Fúria Roja”, nome que acabou sendo encurtado, em 2004, por opção do então técnico Luis Aragonés.
Há quem questione que o resultado da Copa do Mundo de 2026 poderia ter sido de qualquer outra equipe com camiseta vermelha. De qualquer forma, internautas acreditam que a revista acertou.
Neste domingo, diante do resultado do jogo, a jornalista Karina Michelin destacou, nas redes, que “cada elemento parece carregar uma mensagem, uma tendência ou uma aposta sobre o futuro”.
– Novembro de 2025 versus julho 2026: enquanto o mundo discutia guerras, inteligência artificial e uma nova ordem global, a The Economist publicou sua tradicional capa para 2026. Entre dezenas de simbolismos espalhados pela capa, um detalhe chamou a atenção apenas meses depois – um jogador vestido de vermelho dominando a bola diante do planeta. Oito meses depois, a Espanha – a La Roja – conquistou a Copa do Mundo. Coincidência? Talvez. Mas quem acompanha a The Economist sabe que suas capas raramente são vistas como simples ilustrações. Cada elemento parece carregar uma mensagem, uma tendência ou uma aposta sobre o futuro. No fim, foi justamente a equipe de vermelho que levantou a taça. A revista nunca escreveu que a Espanha seria campeã – não precisava. A imagem ficou registrada na capa da revista do establishment antes da copa. Seria apenas uma coincidência? Ou mais um daqueles casos em que a capa da The Economist parece antecipar acontecimentos que só fazem sentido meses depois? Cada um tire suas próprias conclusões. Mas uma coisa é inegável; quanto mais o tempo passa, mais difícil fica acreditar que cada detalhe dessas capas seja mera coincidência – escreveu.

