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Exame de faixa reúne mais de 100 alunos de kickboxing no Complexo Esportivo Hugo Viola

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Esse sábado (15) foi de muito esporte para mais de 100 alunos da academia de kickboxing Dragões Combat, de Campo Grande. Os atletas participam de um exame de faixa realizado no Complexo Esportivo Hugo Viola, em Jardim América, espaço cedido pela Prefeitura de Cariacica, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semesp).

A atividade reúne alunos de diferentes níveis do kickboxing em um momento de avaliação técnica e também de celebração do desenvolvimento conquistado ao longo dos treinamentos. O exame de faixa representa uma etapa importante na trajetória dos praticantes e valoriza dedicação e evolução dentro do esporte.

Para o mestre Luiz Mário, o kickboxing vai muito além da prática esportiva e pode contribuir diretamente para a formação dos jovens. “O kickboxing traz saúde física e mental e ajuda muito a juventude na questão do foco, de estabelecer uma meta e saber o que fazer na vida. Hoje, muitos adolescentes estão sem foco. O esporte dá uma direção. Eles têm horário para treinar, uma rotina e objetivos. Nós somos uma equipe de competição e uma das maiores equipes de competição do Estado. O kickboxing se tornou muito motivacional para eles, porque existe uma inspiração para o dia a dia”, disse.

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O secretário municipal de Esportes e Lazer, Edgar Teixeira (Edgar do Esporte), ressaltou a importância da utilização do Complexo Esportivo Hugo Viola para a realização da atividade. “É uma satisfação poder abrir as portas do Complexo Esportivo Hugo Viola para uma atividade que reúne mais de 100 alunos e que trabalha não apenas o esporte, mas também disciplina. Nosso objetivo é fazer com que os espaços esportivos de Cariacica sejam cada vez mais utilizados pela comunidade”, concluiu.

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Confederação Brasileira de Vôlei proíbe atletas mulheres trans

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) determinou, nesta sexta-feira (14), a adoção das regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) para as categorias femininas. A partir de agora, todas as atletas terão de apresentar um exame genético negativo para o gene SRY, ligado ao sexo masculino.

— A CBV passa a seguir, a partir de hoje, os critérios e fundamentos da Política de Proteção da Categoria Feminina do COI, publicada em março deste ano, que limita a elegibilidade nessa categoria exclusivamente às atletas do sexo biológico feminino. Essa verificação é feita por testagem e triagem do gene SRY, tendo como ressalvas apenas condições excepcionais previstas na política da entidade. Essa regra foi aprovada em setembro de 2025, incorporada pela FIVB e já aplicada neste ano na Liga das Nações — destacou a entidade.

As normas valerão para disputas como a Superliga, a Supercopa e o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. Aquelas que recusarem a triagem genética não serão punidas de forma disciplinar. No entanto, ficarão impedidas de participar das competições exclusivas do naipe feminino.

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O presidente da confederação, Radamés Lattari, afirmou que a medida visa equiparar a modalidade aos parâmetros internacionais.

— Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais e as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados às competições internacionais — declarou.

Há poucas exceções previstas para a política recém-adotada, restringindo-se a raros distúrbios do desenvolvimento sexual que causem impacto nos níveis de testosterona. O conselho de saúde garante que a coleta será pouco invasiva e o esporte ofertará suporte médico especializado.

A alteração regulatória afetará diretamente atletas transgêneros no voleibol nacional. Tifanny Abreu, que atualmente atua pelo Osasco, poderá jogar competições de âmbito estadual, mas terá sua elegibilidade avaliada segundo os novos critérios rigorosos para continuar disputando a Superliga.

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Jogador do Athletico-PR é condenado a 13 anos de prisão por estupro

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O lateral-esquerdo Léo Derik, de 21 anos, do Athletico-PR, foi condenado em primeira instância e vai recorrer em liberdade

O lateral-esquerdo Léo Derik, do Athletico-PR, foi condenado a 13 anos de prisão por estupro pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Curitiba, em julgamento realizado na quarta-feira (12).

A decisão foi tomada em primeira instância e, por isso, o jogador de 21 anos, que nega as acusações, vai recorrer em liberdade.

O Ministério Público (MP) chegou a pedir a absolvição do lateral-esquerdo, sob o argumento de “divergência de versões”. Porém, no entendimento da juíza Taís de Paula Scheer, as provas foram suficientes para pedir a condenação.

A avaliação do MP foi citada pela defesa do jogador para justificar a “absoluta surpresa com a condenação em primeira instância” manifestada em nota oficial.

“A sentença não é definitiva. Antecipar publicamente um juízo de culpabilidade antes do julgamento dos recursos cabíveis afronta a presunção de inocência e pode produzir danos irreversíveis, mesmo diante de absolvição posterior. A defesa recorrerá ao TJPR e confia no reexame do caso com costumeiro rigor técnico, de acordo com as provas produzidas nos autos”, diz o restante do texto da defesa do jogador.

Duas denúncias feitas pela mesma vítima

Léo Derik responde por duas denúncias feitas pela mesma mulher. Segundo o primeiro relato, ele teria tapado a boca e segurado os braços da vítima no intuito de impedir resistência durante ato sexual.

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No mesmo contexto, em 2024, de acordo com a outra denúncia, teria desferido tapas e um soco na costela. Derik recebeu seis anos e seis meses de punição por cada crime.

Em comunicado, o Athletico-PR disse ter tomado conhecimento da decisão judicial e que vai “respeitar o andamento regular” do processo.

“Por se tratar de processo que tramita em segredo de justiça, o Clube não comentará seu conteúdo nem os fatos nele discutidos. A decisão é de primeira instância e está sujeita à recurso. O Clube não toma parte no processo e respeitará seu regular andamento, observadas as garantias legais aplicáveis até eventual trânsito em julgado”, diz o clube, em nota publicada em seu site oficial.

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