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Medicina e Saúde

Hospital Geral de Linhares recebe R$ 5 milhões para reformas e energia solar

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A Secretaria Municipal de Saúde recebeu nesta sexta-feira (14) o repasse de R$ 5 milhões para reformas e adequações na infraeturutura do Hospital Geral de Linhares. O importante apoio financeiro foi anunciado pelo governo do Estado. Parte do recurso será utilizado para a implantação de um sistema de geração de energia solar fotovoltaica.

O anúncio do recebimento aconteceu no auditório do Hospital Geral de Linhares com a presença de funcionários da instituição, representante do Conselho Municipal de Saúde, dos secretários de saúde de Rio Bananal e Sooretama e do secretário estadual de saúde, Kim Barbosa.

No momento, a diretora do HGL, Clézia Martelli, destacou a importância do repasse para fortalecer o atendimento de saúde prestado à população. “Toda a equipe do hospital é empenhada na melhoria do HGL a cada dia, a equipe é engajada. O hospital pode mais e, com parceira como essa do Estado, vamos levar uma saúde de mais qualidade.

O investimento vai colaborar para requalificação da infraestrutura física e operacional do hospital, incluindo intervenções na cobertura, revisão das instalações elétricas e hidrossanitária, recuperação de revestimentos e pisos, pintura geral e manutenção de esquadrias metálicas.

“Essa sexta-feira está sendo de alegria. O hospital é referencia de atendimento porta aberta na região. O repasse no programa especial para investimento do HGL, é motivo de orgulho. Os recursos serão aplicados em melhorias, de acordo com as necessidade apontadas como prioridade pela gestão”, lembrou o secretário estadual de Saúde Kim Barbosa.

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A iniciativa está alinhada aos objetivos do novo acordo de reparação da Bacia do Rio Doce, especialmente no que se refere ao fortalecimento e à melhoria da infraestrutura pública.

A implantação do sistema de energia solar fotovoltaica vai contribuir para o uso de uma fonte limpa e renovável, a medida deverá proporcionar uma redução significativa nas despesas da unidade com energia elétrica.

“Com a economia gerada com o pagamento da conta de energia, os recursos poderão ser direcionados para outras áreas do Hospital Geral de Linhares, como assistência à saúde, a aquisição de medicamentos, insumos e equipamentos. Como é importante essa ligação como governo. Não andamos sozinhos. Juntos, fazemos políticas públicas de qualidade”, destacou o secretário municipal de Saúde, Alexandre Marim.

A Secretaria Municipal de Saúde recebeu nesta sexta-feira (14) o repasse de R$ 5 milhões para reformas e adequações na infraeturutura do Hospital Geral de Linhares. O importante apoio financeiro foi anunciado pelo governo do Estado. Parte do recurso será utilizado para a implantação de um sistema de geração de energia solar fotovoltaica.

O anúncio do recebimento aconteceu no auditório do Hospital Geral de Linhares com a presença de funcionários da instituição, representante do Conselho Municipal de Saúde, dos secretários de saúde de Rio Bananal e Sooretama e do secretário estadual de saúde, Kim Barbosa.

No momento, a diretora do HGL, Clézia Martelli, destacou a importância do repasse para fortalecer o atendimento de saúde prestado à população. “Toda a equipe do hospital é empenhada na melhoria do HGL a cada dia, a equipe é engajada. O hospital pode mais e, com parceira como essa do Estado, vamos levar uma saúde de mais qualidade.

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O investimento vai colaborar para requalificação da infraestrutura física e operacional do hospital, incluindo intervenções na cobertura, revisão das instalações elétricas e hidrossanitária, recuperação de revestimentos e pisos, pintura geral e manutenção de esquadrias metálicas.

“Essa sexta-feira está sendo de alegria. O hospital é referencia de atendimento porta aberta na região. O repasse no programa especial para investimento do HGL, é motivo de orgulho. Os recursos serão aplicados em melhorias, de acordo com as necessidade apontadas como prioridade pela gestão”, lembrou o secretário estadual de Saúde Kim Barbosa.

A iniciativa está alinhada aos objetivos do novo acordo de reparação da Bacia do Rio Doce, especialmente no que se refere ao fortalecimento e à melhoria da infraestrutura pública.

A implantação do sistema de energia solar fotovoltaica vai contribuir para o uso de uma fonte limpa e renovável, a medida deverá proporcionar uma redução significativa nas despesas da unidade com energia elétrica.

“Com a economia gerada com o pagamento da conta de energia, os recursos poderão ser direcionados para outras áreas do Hospital Geral de Linhares, como assistência à saúde, a aquisição de medicamentos, insumos e equipamentos. Como é importante essa ligação como governo. Não andamos sozinhos. Juntos, fazemos políticas públicas de qualidade”, destacou o secretário municipal de Saúde, Alexandre Marim.

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Medicina e Saúde

Mais de 546 mil afastamentos por saúde mental no Brasil acendem alerta para empresas na Serra

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Número registrado em 2025 foi o maior da série recente e motivou debate sobre riscos psicossociais, produtividade e gestão durante evento empresarial na Serra

 

Mais de 546 mil benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais foram concedidos no Brasil em 2025, segundo dados do Ministério da Previdência Social. O dado foi abordado pela psicóloga Sátina Pimenta durante o 236º Café de Negócios da Associação dos Empresários da Serra (Ases), realizado nesta quarta-feira (12), no Steffen Centro de Eventos, na Serra. O encontro reuniu empresários, gestores e lideranças para discutir como os riscos psicossociais podem afetar produtividade, custos, relações de trabalho e sustentabilidade dos negócios.

O número que representa um crescimento de aproximadamente 15,6% em relação ao ano anterior, acendeu um alerta para empresas sobre os efeitos do adoecimento mental no ambiente de trabalho. Entre os principais fatores de impacto estão custos com recrutamento e seleção, integração de novos profissionais, perda de produtividade, afastamentos e desligamentos. A psicóloga, mestre em Gestão de Pessoas e especialista em Saúde Mental Organizacional Sátina Pimenta destacou que a gestão empresarial precisa atuar antes que esses fatores resultem em consequências maiores. “Quando falamos de riscos psicossociais, não estamos falando apenas de saúde e bem-estar. Estamos falando de produtividade, lucratividade e sustentabilidade do negócio. O papel da empresa não é eliminar os problemas pessoais dos funcionários, mas garantir que o ambiente de trabalho não seja um produtor de adoecimento. Por isso, é preciso identificar os riscos, avaliar, intervir e acompanhar.”

Segundo ela, o objetivo não é eliminar todos os riscos existentes no ambiente de trabalho, mas identificar, avaliar, priorizar, intervir e monitorar. A especialista também ressaltou que a empresa não deve ser responsável por resolver problemas pessoais dos funcionários, mas precisa evitar que o próprio ambiente profissional seja um fator de adoecimento.

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O avanço dos afastamentos reforça a dimensão do desafio. Em 2025, somente ansiedade e depressão responderam por mais de 293 mil afastamentos no país, com 166.489 licenças relacionadas a transtornos de ansiedade e 126.608 a episódios depressivos.

Durante o encontro, a diretora Comercial e de Marketing da Up Health, Karol Cavêdo, apresentou medidas adotadas pela empresa para transformar a gestão dos riscos psicossociais em prática cotidiana. Entre as ações estão o mapeamento dos riscos, a criação de comitês, o envolvimento de diferentes áreas e o acompanhamento das medidas implementadas.

Para Karol, a responsabilidade não pode ficar restrita a um departamento. “A gestão dos riscos psicossociais não pode ficar restrita ao RH. É uma responsabilidade de toda a empresa, que envolve líderes, gestores e diferentes áreas. Precisamos identificar os riscos, planejar as ações, implementar, acompanhar e, principalmente, registrar e evidenciar tudo o que está sendo feito. A cultura da empresa é construída pelos comportamentos que ela tolera, reconhece e repete.”

A executiva também chamou atenção para a necessidade de registrar e evidenciar as ações adotadas. “Não basta identificar o risco e criar um plano de ação. É preciso implementar, acompanhar e registrar tudo o que está sendo feito. Quando falamos de riscos psicossociais, evidenciar essas medidas é fundamental para mostrar que a empresa não apenas reconheceu o problema, mas está efetivamente trabalhando para gerenciá-lo e reduzir seus impactos.”

 

 

Na avaliação do presidente da Ases, Leonelle Lamas, o debate também precisa considerar a forma como a rotina profissional tem sido conduzida. Ele defendeu uma reflexão sobre o excesso de compromissos, cobranças e velocidade no dia a dia. “Sim, precisamos tratar de negócios e cuidar das empresas, mas é importante desacelerar. Cuidar da saúde mental também é cuidar da sustentabilidade das empresas. Precisamos aprender a desacelerar, valorizar as pessoas e entender que resultados consistentes não são construídos apenas com metas e números, mas também com relações mais saudáveis e com qualidade de vida.”

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O CEO da Le Card, Erly Vieira, reforçou a importância de compreender as pessoas dentro das organizações. Para ele, empresas que dependem diretamente do relacionamento entre profissionais precisam desenvolver uma cultura de escuta e compreensão dos colaboradores. “Nós trabalhamos diretamente com pessoas e, por isso, precisamos entender de gente. Ouvir, compreender e estar atento ao que os colaboradores estão vivendo é fundamental para construir um ambiente de trabalho mais saudável. Debates como esse nos ajudam a refletir sobre como podemos melhorar a gestão e as relações dentro das empresas.”

O debate ocorreu em meio às discussões sobre a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que inclui os riscos psicossociais entre os aspectos relacionados à gestão de saúde e segurança no trabalho. A discussão sobre o tema reforça que saúde mental deixou de ser exclusivamente uma pauta de bem-estar e passou a fazer parte da gestão de riscos, da produtividade e da sustentabilidade empresarial.

Promovido mensalmente pela Ases, o Café de Negócios reúne empresários, especialistas e lideranças para discutir temas que impactam diretamente o ambiente empresarial e a competitividade das empresas.

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Medicina e Saúde

Cirurgia robótica avança e ganha espaço no ES

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Há alguns anos, a cirurgia robótica parecia uma realidade distante da medicina capixaba. Hoje, a tecnologia já faz parte da rotina de hospitais do Espírito Santo e começa a ser utilizada em procedimentos cada vez mais complexos. A Rede Meridional, por exemplo, chegou à marca de 1.845 cirurgias realizadas em seis anos.

Além de ampliar o uso de robôs nos centros cirúrgicos, o movimento também mostra como a tecnologia vem sendo incorporada à medicina de alta complexidade. Com recursos que permitem maior precisão dos movimentos e visão ampliada do campo cirúrgico, a cirurgia robótica pode contribuir para procedimentos menos invasivos e para uma recuperação mais rápida.

Da novidade à alta complexidade

Um exemplo desse avanço é o programa da Rede Meridional, implantado em 2020 e que já soma 1.845 procedimentos. Mas a tecnologia não está restrita a uma única instituição. O Hospital Santa Rita também foi pioneiro no Espírito Santo na adoção do robô, ampliando o uso da cirurgia robótica no Espírito Santo.

Na Rede Meridional, a tecnologia chegou neste ano a dois procedimentos inéditos no Estado: a primeira cirurgia cardíaca robótica e o primeiro transplante renal realizado com auxílio da tecnologia.

Na cirurgia cardíaca robótica, foram utilizados quatro braços robóticos e visão tridimensional, permitindo uma abordagem minimamente invasiva. Já na cirurgia do transplante renal, a técnica pode reduzir o trauma cirúrgico e favorecer a recuperação do paciente.

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Para o diretor do Hub da Rede Meridional no Espírito Santo, Gustavo Peixoto, a evolução da tecnologia precisa estar acompanhada da preparação das equipes.

“Ao longo desses seis anos, construímos uma trajetória baseada em investimento em tecnologia, capacitação das equipes e foco permanente na segurança do paciente. Os resultados alcançados mostram a maturidade do programa e o compromisso da Rede Meridional em oferecer o que há de mais moderno na medicina.”

Tecnologia para procedimentos mais complexos

A evolução da cirurgia robótica também aparece na capacidade de realizar procedimentos que exigem maior precisão.

Neste mês, o cirurgião Isaac Walker, da Rede Meridional Cariacica, apresentou nos Estados Unidos um caso de alta complexidade envolvendo a retirada, por cirurgia robótica, de um tumor gastrointestinal de grandes proporções. O trabalho foi apresentado durante o congresso anual da Society of Robotic Surgery, na Flórida.

Segundo Walker, a tecnologia passou a ser uma aliada importante justamente em operações mais complexas. “A cirurgia robótica evoluiu muito nos últimos anos e hoje representa um importante aliado na realização de procedimentos complexos. Alcançar a marca de 1.845 cirurgias demonstra a consolidação do programa da Rede Meridional e o nível de excelência da nossa equipe.”

Tecnologia ganha espaço no Estado

Segundo Daniela Goldner, diretora técnica do Hospital Santa Rita, a instituição adquiriu o sistema robótico em dezembro de 2019. Com a chegada dos componentes do robô em março de 2020, em abril foi realizado o primeiro procedimento.

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“Fomos pioneiros na aquisição do Robô Da Vinci no Espírito Santo. A tecnologia possibilita a realização de cirurgias robóticas com maior precisão, segurança e recursos minimamente invasivos, contribuindo para melhores resultados cirúrgicos, recuperação mais rápida dos pacientes e ampliação do acesso a procedimentos de alta complexidade”, ressalta Daniela Goldner, diretora técnica do Hospital Santa Rita.

 

Estrutura robótica – Hospital Santa Rita. Crédito foto: Divulgação Ascom/Hospital Santa Rita

 

De acordo com Daniela Goldner, a tecnologia já é utilizada em especialidades como urologia, cirurgia geral, oncologia, ginecologia, cirurgia pediátrica, cirurgia torácica e cabeça e pescoço, além de procedimentos combinados.

A presença de diferentes serviços com a tecnologia ajuda a mostrar uma mudança no cenário da medicina capixaba: a cirurgia robótica deixou de ser uma novidade restrita a poucos centros e passou a integrar a estrutura de atendimento de hospitais que realizam procedimentos de maior complexidade.

 

Quando a tecnologia chega ao paciente

Por trás dos números e dos equipamentos, a principal mudança está na experiência de quem passa pelo procedimento.

A plataforma robótica utilizada pela equipe permite movimentos mais precisos, visão ampliada e tridimensional do campo cirúrgico e acesso a regiões de difícil alcance. Em determinadas cirurgias, esses recursos podem contribuir para reduzir o trauma dos tecidos, a perda sanguínea e o tempo de recuperação.

A tecnologia, porém, não substitui o cirurgião. O procedimento continua dependendo da avaliação médica, do planejamento da operação e de uma equipe especializada para conduzir cada etapa.

A expectativa é que a incorporação de novas técnicas continue ampliando o número de procedimentos que podem ser realizados com auxílio da robótica no Estado.

O avanço da cirurgia robótica mostra, assim, uma mudança importante na medicina capixaba: tecnologias que antes pareciam restritas a grandes centros começam a fazer parte da assistência local, aproximando procedimentos de alta complexidade da população e colocando a inovação a serviço de um objetivo bastante concreto: tornar o cuidado mais preciso e menos invasivo.

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Fonte: Folha Vitória.

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