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Segurança

Mulher é perseguida e usa arma de choque para escapar do ex em Guarapari

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Uma mulher de 22 anos afirma estar sendo perseguida pelo ex-marido, mesmo após mais de um ano do fim do relacionamento. Na tarde desta quinta-feira (13), ela contou que precisou usar uma arma de choque para escapar do homem enquanto buscava o filho de cinco anos em uma escola no bairro Ipiranga, em Guarapari.

Segundo a vítima, o ex foi atrás dela até a escola e começou a questioná-la sobre sua vida pessoal e financeira. Quando ela tentou acionar a polícia pelo celular, ele teria tentado tomar o aparelho à força.

Ele foi atrás de mim e queria saber quem iria pagar a minha conta. Sempre falava que eu tinha outros homens, outras pessoas, e não aceitava. Eu tentei ligar para a polícia, mas ele não deixou e tentou pegar meu celular à força. Foi quando usei a arma de choque, pedi socorro e as pessoas que estavam no local me ajudaram.

Vítima

A mulher afirma que o ex-companheiro a persegue há mais de um ano. De acordo com o relato, ele aparece em locais frequentados por ela, como supermercado e escola do filho, e tenta descobrir com quem ela se relaciona e o que está fazendo.

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A vítima afirma ainda que possui três medidas protetivas contra o homem. Segundo ela, o ex já apresentou comportamento agressivo e chegou a ameaçá-la com uma faca.

Ex teria ameaçado mulher com faca

A ameaça mais recente, segundo a vítima, teria acontecido na noite anterior ao episódio na escola. Ela contou que o ex havia dado R$ 50 a ela e ficou irritado após uma discussão relacionada ao dinheiro.

“Eu falei: ‘se for por causa de dinheiro, então eu não quero’. Peguei os R$ 50 e rasguei. Foi quando ele ficou furioso, disse que aquele dinheiro não era de vagabundo e pegou uma faca.”

Ainda segundo a mulher, a situação só não terminou em agressão porque a mãe e a irmã do homem intervieram. Na ocasião, ela estava com uma das filhas no colo.

Medo de que os filhos sejam atingidos

A mulher tem três filhos e procurou a Delegacia de Vila Velha na noite desta quinta-feira (13) para registrar a ocorrência. Ela afirma ter conseguido um abrigo e diz que teme pela própria segurança e pela dos filhos.

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Segundo a vítima, o medo aumentou porque o ex já teria dito que queria vê-la sofrer. Ela teme que os filhos sejam usados por ele como forma de atingi-la.

“Eu fico com medo do que ele possa fazer com os meus filhos para me atingir. Porque uma vez ele já falou que quer me ver sofrer. Então, para ele me ver sofrer, ele atingiria os meus filhos.”

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Segurança

Aposentada de 70 anos perde R$ 37 milhões em golpe

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Uma idosa de 70 anos perdeu mais de R$ 37 milhões em um golpe. O caso envolveu uma falsa plataforma de investimentos, de acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

O episódio deu origem a uma apuração que levou à operação Criptoabate, nesta quinta-feira (13), contra suspeitos de formar uma organização criminosa investigada por estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e nas cidades paulistas de São Paulo e Santos, em São Paulo. Ao todo, a operação mirou 18 pessoas. Entre os alvos de mandados de prisão, estavam três donos de empresas que trabalham com movimentação de criptoativos.

O advogado Bernardo Regueira Campos, que representa a idosa, disse que passou um longo período até que sua cliente percebesse que tinha sido vítima de um golpe. Inicialmente, ela parecia estar tendo lucro e a plataforma mostrava rendimentos. A mulher só identificou o problema quando o dinheiro não retornou.

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A investigação aponta que a vítima tinha sido incluída em grupos de mensagens que simulavam comunidades legítimas de estudo e investimentos no mercado financeiro. Supostos especialistas, assistentes e outros participantes interagiam de forma coordenada para criar uma aparência de profissionalismo e segurança.

Os investigados apresentavam análises, orientações e resultados, fazendo com que a vítima pensasse que os investimentos estavam dando lucro e passando a fazer aportes maiores. Esse tipo de estratégia é conhecida como pig butchering (golpe do abate de porcos), na qual uma relação de confiança é construída de forma gradual.

A polícia identificou pelo menos 140 potenciais vítimas em ambientes digitais. A operação desta quinta-feira é resultado de uma investigação que durou um ano e seis meses. As informações são do G1.

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Segurança

Motorista por aplicativo viaja de BH ao ES e descobre que caiu em golpe

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Mineiro de 52 anos recebeu parte do valor da corrida antes da viagem, mas ficou com prejuízo de mais de R$ 600 após passageiras fugirem em Cariacica

 

Um motorista por aplicativo de 52 anos, morador de Belo Horizonte (MG), percorreu mais de 500 quilômetros até a Grande Vitória após aceitar uma corrida negociada diretamente com uma passageira. Ao chegar em Cariacica, ele descobriu que havia caído em um golpe.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher entrou em contato afirmando que estava em um motel na capital mineira com duas irmãs e propôs o pagamento da viagem em duas etapas. O valor combinado foi de R$ 1.175, e o motorista recebeu R$ 500 antes de deixar Belo Horizonte.

Já em solo capixaba, as três passageiras pediram para descer em uma rua do bairro Jardim de Alah, em Cariacica, alegando que uma delas precisava urinar. Quando o veículo parou, elas desembarcaram e correram em direção a uma área de mata localizada atrás de um condomínio.

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O motorista relatou à Polícia Militar que percebeu a presença de três homens na região no momento em que as mulheres fugiram, o que reforçou a suspeita de que tudo fazia parte de uma armação.

Como tinha o contato das passageiras, ele tentou falar com elas por mensagens e ligações, mas não obteve resposta. A reportagem também tentou contato com as mulheres citadas, porém as ligações foram encaminhadas diretamente para a caixa postal.

A vítima registrou a ocorrência na Delegacia Regional de Cariacica. O prejuízo foi de mais de R$ 600, valor que deixou de receber após a fuga das passageiras.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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