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Política Nacional

Presidente do INSS pede demissão do governo Bolsonaro

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O cargo será ocupado pelo secretário de Previdência, Leonardo Rolim. O órgão enfrenta uma crise com filas de espera para concessão de benefícios

Renato Vieira, presidente do INSS, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Renato Vieira, que permaneceu no cargo por pouco mais de um ano.

O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Renato Vieira, pediu demissão para tratar de assuntos pessoais. O cargo será ocupado pelo então secretário de Previdência, Leonardo Rolim.

A troca no comando do INSS foi anunciada nesta terça-feira (28) pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Desde o fim de 2019, o órgão enfrenta uma crise com filas de espera para concessão de benefícios. Atualmente, o INSS tem 1,9 milhão de processos acumulados. Na tentativa de minimizar o problema, o governo federal afirma que irá editar uma medida provisória, em até uma semana, para permitir a contratação de servidores aposentados.

Marinho aponta que quase sete mil funcionários do INSS se aposentaram no ano passado. Desses, 1,5 mil eram concessores de benefício – não haverá, contudo, uma convocatória, mas sim edital para os interessados.

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Essa é a segunda demissão do governo federal nesta terça. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exonerou Vicente Santini após este usar um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para uma viagem oficial. Neste caso, o cargo de secretário-executivo da Casa Civil será ocupado por Fernando Moura.

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Política Nacional

Vereador da Baixada Fluminense é morto com tiro pelas costas

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O vereador Germano Silva de Oliveira, conhecido como Maninho do Cabuçu (MDB), morreu na manhã desta quinta-feira (23) em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O parlamentar de 58 anos estava internado em estado grave após ser baleado nas costas na tarde de quarta (22).

O crime ocorreu na Avenida Abílio Augusto Távora, quando o vereador estava na garupa de uma motocicleta. Um criminoso disfarçado de entregador se aproximou em outra moto e efetuou os disparos contra a vítima, fugindo em seguida.

Maninho do Cabuçu chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde passou por uma cirurgia de emergência. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu aos ferimentos.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) assumiu as investigações e trabalha com a hipótese principal de homicídio. Agentes buscam identificar o autor do ataque, que utilizava o rosto coberto no momento da abordagem.

A Câmara Municipal de Nova Iguaçu lamentou a perda do parlamentar, que exercia o segundo mandato consecutivo. O presidente da Casa, Márcio Guerreiro, acompanhou o atendimento médico e prestou apoio aos familiares desde o atentado.

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O velório do vereador foi realizado no plenário da Câmara Municipal, antes do corpo seguir para o IML. As autoridades seguem colhendo depoimentos e analisando imagens de segurança para esclarecer a motivação do assassinato

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Política Nacional

Redes Sociais: a nova praça pública que define eleições – e pode decidir o senado no ES

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As redes sociais deixaram de ser apenas canais de comunicação para se tornarem a principal arena do debate político no Brasil. Hoje, é nelas que pautas ganham força, narrativas são construídas e eleitores formam opinião em tempo real, muitas vezes antes mesmo de qualquer cobertura tradicional.

Plataformas como Instagram, YouTube e X transformaram políticos em comunicadores diretos, capazes de falar com milhões de pessoas sem intermediários. Esse contato direto fortalece lideranças, amplia alcance e cria uma conexão contínua com a população — algo que, em eleições majoritárias, pode ser decisivo.

No Espírito Santo, essa realidade ganha ainda mais peso na disputa pelo Senado em 2026. Diferente de eleições proporcionais, onde o voto pode ser mais pulverizado, a corrida ao Senado exige densidade eleitoral, visibilidade e capacidade de mobilização em larga escala. E é exatamente isso que uma presença digital forte proporciona.

Políticos que dominam as redes não apenas informam: eles influenciam, engajam e mobilizam. Lives, vídeos curtos, posicionamentos rápidos e interação direta com seguidores se tornaram ferramentas estratégicas para consolidar apoio e pautar o debate público. Em muitos casos, o alcance digital supera, com folga, os meios tradicionais.

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Nesse cenário, nomes com forte presença online saem na frente. O senador Marcos Do Val é um exemplo claro dessa dinâmica, com uma base expressiva de seguidores e alto engajamento, conseguindo levar sua mensagem a milhões de brasileiros e influenciar diretamente o eleitorado.

Mais do que tendência, as redes sociais são hoje um fator estrutural das campanhas. Ignorar esse ambiente é abrir mão de disputar corações e mentes onde a opinião pública, de fato, está sendo formada.

Na eleição de 2026 para o Senado Federal, especialmente no Espírito Santo, não basta ter discurso — é preciso ter alcance. Porque, na política contemporânea, quem domina a comunicação, larga na frente. E quem consegue transformar seguidores em eleitores, pode decidir uma eleição.

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