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Política Nacional

“Jaques Wagner pode ser um homem-bomba”, diz Adrilles Jorge

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O vereador de São Paulo Adrilles Jorge (União Brasil) afirmou considerar o senador Jaques Wagner (PT-BA) um elo entre o governo Lula e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo o vereador, a importância de Jaques no episódio vai além de sua condição de líder do governo no Senado.

– Eu acho o Jaques Wagner fundamental para a percepção e compreensão de que o governo Lula é também o governo Vorcaro – declarou no Pleno Time, nesta terça-feira (23).

Adrilles definiu o senador como “o elo central que une de maneira inextricável a corrupção do Banco Master, o Vorcaro, os escândalos e o governo Lula”.

O parlamentar também criticou declarações recentes de Jaques Wagner em defesa de Lula e classificou como uma espécie de pressão política a solidariedade manifestada pelo senador ao presidente.

– Isso é chantagem. Isso é a mais absoluta e translúcida chantagem. E é um tipo de chantagem de mafioso. Eu sei o que você fez no verão passado – disse.

O vereador também especulou sobre possíveis consequências políticas caso Jaques Wagner deixasse o cargo de líder do governo.

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– Ele pode desmantelar o governo, pode dizer tudo o que sabe, ele pode ir para a cadeia, ele pode fazer uma delação premiada. Ou seja, ele pode ser um homem-bomba – declarou, em relação à longevidade do senador no Partido dos Trabalhadores e sua estreita relação com Lula.

Na semana passada, Wagner foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, que apura os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e a suposta participação do senador no esquema. A Polícia Federal suspeita que Jaques Wagner tenha recebido um imóvel de R$ 2,5 milhões e pagamentos de propina que totalizaram R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a um de seus familiares.

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Política Nacional

Senador Marcos do Val lidera criação de Grupo Parlamentar pela Segurança Pública no Senado Federal

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Em mais um ato em defesa da segurança pública que já é marca da sua trajetória no Senado Federal, o Senador Marcos Do Val (Avante/ES) apresentou o Projeto de Resolução do Senado nº 80/2023, que institui o Grupo Parlamentar em Defesa da Segurança Pública e Políticas Públicas de Segurança no âmbito do Senado Federal.

“Se esta Casa Legislativa não buscar soluções para esse quadro, em breve o Brasil será um país ingovernável”, alerta o senador numa convocação ao Congresso para que aja antes que seja tarde. A matéria já foi analisada e aprovada pela Comissão de Segurança Pública (CSP) e agora aguarda a apreciação da Comissão Diretora (CDIR) do Senado Federal.

A iniciativa reafirma o compromisso histórico do parlamentar capixaba com uma das pautas mais urgentes do país. Com caráter suprapartidário, o grupo reunirá senadores e senadoras dispostos a enfrentar de frente o avanço da criminalidade, acompanhar proposições legislativas sobre o tema, promover audiências públicas com especialistas e formular soluções concretas para fortalecer as polícias e proteger o cidadão brasileiro.

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Para Marcos Do Val, a criação do grupo é uma resposta direta à omissão do Estado diante de uma sociedade que clama por mais segurança. Ao longo de sua carreira profissional de mais de trinta anos como instrutor de forças de segurança pública e quase oito anos no Senado, o parlamentar construiu uma trajetória sólida na valorização dos agentes de segurança pública e no combate ao crime organizado e à corrupção das instituições de Estado.

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Política Nacional

Saiba quais foram as três vagas pedidas por Michelle ao Senado

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Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis foram as escolhidas com aval de Jair Bolsonaro

Nesta quarta-feira (24), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que enfrenta resistência dentro do PL para manter três candidaturas femininas ao Senado nas eleições de 2026. Presidente nacional do PL Mulher, ela disse que defende os nomes das deputadas Bia Kicis, Carol de Toni e Priscila Costa.

Ao relatar as discussões internas do partido, Michelle afirmou que a disputa pelas vagas tem gerado desgaste em um momento delicado para sua família.

– Eu pedi apenas três: Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis. Três vagas, de 17 que poderíamos ter. E tem sido uma batalha diária para manter essas três. E isso é muito desgastante – declarou.

Uma das indicadas é a deputada federal Bia Kicis, do Distrito Federal. Procuradora aposentada, ela está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados e já presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Aliada de Jair Bolsonaro, ganhou projeção nacional por defender pautas conservadoras e o voto impresso.

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Outra escolha de Michelle é a deputada federal Carol de Toni, de Santa Catarina. Advogada, ela foi a parlamentar mais votada do estado em 2022 e presidiu a CCJ da Câmara em 2024. A congressista atua em pautas ligadas ao conservadorismo, ao agronegócio e à segurança pública.

No Ceará, a aposta de Michelle é a deputada federal Priscila Costa. Vice-presidente do PL Mulher, ela iniciou a carreira política como vereadora de Fortaleza e se destacou pela defesa de pautas conservadoras. A parlamentar também foi uma das principais apoiadoras da candidatura de André Fernandes à Prefeitura de Fortaleza em 2024.

Durante o vídeo, Michelle afirmou que a candidatura de Priscila ao Senado foi definida em conjunto com Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

– Essa candidatura foi muito bem definida por três pessoas, meu marido, eu e o presidente Valdemar. Não foi sugestão, foi preferência, foi decisão – disse.

A ex-primeira-dama também afirmou que Bolsonaro determinou que o partido disputasse duas vagas ao Senado no Ceará, uma delas destinada a Priscila Costa. Segundo Michelle, houve movimentações para retirar a parlamentar da disputa e abrir espaço para uma aliança política envolvendo o grupo de Ciro Gomes.

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– Aproveitando-se da prisão do Jair, começaram a trabalhar para eliminar Priscila da disputa, cedendo a vaga dela para garantir uma aliança com Ciro Gomes – afirmou.

Michelle declarou ainda que manter as três candidaturas femininas é uma questão de reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelas parlamentares e de fortalecimento da participação das mulheres conservadoras na política.

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