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Política e Governo

Governo do Espírito Santo lança Plano Estratégico de Preparação e Enfrentamento aos impactos do fenômeno El Niño

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O Governo do Espírito Santo anunciou, nesta quarta-feira (08), um conjunto de medidas preventivas e mitigatórias para enfrentar os impactos climáticos decorrentes do fenômeno El Niño. Em coletiva de imprensa, o governador Ricardo Ferraço apresentou o Plano Estratégico de Preparação e Enfrentamento, uma estratégia multissetorial estruturada com base em dados técnicos e modelagens meteorológicas, com o objetivo de proteger a população, garantir a segurança hídrica e reduzir os impactos sobre o setor produtivo capixaba.

Com base nos dados de monitoramento e nas projeções climáticas elaboradas pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cepdec-ES), foram definidas ações que vão desde o monitoramento em tempo real até o apoio aos produtores rurais. Diante da possibilidade de anomalias climáticas, que podem provocar estiagens prolongadas em algumas regiões e episódios de chuvas intensas em outras, o Estado estruturou um conjunto de medidas preventivas para reduzir riscos à população e à infraestrutura.

“Tudo indica que teremos um período de forte influência do El Niño. Por isso, estamos agindo de forma preventiva para reduzir a necessidade de ações emergenciais. Estou assinando o decreto que cria o Centro Integrado de Comando e Controle, reunindo diversos órgãos do Governo do Estado em uma atuação coordenada. O decreto estabelece um planejamento e define responsabilidades. Também divulgaremos boletins sobre o fenômeno e sobre as ações adotadas, garantindo transparência à população. Há previsão de estiagem prolongada, com possíveis impactos econômicos e sociais, e estamos adotando medidas para ampliar a capacidade de resposta do Estado”, afirmou o governador.

 

 

Entre as principais frentes de atuação está o fortalecimento da rede de monitoramento meteorológico. A Defesa Civil Estadual realiza monitoramento 24 horas por dia, utilizando imagens de satélite, estações meteorológicas e a Plataforma V-Fogo, responsável pelo acompanhamento, em tempo real, dos focos de calor.

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A Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) opera 32 estações de monitoramento fluviométrico dos rios capixabas, enquanto a Companhia Espírito-santense de Saneamento (Cesan) acompanha o nível da água nos pontos de captação para abastecimento. Caso necessário, poderão ser adotadas medidas como a perfuração de poços e a contratação de carros-pipa para atendimento emergencial.

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) apoia as ações de fiscalização ambiental por meio da Central de Monitoramento de Florestas (CMF/Idaf), que utiliza imagens de satélite para identificar desmatamentos ilegais e emitir alertas georreferenciados.

O agronegócio e a agricultura familiar estão entre os setores mais suscetíveis aos efeitos do El Niño. Para reduzir esses impactos, a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) estruturou ações preventivas, incluindo a entrega antecipada de carros-pipa e maquinários, como caçambas, escavadeiras e pás carregadeiras aos municípios, além da distribuição de ensacadoras de forragem e da formação de estoques estratégicos de silagem para garantir a alimentação dos rebanhos.

Também foi criado o Programa de Financiamento para Construção de Pequenas Barragens, com linhas de crédito de até R$ 150 mil por propriedade rural, juros reduzidos e prazos ampliados.

Além disso, técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) intensificarão o atendimento aos produtores rurais, prestando orientações sobre manejo sustentável do solo, elaboração de projetos para acesso ao crédito e contratação do Seguro Rural.

Na área de infraestrutura hídrica, o Governo do Estado mantém investimentos em 33 barragens de uso coletivo, entre concluídas e em execução, com capacidade total de armazenamento de aproximadamente 17,7 milhões de metros cúbicos de água.

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No ambiente urbano, a Secretaria de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb) concentra suas ações na execução de obras de macrodrenagem e contenção de encostas.

Por meio do Fundo Cidades, foram investidos R$ 721 milhões em 217 obras de prevenção e mitigação de desastres. Já o Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil (Funpdec/ES) destinou R$ 52 milhões para a execução de outras 35 obras com a mesma finalidade.

Para reforçar o combate aos incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) executa a Operação Fogo Zero, que mobiliza efetivo adicional nas regiões com maior incidência de incêndios em vegetação. O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) também investiu na aquisição de equipamentos de prevenção e combate a incêndios, além da contratação de brigadistas para atuação nas unidades de conservação sob sua gestão.

As ações são apoiadas pelo Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAer), que adquiriu duas novas aeronaves, um caminhão de abastecimento, equipamentos específicos para combate a incêndios e promoveu a formação de novos pilotos e mecânicos.

Para coordenar a execução das medidas e agilizar a resposta às ocorrências, foi instituído o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) El Niño, que reunirá os órgãos envolvidos nas ações de preparação e resposta.

O CICC permitirá o monitoramento diário das condições climáticas no Espírito Santo, a centralização das informações e a tomada de decisões de forma integrada entre os órgãos estaduais envolvidos nas ações de prevenção e enfrentamento aos impactos do fenômeno El Niño.

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TCE-ES emite nota com mais de 50 recomendações para enfrentamento de efeitos do El Niño

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Os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) aprovaram na sessão desta terça-feira (07) o envio de uma nota recomendatória alertando o Estado e municípios capixabas sobre o risco do El Niño neste e no próximo ano. O material foi produzido pela área técnica da Corte de Contas e cita riscos tanto de alagamentos quanto de estiagem e ondas de calor. A nota foi publicada no Diário Oficial de Contas desta quarta-feira (8). 

Segundo análises do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e simulações do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas (ECMWF), o El Ninõ de 2026 poderá ser considerado um ‘super El Niño’, com aquecimento superior a 2ºC acima da média no Pacífico Central. O relatório também utiliza informações da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, e do serviço meteorológico australiano. 

Os pesquisadores do Cemaden destacam que o El Niño, em si, não causa desastres diretos, mas influencia as probabilidades de eventos extremos. Contudo, quanto mais vulneráveis estão os municípios, maiores tendem a ser a gravidade dos eventos extremos. Por esse motivo, o estudo é direcionado ao governador do Estado, prefeitos e autoridades que, em última instância, respondem pela implementação da Política de Proteção e Defesa Civil.  

Impactos 

Para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, o Cemaden avalia que o El Niño 2026/2027 pode comprometer parte da estação chuvosa, acompanhado de temperaturas acima da média. “Esse cenário afeta diretamente a recuperação de reservatórios, eleva o risco hidrológico em bacias estratégicas e favorece a ocorrência de ondas de calor mais intensas e frequentes. No Espírito Santo, o estresse hídrico e a irregularidade das precipitações são os principais vetores de risco, conforme documentado no El Niño de 2023/2024”, aponta o relatório. 

Nos próximos meses, o fenômeno climático pode provocar eventos extremos de precipitação. “A diminuição das chuvas, associada ao aumento das temperaturas, agrava o déficit hídrico, comprometendo a recarga de aquíferos, os níveis de reservatórios e a disponibilidade de água”, apresenta o estudo. 

Por outro lado, a combinação entre ondas de calor, alta umidade e entrada de frentes frias tem a capacidade de causar perigosas pancadas de chuva. “No caso do sul do Espírito Santo, esse risco é agravado pela topografia acidentada, pelo histórico de assoreamento dos rios e pela urbanização em áreas de risco, conforme identificado pela Defesa Civil Estadual e Incaper após a tragédia de Mimoso do Sul”, apresenta a área técnica do TCE-ES. 

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Riscos 

As possibilidades de seca prolongada e pancadas isoladas de chuva aumentam os riscos sanitários em diversas áreas. Esses riscos também são apresentados no material produzido pela Corte de Contas capixaba. 

Entre eles estão o aumento da proliferação do Aedes aegypti, e consequente aumento dos casos de dengue; a sobrecarga do sistema de saúde; prejuízos na aprendizagem por conta das ondas de calor; aumento das demandas por benefícios sociais; agravamento da insegurança alimentar e pobreza; entre outros pontos.  

Recomendações 

De modo geral, é recomendado aos gestores a elaboração ou revisão dos instrumentos de planejamento e gestão que permitam uma ação organizada caso se confirme a previsão de ocorrência dos eventos extremos. Entre esses instrumentos estão os Planos Municipais de Contingência de Proteção e Defesa Civil; treinamento das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil; entre outros planos de contingência. 

O material recomenda a realização de contratações preventivas, com planejamento antecipado de demandas por insumos, equipamentos e serviços de resposta à estiagem ou inundações. Também há destaque para que as administrações façam as devidas reservas e adequações orçamentárias

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O documento aborda ações em vigilância em saúde, respostas do setor educacional, socioassistencial, articulação interinstitucional, como: 

– Saúde: intensificação das ações de vigilância entomológica; dimensionamento, capacitação e eventual reforço de Agentes de Endemias; levantamento preventivo e manutenção de estoque mínimo de medicamentos, insumos e materiais estratégicos; reforço da vigilância epidemiológica de doenças associadas a enchentes e inundações; entre outros. 

– Educação: realização, em articulação com a Defesa Civil, do mapeamento completo de todas as escolas localizadas em áreas de risco de alagamento, deslizamento ou inundação; instituição de programas para a climatização das escolas da rede pública; e adoção de unidades escolares como abrigo provisório de famílias afetadas por situação de inundações, deslizamentos e alagamentos, somente em casos excepcionais; entre outros. 

– Socioassistencial: identificação prévia das famílias residentes em áreas sujeitas a enchentes, deslizamentos, alagamentos, estiagens severas e demais riscos climáticos; fortalecimento da abordagem de moradores de rua, em especial em dias de calor extremo; e estabelecimento de estratégias de acompanhamento das famílias atingidas após o evento climático; entre outros. 

– Comunicação: implementação de campanhas públicas sobre uso racional da água e prevenção da dengue; de riscos de foco de incêndio e de disposição correta de lixo; capacitação das equipes de defesa civil, saneamento, saúde e obras; realização de simulação com moradores e alunos quanto as rotas; entre outras. 

“A janela de tempo entre a presente data e o período de maior risco climático (primavera-verão 2026/2027) é suficiente para que municípios e o Estado adotem medidas preventivas efetivas – desde que orientados e mobilizados a agir agora. A inação transformará riscos previsíveis em emergências dispendiosas, com potencial de responsabilização dos gestores omissos perante este Tribunal”, conclui o material apresentado pela área técnica. 

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PCdoB indica médico para ser vice de Helder Salomão

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Além do PCdoB, outros dois partidos têm interesse na vaga. Definição deve sair até o dia 23 de julho

O PCdoB apresentou na manhã desta quarta-feira (08) um nome para compor a chapa encabeçada pelo deputado federal Helder Salomão (PT) na disputa ao governo do Estado.

Trata-se do médico Neio Lúcio Pereira, que também é presidente estadual do partido. O PCdoB faz parte da federação Brasil da Esperança, composta também pelo PT e pelo PV.

Na indicação, o partido destaca a trajetória de Neio Lúcio, que é médico da família e comunidade e servidor efetivo de Vila Velha. Ele também já foi vereador, secretário municipal de Saúde e secretário estadual de Meio Ambiente, em outro estado.

Natural do Rio Grande do Sul, Neio veio para o Espírito Santo em 2019, a convite do então governador Renato Casagrande (PSB). Ele comandou o Hospital Antônio Bezerra de Faria, em Vila Velha, e contribuiu na estruturação da Fundação Estadual de Inovação em Saúde – a Inova Capixaba –, sendo seu primeiro presidente.

“A decisão expressa o entendimento de que o PCdoB deve contribuir com o processo eleitoral a partir de uma trajetória ligada à defesa da saúde pública, da valorização dos trabalhadores, da democracia, dos direitos sociais e de um projeto de desenvolvimento para o Espírito Santo, vinculado ao projeto nacional de desenvolvimento”, diz trecho do comunicado do PCdoB.

Ampliação da chapa

Em entrevista, Neio confirmou a intenção de ocupar o posto de vice, mas disse que não se trata de um desejo individual ou de uma imposição do partido. Pelo contrário.

 

Ele defende uma ampliação da coligação e que o posto de vice esteja disponível para atrair mais partidos para o palanque. Hoje, a pré-candidatura de Helder conta com o apoio da federação e do Psol.

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“Nós defendemos uma ampliação da nossa chapa, inclusive indo um pouco mais para o centro e para a centro-direita. Temos conversado com alguns partidos”, disse Neio, sem revelar quais.

Nesse cenário, o posto de vice poderia ser preenchido por um novo partido que se junte à federação. Mas, a preço de hoje, o nome de Neio está colocado para participar do debate sobre a disputa majoritária.

“O PCdoB apresentou meu nome, eu estou à disposição. Mas vamos discutir ainda três vagas: a de vice e os dois suplentes do senador Fabiano Contarato (PT)”, disse o dirigente.

Professor recuou

Neio Lúcio não foi a primeira opção do partido. No último dia 1º, também por meio de um comunicado, o PCdoB indicou o nome do professor José Roberto Gonçalves de Abreu para a vaga de vice.

José Roberto é de São Mateus, servidor do Ifes, doutor pela Ufes e já foi secretário municipal de Educação e Saúde.

Embora, num primeiro momento, o professor tenha aceitado o desafio, nessa semana, por motivos pessoais e familiares, ele declinou.

A substituição do nome de José Roberto foi acordada dentro do partido e já encaminhada às principais lideranças do PT.

Psol também tem interesse, mas…

Não é só o PCdoB que tem interesse na vaga de vice do pré-candidato ao governo Helder Salomão. O Psol, que já declarou apoio à pré-candidatura majoritária, também está no páreo.

“É interesse do partido participar da majoritária. Não temos nome fechado, estamos focados na chapa proporcional. Mas temos a certeza que temos militantes muito qualificados para cumprir essa tarefa”, disse a deputada estadual Camila Valadão, principal liderança estadual do Psol.

Porém, antes mesmo de indicar um nome, o Psol terá de resolver um impasse com sua colega de federação, a Rede. O partido hoje faz parte da base aliada do governador Ricardo Ferraço (MDB), integra a gestão e está inclinado a apoiá-lo à reeleição. A Rede também apoia o ex-governador Renato Casagrande (PSB) ao Senado.

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Quando divergências assim acontecem, a tendência é que prevaleça o posicionamento do partido com maior peso dentro da federação.

Nacionalmente, o Psol é mais forte que a Rede. No Estado, a situação é equilibrada. Porém, Camila disse que o Psol vai priorizar o diálogo e o bom senso.

A gente segue no esforço de diálogo com a Rede. Hoje, não há acordo sobre as majoritárias, tanto a de Senado quanto a de governo. Não gostaria de levar esse debate para uma disputa de votos, estamos apostando no bom senso. Há quatro anos, a federação fechou com o Audifax Barcelos, que estava na Rede, mesmo o Psol sendo contra. Agora, defendemos o apoio ao Helder, até porque não acredito que o Ricardo irá querer uma federação de esquerda na coligação dele. A Rede, em âmbito nacional, é de esquerda”, afirmou Camila.

Na próxima semana está marcada uma reunião entre os dirigentes do Psol e da Rede para debaterem o assunto.

Mulheres petistas também cotadas

Elcimara Loureiro (foto: arquivo pessoal)


Embora o PT já ocupe duas vagas majoritárias – a candidatura ao governo e uma das vagas ao Senado – algumas correntes internas do PT defendem que o posto de vice também seja ocupado pelo partido.

Um dos nomes cotados para essa vaga seria o da ex-vereadora da Serra Elcimara Loureiro.

Além de parlamentar, no período de 2021 a 2024, Elcimara também foi secretária municipal de Assistência Social da Serra, durante a gestão do ex-prefeito Audifax Barcelos.

Ela foi eleita pela Rede e, durante o mandato, migrou para o PT. É formada em Psicanálise e Teologia e também já atuou como conselheira tutelar.

“Eu faço parte de agrupamento interno chamado Construindo um Novo Brasil (CNB), grupo da deputada federal Jack Rocha. E este grupo colocou meu nome à disposição da majoritária”, disse Elcimara à coluna.

Professora Valdirene (foto: arquivo pessoal)

Outro nome que tem sido ventilado dentro do PT é o da vereadora de São Mateus Professora Valdirene, que cumpre seu primeiro mandato na Câmara.

Valdirene nasceu numa comunidade quilombola e tem uma atuação bastante forte nessa área. Também tem militância em movimentos sindicais e sociais.

É formada em Ciências Biológicas, mestre em Ensino na Educação Básica, além de ser professora aposentada.

“É uma discussão coletiva, que vai envolver toda a federação e outros partidos, mas temos conversado sobre o nome da Valdirene. Entendemos a importância de ter uma representação feminina e do Norte do Estado. Se o coletivo entender que o nome dela agrega, é uma possibilidade”, disse Eliete Fernandes, presidente do PT de São Mateus.

Data marcada para definição

Lideranças estaduais petistas, procuradas disseram que o debate sobre vice ainda não começou.

“Recebi uma indicação formal do PCdoB, mas ainda não há um debate formal sobre os nomes”, disse o presidente estadual do PT, João Coser, que não descartou a possibilidade de uma chapa puro-sangue: “É uma probabilidade alta”.

A deputada estadual Iriny Lopes fez coro: “Ainda não abrimos esse debate no PT”.

Já Helder Salomão afirmou que a definição sobre vice ocorrerá até o próximo dia 23: “Vamos conversar com os partidos que estão apoiando nossa pré-candidatura e teremos uma definição até 23 de julho, quando ocorrerá a convenção da nossa Federação Brasil da Esperança”.

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