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Política Nacional

MP pede que TSE barre campanha e proíba candidatura de Marçal

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O Ministério Público Eleitoral pediu à ministra relatora Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barre a candidatura do ex-coach Pablo Marçal à Presidência da República e, liminarmente, que o proíba de realizar campanha. Na peça, o MP aponta a inelegibilidade de Marçal até 2032 e questiona a filiação partidária do candidato.

Na impugnação apresentada no registro de candidatura de Marçal, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, lembra que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou, em 4 de dezembro de 2025, “a sentença que condenou Marçal pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social, diante da ‘promoção de concursos com oferta de prêmio para incentivar a produção e disseminação massiva de conteúdo eleitoral na internet por pessoas naturais’, mantendo a sanção de inelegibilidade pelo prazo de oito anos seguintes à eleição”. Desta forma, Marçal não poderia se candidatar.

Além disso, o MP Eleitoral aponta que Marçal, desde 6 de março, encontra-se filiado ao União Brasil, mesmo querendo lançar sua candidatura pelo PRTB.

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Marçal conseguiu uma liminar para garantir uma filiação retroativa ao PRTB, apontando que havia preenchido uma ficha de filiação antes de 4 de abril, data-limite prevista pela legislação eleitoral. Contudo, o MP aponta que, em uma série de entrevistas a veículos de comunicação e vídeos de apoiadores, Marçal se coloca como filiado ao União Brasil depois dessa data. Uma delas é uma entrevista ao repórter Guilherme Caetano, no Estadão, publicada em 12 de abril e gravada no dia 8.

Na impugnação, o MP Eleitoral pede que seja concedida a tutela de urgência “para obstar que o candidato impugnado tenha acesso aos recursos públicos de campanha eleitoral (Fundo Especial de Financiamento de Campanha e/ou Fundo Partidário) e seja impedido de realizar propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão, bem como aos demais atos de propaganda eleitoral – inclusive debates”.

Além disso, pede que Marçal seja notificado para a defesa no prazo de 7 dias, mas ressalta o pedido de que, “tratando-se de matéria de direito, sem necessidade de dilação probatória, seja julgada procedente a impugnação para se indeferir o pedido de registro de candidatura impugnado.”

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Política Nacional

Luis Felipe Salomão assume presidência do STJ nesta quarta

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O ministro Luis Felipe Salomão toma posse nesta quarta-feira (19) como presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A cerimônia está marcada para as 18h e oficializa o início da gestão que comandará a Corte no biênio 2026-2028. O ministro Mauro Campbell Marques também será empossado, como vice-presidente.

A solenidade encerra a gestão do ministro Herman Benjamin, que presidiu o STJ desde agosto de 2024. Salomão e Campbell foram escolhidos por unanimidade pelo Pleno do tribunal em 14 de abril para ocupar os dois principais postos da Corte no próximo biênio.

Campbell deixa o comando da Corregedoria Nacional de Justiça, que será assumido pelo ministro Benedito Gonçalves.

A cerimônia contará com a presença dos presidentes dos Três Poderes: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Luis Felipe Salomão acumula 18 anos de atuação como ministro do STJ. Antes de chegar à Corte, foi juiz e desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e atuou como promotor de Justiça em São Paulo.

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*AE

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Política Nacional

Daniella Marques: “Dessa vez, nem os bancos querem fazer o L”

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Nesta segunda-feira (17), a coordenadora do núcleo de economia da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Daniella Marques, disse que “dessa vez, nem os bancos querem fazer o L”. A fala foi registrada durante participação dela na conferência do banco Santander, em São Paulo (SP).

A expressão “fazer o L” faz referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com Daniella, há risco de colapso do crédito no país se não houver mudança de modelo econômico ainda neste ciclo eleitoral.

– Se a gente não tiver uma inflexão da curva, o ano que vem as famílias estão arrastadas. Vai ser dramático. Por isso eu tenho defendido na Faria Lima [referência ao mercado financeiro], na população. Você fala: “Dessa vez nem os bancos querem fazer o L, porque sabe que tem 100% de chance de dar errado” – comentou.

Na avaliação dela, é necessário mexer na trajetória de dívida PIB e na revisão do arcabouço. As informações são do Poder360.

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