conecte-se conosco


Entretenimento

Morre a atriz Glória Menezes, aos 91 anos, no Rio de Janeiro

Publicado

A atriz Glória Menezes morreu nesta terça-feira (18), aos 91 anos de idade, no Rio de Janeiro. De acordo com a família, a artista faleceu em casa, mas a causa da morte não foi divulgada. O último trabalho da atriz foi na novela Totalmente Demais, em 2016.

Glória iniciou a carreira no teatro estudantil na Universidade de São Paulo e pouco tempo depois estrou na televisão. Em 1959 ela atuou em Um lugar ao sol, na TV Tupi. Na Globo, o primeiro trabalhou ocorreu em 1967, em Sangue de areia. Ao todo, foram mais de 40 novelas na longeva carreira da atriz. Além disso, Glória atuou também em quatro filmes entre 1964 e 1973.

A atriz formou o casal mais famoso da televisão brasileira ao lado de Tarcísio Meira. O primeiro trabalho juntos foi 2-5499 Ocupado, exibida em 1963 pela extinta TV Excelsior. Na estreia pela TV Globo, a dupla também dividiu o set de gravação.

Ao todo o casal contracenou em 12 novelas, além de minisséries e peças de teatro. A dupla também atuou e deu nome ao seriado Tarcísio & Glória, em 1988, na emissora do Rio de Janeiro. A produção, apesar de levar o nome dos atores, não era uma autobiografia.

Leia mais:  Verão Cultural: cantor e compositor Douglas Lopes apresenta o show “A Fogueira” na Casa da Música Sônia Cabral

Mais cedo, também nesta terça-feira, outra atriz veterana faleceu. Laura Cardoso morreu em casa, aos 98 anos, por causas naturais.

publicidade

Entretenimento

Morre, aos 98 anos, a atriz Laura Cardoso, nome histórico da TV

Publicado

Laura acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira do rádio para a televisão

 

Morreu, aos 98 anos, a atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira. A morte foi anunciada em seu perfil oficial no Instagram na madrugada desta terça-feira (18). De acordo com a filha, Fátima Cardoso, a artista morreu após passar mal em sua residência, no bairro de Sumaré, na Zona Oeste da capital paulista, por volta das 23h20. Laura deixa duas filhas, netas e bisneto.

A publicação que comunicou a morte homenageou a atriz ressaltou a marca deixada por ela na cultura brasileira.

– Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso – diz o texto.

 

Laura Cardoso foi a atriz que mais viveu mães na dramaturgia

 

A atriz começou a carreira aos 15 anos e acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira, desde os tempos do rádio até a consolidação da televisão. Ao lado de nomes como Lima Duarte, Yara Lins, Lolita Rodrigues e Vida Alves, ajudou a formar uma geração de artistas que fez a transição entre os dois meios.

Leia mais:  Esta série da Netflix conquistou o topo das paradas no streaming

Ao longo da carreira, Laura interpretou dezenas de personagens em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Entre seus trabalhos estão Mulheres de AreiaA ViagemPão, Pão, Beijo, Beijo; e Sol Nascente. Seu último trabalho em uma novela foi A Dona do Pedaço, em 2019. Em 2023, aos 95 anos, a atriz ainda falava sobre o futuro profissional sem estabelecer uma despedida da televisão.

– Gosto de estar com a minha gente. Em um estúdio, nada me cansa. Quero morrer trabalhando – disse, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.

Laura era filha de portugueses e cresceu em uma família ligada às artes. O pai, comerciante e apreciador de teatro, não se opôs à escolha da filha pela profissão, mas a mãe resistiu inicialmente. Na década de 40, segundo a atriz, havia forte preconceito contra mulheres que trabalhavam no teatro. Aos 15 anos, porém, Laura decidiu seguir o caminho que a acompanharia por mais de oito décadas.

Artistas lamentaram a morte da atriz nas redes sociais. Miguel Falabella destacou a amizade construída com Laura ao longo dos anos.

Leia mais:  Influenciadores são suspeitos de crimes que vão de golpes a participação em homicídio

– Para mim, era sempre um privilégio estar com ela e assisti-la debruçar-se sobre algumas personagens. Te amo, Laura! Muito mesmo! Até um dia! – escreveu.

Fabiana Karla também lamentou a morte da atriz.

– Não estava preparada para uma despedida assim… Mas infelizmente… Você partiu… – completou.

Continue lendo

Entretenimento

Peça teatral “Quê vê, escuta!?” promove histórias de autores de São José do Calçado

Publicado

Durante o mês de agosto, a Biblioteca Municipal Homero Mafra se transforma em palco nos dias 20 e 21 de agosto


A Biblioteca Municipal Homero Mafra, em São José do Calçado, recebe nesta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), o espetáculo teatral “Quê vê, escuta!?”. As apresentações acontecem nesta quinta-feira (20), às 8h e às 9h, e na sexta-feira (21), às 8h, 9h e 12h30, especialmente para estudantes da rede municipal de ensino, com idade entre 6 e 12 anos. As sessões são gratuitas e também abertas ao público em geral.

O projeto é realizado, por meio de edital de Incentivo à Leitura da Secretaria da Cultura (Secult-ES), aprovado em 2025 e tem entrada gratuita.

“Quê vê, escuta!?”é uma peça infantojuvenil inspirada em histórias de três autores do muni São José do Calçado e que faz parte da ocupação artística da Biblioteca Municipal Homero Mafra, no centro da cidade. A montagem resgata a linguagem simples e extremamente criativa de uma comunidade com cerca de 10 mil habitantes, mas que carrega uma rica tradição literária e teatral, com muitos livros, escritores e poetas.

Leia mais:  Fã pede que Tatá Werneck imite Paulo Gustavo e ela se revolta: "Você é imbecil?"

 

Para a montagem, foram selecionadas três histórias: Memórias de um menino pobre que sonhava ser um grande escritor, de Pedro Teixeira (in memoriam); O tapete de Zezé, de Pedro Nunes; e A menina que arvorava, conto inédito de Carlos Fonseca.

Já no dia 21 de agosto, sexta, às 11h30, haverá uma sessão especial com a presença dos autores Pedro Nunes, Carlos Fonseca e Ângela Tavares, companheira de Pedro Teixeira (in memoriam). Às 18h, Carlos Fonseca lança, na Academia Calçadense de Letras, o livro O peso do corpo, que reúne o conto que deu origem à peça.

 

Revitalização cultural do espaço

O espetáculo teve início no dia 13 de agosto na Biblioteca Municipal Homero Mafra e vem promovendo uma verdadeira revitalização cultural do espaço, além de valorizar a literatura local e reforçar a vocação de São José do Calçado, que recebeu o título estadual de “Cidade dos Escritores”.

“Quê vê, escuta!?” é uma expressão muito utilizada pelos moradores mais antigos do município, referindo-se a algo que está prestes a acontecer, ou seja, uma espécie de previsão ou aviso dos sábios. A expressão também dá nome ao espetáculo, que busca valorizar o modo de falar e as histórias da comunidade.

Leia mais:  Miss arranca peruca no meio da passarela e viraliza

A grande novidade da montagem, baseada nas três histórias, é a presença de uma personagem inusitada, mas cada vez mais presente no cotidiano das crianças e de toda a sociedade: a Inteligência Artificial. As histórias ganharam vida por meio do trabalho de teatralização das experientes atrizes e contadoras de histórias Ivny Matos e Priscilla Arranz, que possuem mais de 25 anos de carreira e ampla experiência na montagem de espetáculos e na realização de atividades lúdicas para o público infantil em todo o Estado.

A montagem também conta com a participação especial da jovem atriz Vany Sara, integrante do recém-refundado Grupo Teatral Calçado de Pé no Chão, que também atua como sonoplasta.

 

SERVIÇO

Quê vê, escuta!?
Peça teatral infantojuvenil | Entrada gratuita

Local: Biblioteca Municipal Homero Mafra – Praça Cel. José Dutra Nicácio – Centro – São José do Calçado.

Datas e horários:
20/08 (quinta-feira): 8h e 9h
21/08 (sexta-feira): 8h, 9h e 12h30

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana