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Nater Coop abre inscrições para o primeiro desafio do seu Programa de Inovação Aberta

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O primeiro desafio convida pessoas físicas e jurídicas a apresentarem soluções para melhorar o relacionamento com os cooperados

A Nater Coop (antiga Coopeavi) anunciou recentemente um investimento de até R$ 2 milhões em programas de inovação (startups) para os próximos dois anos. O plano é lançar 14 desafios mapeados em suas respectivas áreas de negócio, que incluem café, laticínios, agroindústria e varejo. O primeiro desafio já está com inscrições abertas até o dia 29 de janeiro. Os interessados em se inscrever podem acessar o site https://azys.com.br/corporates/natercoop.

O primeiro desafio de inovação aberta, chamado “Relacionamento com o Cooperado”, está convidando empresas tradicionais, startups, instituições de ensino e demais agentes do setor produtivo (pessoas físicas e jurídicas) para buscar soluções voltadas para o aprimoramento do relacionamento com os cooperados/sócios.

A Nater Coop tem mais de 19 mil cooperados e é a maior empregadora do agro capixaba. Os cooperados são de diversas áreas do agronegócio, como: produtores de leite, ovo e café. Atualmente, a comunicação com o cooperado é feita pelos métodos tradicionais (ligação telefônica e atendimento presencial), o que precisa ser aprimorado para atender às especificidades de cada associado, tornando o processo mais efetivo.

“Para solucionar esse desafio, os inscritos devem propor soluções que contemplem as características da rotina dos cooperados, boa parte dos quais trabalha no campo, acompanhando suas produções. Além de garantir comunicação mais efetiva entre os cooperados e a cooperativa, a solução deve contribuir para estreitar o relacionamento, inclusive com os sucessores dos atuais cooperados, para que se sintam estimulados a dar continuidade à nossa parceria”, ressalta Marcelino Bellardt, diretor-geral da Nater Coop.

As soluções apresentadas para esse primeiro desafio concorrerão a prêmios em dinheiro: 1º lugar R$ 30 mil, 2º lugar R$ 15 mil e 3º lugar R$ 5 mil. Os interessados em resolver o desafio deverão apresentar soluções que possibilitem tornar a Nater Coop mais digital no quesito relacionamento com os sócios/cooperados, tornando mais ágil o processo de comunicação com os sócios produtores.

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Os projetos serão selecionados 15 dias após o final das inscrições de cada desafio e os escolhidos terão 100 dias para desenvolver a solução. A expectativa é de que os resultados gerais sejam anunciados no final de 2023.

Sobre a Nater Coop – Com 58 anos de atuação, a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Nater Coop) conta com 19 mil cooperados, mais de 1.100 colaboradores e se relaciona com cerca de 30 mil produtores rurais. A instituição tem lojas de produtos agropecuários em mais de 30 municípios do Espírito Santo e de Minas Gerais, além de rede própria de atendimento que inclui supermercado e postos de revenda de combustível. Também fazem parte da Nater Coop as marcas Veneza (alimentos), Rações Coope (Nutrição Animal), Liva (ovos) e Pronova (café). A cooperativa, com sede em Santa Maria de Jetibá, é a maior do Espírito Santo na área do agronegócio (agricultura e pecuária) e já exporta para 11 países.

Serviço

Lançamento do primeiro desafio de Inovação Aberta Nater Coop

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Quem pode participar: empresas tradicionais, startups, instituições de ensino e demais agentes do setor produtivo (pessoas físicas e jurídicas).

Inscrições e mais informações: https://azys.com.br/corporates/natercoop.

Prazo: até 29 de janeiro.

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Mobiliza Cariacica: uma porta de entrada para novas oportunidades no mercado de trabalho

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Por meio de oficinas a capacitação e orientação profissional de jovens e adultos, o Mobiliza Cariacica ajuda na transformação da vida de diversos munícipes. Durante as aulas, os participantes aprendem especialidades relacionadas a áreas como empreendedorismo, autoestima e autoconfiança, habilidades socioemocionais, desenvolvimento de competências, planejamento de carreira e projeto de vida, preparação para entrevistas, elaboração de currículo e carreira profissional.

As oficinas são direcionadas pelas equipes especializadas do Mobiliza Cariacica, que acontecem nas unidades de Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. O programa é uma porta de entrada para o primeiro emprego e estágio, a partir de uma articulação parceira da Prefeitura de Cariacica com instituições públicas e privadas.

A gerente do Mobiliza Cariacica, Thaís Perriraz, conta que “o Mobiliza fomenta novas oportunidades e atende um público na faixa etária entre 14 e 59 anos de idade,  pessoas inscritas no CadÚnico, beneficiários de programas sociais, jovens e mulheres, vítimas de violência e grupos de vulnerabilidade social”, disse.

Para a participar, os interessados devem apresentar documento de identificação com foto e CPF, junto a comprovante de residência.

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Sobre o Mobiliza Cariacica

O Programa Mobiliza Cariacica visa viabilizar o acesso a oportunidades no mercado de trabalho para cidadãos em vulnerabilidade social e que buscam a autonomia financeira. As oficinas oportunizam, também, o fortalecimento da cidadania e de inclusão social.

O Mobiliza Cariacica foi criado por meio da iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), com o objetivo de integrar usuários ao mundo do trabalho por meio de oficinas de formação, qualificação profissional, orientação, palestras e inclusão produtiva.

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Cidades

Eleitora vota na Serra com estrela gigante do PT e PM acompanha

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A cientista social Karini Bergi Albanez, de 27 anos, foi votar vestida de vermelho e com uma estrela gigante do PT no ombro, na EEEFM Maria José Zouain de Miranda, em Valparaíso, na Serra, no final da manhã deste domingo (4). A cena chamou a atenção. A mulher foi acompanhada por policiais militares.

Segundo Karini, um dos militares disse que ela não poderia votar com o objeto. Ela afirmou que se tratava de uma manifestação individual e silenciosa, sem tumultuar, conforme determina a legislação.

Em entrevista a cientista social contou que estava na fila quando foi abordada pelo policial, que teria informado que ela não poderia votar com o símbolo partidário.

 

“Eu falei: ‘Olha, senhor, eu conheço a legislação. Essa é uma manifestação individual e silenciosa. Não estou tumultuando, estou parada aqui na fila’”, relatou.

 

De acordo com Karini, um segundo policial também foi acionado para verificar a situação. Enquanto o primeiro agente teria se afastado para buscar informações, o outro entrou na cabine de votação. Ao sair, segundo a entrevistada, ele a atingiu com os ombros.

 

“Ele me empurrou com os ombros, mas me empurrou de uma forma… Eu só não caí porque estava tudo tão lotado que eu não tinha para onde cair. Só esbarrei nos meninos que estavam atrás de mim”, contou.

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A cientista social afirmou que ficou surpresa com a atitude, principalmente porque havia outras pessoas próximas, incluindo uma mãe com uma criança no colo. Após questionar o motivo da abordagem, ela disse que pegou o celular para gravar a situação.

 

Xingamentos e ameaças

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

 

Ainda segundo Karini, após o episódio, pessoas que estavam na fila começaram a xingá-la. Ela relatou que uma mulher chegou a fazer ameaças enquanto a confusão se intensificava.

 

“A senhora que estava também na fila começou a falar assim: ‘Isso, quebra ela mesmo! Se você não quebrar, a gente vai quebrar’”, afirmou.

Karini disse que a presidente da seção eleitoral pediu que ela deixasse o local e solicitou silêncio às pessoas que estavam fazendo manifestações. Conforme o relato, a responsável pela seção teria reconhecido que a mulher permanecia quieta, apenas segurando a estrela vermelha.

Mesmo assim, diante dos xingamentos e da sensação de insegurança, Karini deixou a seção chorando e bastante nervosa. Ela procurou outro policial que estava no local, mas afirma que recebeu a orientação de registrar um boletim de ocorrência.

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“Eu falei: ‘Mas como assim? O policial está aqui. O cara me agrediu. As pessoas viram ele me agredir’”, relatou.

 

Votação após escolta policial

Karini afirmou que pretende registrar um boletim de ocorrência e também apresentar uma denúncia à Corregedoria da Polícia Militar. Segundo ela, houve dificuldades para conseguir a identificação completa do policial envolvido.

A cientista social contou que só conseguiu votar após a intervenção de um comandante, que teria pedido desculpas e orientado sobre os procedimentos que poderiam ser adotados.

De acordo com Karini, ela precisou ser escoltada por dois policiais para conseguir acessar a seção e votar com segurança. A situação, segundo ela, durou mais de uma hora.

“Eu não conseguia nem sair de lá com segurança, nem entrar para votar com segurança. Dois policiais tiveram que me escoltar para eu votar e, ainda assim, fui xingada”, afirmou.

A mulher reforçou que pretende tomar providências sobre o caso, tanto na esfera criminal quanto administrativamente, junto à Corregedoria.

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