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Após atrair 20 mil pessoas no 1º fim de semana, Festival de Inverno de Domingos Martins segue até domingo (19) com Roberta Campos, Tiê e muito mais

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Depois de transformar Domingos Martins em um grande palco a céu aberto e atrair mais de 20 mil pessoas durante o primeiro fim de semana, o 31º Festival Internacional de Inverno de Música Erudita e Popular, reconhecido como um dos mais tradicionais eventos culturais do Espírito Santo, segue até domingo (19) com uma intensa programação gratuita nas montanhas capixabas. Em uma semana em que os termômetros podem chegar à mínima de 9°C na cidade, o evento, que já confirmou o sucesso de público em sua abertura, entra agora na reta final com shows de artistas nacionais como Roberta Campos, Funk Como Le Gusta e Tiê. Ao todo, o festival oferece mais de 140 horas de programação, com muita música, concertos, grupos folclóricos, atividades formativas, apresentações no Palco Livre e oficinas. 
Até quinta-feira (16), a programação segue reunindo música, tradição e formação artística. Na terça-feira (14), o público poderá conferir apresentações do Quinteto de Metais de Domingos Martins, da cantora Alry, da banda Lajota, além da participação do Grupo Folclórico Hügelmänner Plattler e das apresentações do Palco Livre. Na quarta-feira (15), a agenda destaca os recitais da Escola de Música Helena Gerhardt Brickwedde, a Banda Sinfônica da instituição, o rock da banda Os Moços e o tributo a Raul Seixas, comandado por Pedro Paulo. Já na quinta-feira (16), sobem aos palcos o Coral Municipal Cidade do Verde, o Grupo Folclórico Blütenblätter Tal, o Alexandre Borges Sexteto, o Duo Uno — formado pela pianista brasileira Cláudia Marques e pelo violista argentino Gabriel Mateos —, além do cantor Tony Ribeiro e das apresentações do Palco Livre. 
Na sexta-feira (17), a cantora Roberta Campos sobe ao Palco Sesc com um repertório que reúne sucessos como De Janeiro a Janeiro. A noite também contará com o show da banda Back To The Past, que promete uma viagem pelos grandes clássicos das décadas de 1980 e 1990. No sábado (18), o grupo Funk Como Le Gusta leva ao festival sua mistura de samba, jazz, groove e música brasileira, enquanto o Palco Cultural recebe a cantora Ada Koffi e Cadu Caruzo com um tributo aos sucessos de Cazuza. Já o encerramento, no domingo (19), ficará por conta de Tiê, uma das principais representantes da música brasileira contemporânea. A programação do último dia ainda inclui o tributo a Amy Winehouse, apresentado por Naju, e o rock da banda Picnic Dogs. 
“Quem ainda não conseguiu vir ao festival vai encontrar uma programação em plena efervescência. Os próximos dias concentram grandes encontros musicais, apresentações dos alunos que passaram pela imersão pedagógica e artistas de diferentes estilos. É uma reta final muito especial, que mostra toda a força e a diversidade do Festival de Inverno”, afirma Kazinho, curador musical do festival. 
Formação musical reúne 350 alunos
A programação desta segunda semana ganha um significado especial com o encerramento das atividades pedagógicas, um dos pilares do festival. Após uma semana de imersão, cerca de 350 alunos sobem aos palcos para apresentar ao público o resultado das oficinas, cursos e práticas de conjunto desenvolvidas ao lado de professores de diferentes estados do país. Entre os destaques estão os concertos da Big Band do Festival, da Orquestra do Festival e da Banda Sinfônica do Festival, que passam a integrar a programação oficial.
Palco Livre valoriza a produção capixaba
Outro destaque da programação é o Palco Livre, espaço dedicado à valorização da produção musical independente e à descoberta de novos talentos. Ele recebe apresentações de artistas solo, grupos e bandas com repertórios voltados, preferencialmente, à música instrumental e à música brasileira, nos gêneros erudito e popular.
Nesta edição, o projeto recebeu inscrições de músicos do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Os participantes foram selecionados por uma comissão julgadora, que avaliou os vídeos enviados e os perfis artísticos dos candidatos, considerando critérios como qualidade vocal e instrumental, além da desenvoltura no palco. Das 34 vagas disponíveis, todas foram preenchidas por artistas capixabas.
Retrospectiva do primeiro fim de semana
Desde a última sexta-feira, moradores e turistas ocuparam as ruas de Campinho para acompanhar a programação espalhada entre o Palco Sesc, Palco Cultural, Rua de Lazer e outros espaços da cidade. O primeiro fim de semana foi marcado por grande participação do público e por apresentações que passearam por diferentes estilos musicais. A abertura ficou por conta da banda Pholhas, um dos grandes nomes do rock brasileiro, e a programação seguiu no fim de semana com atrações como Naipe de 3, André Forecchi com o espetáculo Homem Banda, Terra BrasilES Jazz Band com o Tributo a Djavan, o espetáculo Bee Gees Alive, a Big Bat Blues Band e a cantora Alegria com o show Tribute to Sade. 
A experiência do festival vai além da programação musical. Para receber o público com mais conforto, a estrutura desta edição inclui duas amplas áreas de estacionamento na região central, além de um banheiro público climatizado e equipado com espelhos. 
Sobre o festival
O Festival Internacional de Inverno de Música Erudita e Popular de Domingos Martins é um dos maiores eventos musicais do Espírito Santo e um dos mais importantes do Brasil. Consolidou-se como uma oportunidade de aprimoramento e intercâmbio artístico-educacional e como agente indutor do turismo. 
Sua primeira edição foi realizada em 1992. Desde então, vem se aperfeiçoando, tendo como objetivo a prática, a pesquisa da arte, em especial no que se refere à música, oferecendo cursos ministrados por professores de alto nível nacional e internacional. O evento possibilita o intercâmbio entre alunos e professores.
O 31º Festival Internacional de Inverno de Música Erudita e Popular de Domingos Martins é uma realização do Montanhas Capixabas Convention & Visitors Bureau e da Prefeitura de Domingos Martins, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. O evento conta com patrocínio do Sesc-ES, Sistema Fecomércio-ES/Sesc/Senac, Coroa, Banestes, Sebrae e EL Produções de Software. 
Confira a programação completa. 
Terça- feira (14)
16h – Transmissão da Semi Final da Copa – Palco Sesc
18h –  Quinteto de Metais de Domingos Martins Palco Cultural – Palco Sesc
19h às 22h – Palco Livre – Rua de Lazer
19h – Alry – Palco Sesc
20h Grupo Folclórico Hügelmänner Plattler – Palco Cultural
21h – Lajota – Palco Sesc
Quarta-feira (15)
16h – Transmissão da Semi Final da Copa – Palco Sesc
18h – Grupo Folclórico Überwinden da APAE – Palco Cultural
19h às 22h – Palco Livre – Rua de Lazer
19h – Recital da Iniciação Musical e Piano da Escola de Música Helena Gerhardt Brickwedde – Palco Sesc
20h – Recital do Grupo de Cordas Friccionadas da Escola de Música Helena Gerhardt Brickwedde – Palco Cultural
20h30 – Banda Sinfônica da Escola de M úsica Helena Gerhardt Brickwedde – Palco Sesc
21h30 – Os Moços – Palco Cultural
22h30 Pedro Paulo – Palco Sesc
Quinta-feira (16)
18h – Banda Escolar da EMEF Eugênio Pinto Sant’Anna – Palco Cultural
19h às 22h – Palco Livre – Rua de Lazer
19h – Coral Municipal Cidade do Verde – Palco Sesc
20h – Grupo Folclórico Blütenblätter Tal – Palco Cultural
21h – Alexandre Borges Sexteto – Palco Sesc
22h – Duo Uno – Palco Cultural
23h Tony Ribeiro – Palco Sesc
Sexta-feira (17)
12h às 22h – Recital de Alunos – Palco Livre/Rua de Lazer
13h – Big Band do Festival – Palco Sesc
14h – Recital de Alunos Canto Lírico – Auditório da EMEF Mariano
15h – Orquestra do Festival – Palco Sesc
16h20 – Recital da Musicalização Infantil do Festival – Palco Cultural
17h40 Banda Sinfônica do Festival – Palco Sesc
19h Recital dos Alunos de Piano Erudito – Auditório da EMEF Mariano
20h30 Concerto dos Professores do Festival – Palco Sesc
22h Roberta Campos – Palco Sesc
23h30 Back To The Past – Palco Cultural
Sábado (18)
12h às 22h Palco Livre – Rua de Lazer
13h – Banda de Metais do Festival – Palco Cultural
14h – Orquestra de Sopros das Montanhas – Palco Sesc
15h – Grupo Folclórico Der Fröhliche Kreis – Palco Cultural
16h – Dom Patrick – Palco Sesc
17h – Grupo Folclórico Tanzfreude – Palco Cultural
18h – Orquestra Sinfônica Sul Espírito Santo – Palco Sesc
19h – Grupo Folclórico Immer Freunde Categoria Master – Palco Cultural
20h – Grupo Cultural Martinense – Palco Sesc
21h20 – Ada Koffi – Palco Cultural
23h – Cadu Caruzo – Tributo a Cazuza Palco Cultural
00h – Funk Como Le Gusta – Palco Sesc
Domingo (19)
12h às 19h Palco Livre – Rua de Lazer
12h Banda Júnior da Polícia Militar – Palco Sesc
13h30 Grupo Folclórico Pietra Azzurra – Palco Cultural
14h30 Vale Música Jazz Band Convida Michael Pipoquinha – Palco Sesc
16h Transmissão do Jogo Final da Copa – Palco Sesc
18h – Solenidade de Encerramento – Palco Sesc
18h15 Banda da Polícia Militar do ES – Palco Sesc
19h50 – Edu Pirajá Quinteto Jazz – Palco Cultural
20h30 Naju – Tributo a Amy Winehouse – Palco Sesc
21h30 Picnic Dogs -Palco Cultural
22h30 Tiê – Palco Sesc
Serviço
Data: até 19 de julho
Entrada: gratuito 
Palco Sesc – Endereço: praça Dr. Arthur Gerhart
Palco Cultural – Endereço: praça Dr. Arthur Gerhart
Palco Livre – Endereço:  rua do Lazer

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Após perder R$ 800 mil, cantor admite vício em apostas; veja

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O cantor cearense Victor Custódio Gomes, o Vittim, de 23 anos, revelou nas redes sociais sua luta de cinco anos contra o vício em apostas. Morador de Ipu, o artista relatou ter perdido cerca de R$ 800 mil devido ao transtorno, que começou em casas físicas e migrou para plataformas online.

Vittim disse que no início, o vício sempre trás lucro, o acaba sendo a isca para a dependência.

— É um vício desgraçado, um vício que parece que não tem fim, um vício que parece que não acaba, que é aposta. Eu acabei com a minha vida em apostas esportivas, apostas de cassino, essas coisas

Para sustentar a dependência, o músico chegou a vender equipamentos profissionais por valores muito abaixo do mercado. O vício também afetou seus compromissos financeiros, fazendo com que ele utilizasse recursos da banda e deixasse de pagar os músicos para alimentar o jogo. (…) No começo foi muito bom, a gente ganha, ganha muito, muito, muito… Mas depois, quando começa a perder, você perde de uma vez — disse.

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— Quando eu estava no “pique” do vício mesmo, eu vendi meus equipamentos, que eram de qualidade, equipamentos profissionais. Eu vendi a preço de banana pra poder alimentar o vício, porque eu não conseguia me segurar. Quando eu estava sem dinheiro, eu tinha que fazer alguma coisa, vender alguma coisa, para manter o vício — revelou.

A percepção da perda de controle ocorreu antes de uma turnê no Rio de Janeiro, quando ele apostou e perdeu todo o dinheiro reservado para a viagem. Diante da situação, Victor teve que viajar sem os recursos planejados, enquanto a equipe ainda desconhecia o problema.

Após reconhecer a gravidade da situação, o cantor buscou ajuda psicológica e revelou o caso para familiares, amigos e namorada. Embora receba apoio atualmente, o vício causou impactos familiares severos, resultando no afastamento de seu irmão, que atuava como seu produtor.

Como parte do processo de recuperação, um primo do artista cancelou o CPF de Victor nas plataformas de apostas, e o jovem agora evita o uso prolongado do celular. A Secretaria de Esportes do Ceará foi questionada sobre as casas de apostas físicas, mas não deu retorno.

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No Ceará, pessoas que enfrentam o mesmo transtorno podem recorrer ao grupo Jogadores Anônimos (JA). A entidade oferece suporte por meio de reuniões virtuais e encontros presenciais realizados quatro vezes por semana em Fortaleza, nos bairros Centro e Praia de Iracema.

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Férias escolares: como aproveitar o tempo com os filhos mesmo trabalhando

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As férias escolares costumam ser aguardadas pelas crianças como um período de descanso, brincadeiras e mais tempo ao lado da família. Mas, para muitos pais, a rotina de trabalho continua a mesma, tornando impossível acompanhar os filhos durante todo o dia. Ainda assim, especialistas afirmam que é possível fortalecer os vínculos familiares com pequenas mudanças na rotina e momentos de qualidade.

A orientação é que as famílias priorizem a presença e a conexão, mesmo que o tempo disponível seja curto. Refeições em conjunto, conversas sobre o dia, brincadeiras antes de dormir e passeios aos fins de semana podem fazer diferença no desenvolvimento emocional das crianças e ajudar a tornar as férias mais leves para todos.

A qualidade das interações tem um papel fundamental no fortalecimento do vínculo entre pais e filhos. Estar emocionalmente disponível, mesmo que por um período curto, costuma ser mais significativo do que passar muitas horas juntos sem interação. Quando a criança se sente acolhida, ouvida e incluída na rotina da família, esses momentos contribuem de forma positiva para o seu desenvolvimento emocional.

Psicóloga Brenda Zambom Sampaio, especialista em infância e adolescência

Segundo a Sampaio, a forma como cada criança vivencia esse período varia conforme a idade, o desenvolvimento e a organização da rotina familiar. Embora algumas possam sentir frustração por não passar mais tempo com os pais, esse impacto pode ser reduzido quando há previsibilidade e diálogo.

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Ela explica que mudanças na rotina podem provocar irritabilidade, tédio ou maior necessidade de atenção, principalmente quando faltam momentos de interação ou quando a criança já enfrenta dificuldades emocionais. Por isso, conversar antecipadamente sobre como serão as férias ajuda a criar segurança.

“Não é necessário planejar grandes passeios ou atividades elaboradas. Pequenos momentos de conexão, como fazer uma refeição juntos, brincar por alguns minutos sem distrações, conversar sobre o dia ou ler uma história antes de dormir, fortalecem o vínculo”, orienta Brenda.

 

Brenda Sampaio é psicóloga especialista em Infância e Adolescência e em Treinamento Parental (Foto: Acervo pessoal)

Tentar conciliar tudo também costuma despertar um sentimento frequente entre pais e mães: a culpa por não conseguirem estar mais presentes. De acordo com a psicóloga, esse sentimento é natural.

Muitos pais sentem que deveriam estar mais presentes durante as férias e acabam tentando compensar essa ausência. Quando isso acontece, podem surgir dificuldades para manter limites ou uma tendência a substituir a presença por presentes ou concessões. O mais importante é lembrar que as crianças precisam de relações consistentes, com afeto, disponibilidade emocional e segurança.

Psicóloga Brenda Zambom Sampaio

Rede de apoio ajuda a conciliar rotina

A analista de departamento pessoal Grazielly Silva de Moraes Alves vive essa realidade todos os anos. Ela e o marido continuam trabalhando durante as férias da filha e contam com a ajuda da família para cuidar da criança durante o dia.

Segundo ela, as manhãs ficam um pouco mais tranquilas porque a filha pode dormir alguns minutos a mais antes de seguir para a casa da avó, que faz parte da rede de apoio da família.

“Quando possível, eu tento ir à casa da minha mãe, no horário do almoço, pelo menos para vê-la e almoçar com elas. À noite, momento em que estaremos os três juntos novamente, tentamos sair para fazer um lanche ou levá-la à Área Verde para brincar um pouco”, contou.

 

Os pais Flamarion Thiago Alves e Grazielly Silva de Moraes em viagem de férias com a filha Luana Moraes Alves (Foto: Acervo pessoal)

 

Mesmo com a rotina corrida, Grazielly procura garantir que a filha tenha boas lembranças das férias. Além dos passeios em família, ela destaca a importância da participação de padrinhos, tios e amigos em momentos simples do cotidiano.

Em uma das férias, ela conheceu um balanço em uma árvore. Em outra, fez um bolo de chocolate com a tia. Em mais uma, andou de carrinho de mão na casa do tio. São momentos simples, mas marcantes. Pequenos gestos que ficam na memória e deixam o ‘gostinho’ da infância para o resto da vida.

Grazielly

Ela admite que o sentimento de culpa existe, mas tenta não deixar que isso domine a rotina da família. “A vontade de estar perto e aproveitar esses momentos com ela é muito forte. Mas o conforto vem de saber que ela está bem.”

Como aproveitar as férias mesmo trabalhando

Veja algumas ideias de programas rápidos depois do trabalho:

  • Fazer um piquenique ou lanche em uma praça;
  • Caminhar, andar de bicicleta ou brincar em um parque;
  • Preparar o jantar ou uma receita simples juntos;
  • Ler uma história antes de dormir;
  • Fazer uma sessão de filmes ou jogos de tabuleiro em casa;
  • Reservar alguns minutos para conversar sobre como foi o dia da criança, sem distrações.

Como organizar a rotina durante as férias:

  • Explique antecipadamente como será a programação das férias;
  • Mantenha horários previsíveis para sono, alimentação e lazer;
  • Conte com a ajuda da rede de apoio, quando possível;
  • Alterne momentos de atividades livres e brincadeiras dirigidas;
  • Evite compensar a falta de tempo com presentes ou excesso de permissividade;
  • Planeje um programa especial para os fins de semana, reforçando o tempo de convivência em família.

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