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Política Nacional

Carlos Bolsonaro abre queixa-crime contra Bruna Marquezine e Felipe Neto

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O filho do Presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai processar a atriz e o youtuber por “calunia”

Nas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) anunciou que vai processar a atriz Bruna Marquezine e o youtuber Felipe Neto por “calúnia”. 

Segundo a publicação do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a atriz e o youtuber cometeram crimes contra o chefe do Executivo. No Instagram, Carlos escreveu o artigo 138 do Código Penal, que diz: “Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.” No postagem, no entanto, o vereador não detalha qual teria sido a falsa imputação.

Em resposta, Felipe Neto confirmou no Instagram que o registro da queixa-crime ocorreu. “Carlos Bolsonaro abriu queixa-crime contra mim e @brunamarquezine por xingarmos o Presidente. Para divulgar a notícia, ele utilizou uma foto da Bruna nua, num trabalho de dramaturgia, com os seios cobertos por estrelinhas vermelhas, dando a ela uma conotação sexual de maneira rasteira, vergonhosa.”

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O youtuber ainda mandou um recado para o filho do presidente: “Carlos, um recado pra você: eu enfrento essa articulação do ódio há muito tempo. Você não me amedronta. Não é só a razão que está ao meu lado, mas também mais de 41 milhões de pessoas. Vocês podem botar medo em quem não tem como se defender, mas aqui não tem essa. Estamos prontos para todo tipo de covardia do lado de vocês e não vamos nos calar em função dessas tentativas nojentas de silenciamento. Os governantes devem temer seu povo, NUNCA o contrário. Nós vamos vencer.”

 

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Política Nacional

Flávio conversa com presidente do MDB e acerta apoio de diretórios da sigla

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) conversou, na tarde desta quinta-feira (8), com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, para acertar o anúncio do apoio de diretórios regionais da sigla no segundo turno da eleição.

A conversa se deu por meio de conferência telefônica. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), também participaram da ligação.

Na reunião virtual, ficou acertado que o anúncio do apoio dos diretórios do MDB deve acontecer na terça-feira (13), no comitê da campanha à reeleição de Tarcísio, em São Paulo. O governador se reelegeu no primeiro turno.

Baleia disse para Flávio, na ligação, que conseguirá reunir ampla maioria dos 27 diretórios regionais do MDB. O objetivo do dirigente partidário, segundo interlocutores, é conseguir apoio de 17 estados ao presidenciável do PL.

Hoje, segundo fontes da cúpula do MDB, Baleia já teria confirmado o apoio de 14 dos 27 diretórios, incluindo os três estados do Sul, os quatro estados do Sudeste, os quatro estados do Centro-Oeste, além de Acre, Tocantins e Amapá.

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A grande resistência a Flávio no MDB está concentrada nos diretórios de estados do Norte e Nordeste do Brasil. Os emedebistas dessas regiões sempre tiveram relação política mais próxima com o presidente Lula (PT).

Até agora, Flávio já obteve o apoio de cinco partidos que estavam neutros no primeiro turno: Novo, Republicanos, Progressistas, União Brasil e Podemos. Ronaldo Caiado (PSD) também anunciou apoio individual ao senador.

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Política Nacional

Augusto Cury confirma apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

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O terceiro colocado no primeiro turno das eleições presidenciais, Augusto Cury (Avante), confirmou o apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para firmar a aliança, Cury estabeleceu condições que foram aceitas pelo senador.

Segundo o escritor, a decisão foi tomada após uma longa conversa entre os dois e a assinatura, por Flávio, de um compromisso público com propostas defendidas por Cury durante sua campanha, voltadas à transformação social, à modernização do país e à pacificação nacional.

Cury destacou a iniciativa de Flávio de procurá-lo e a disposição para ouvir e incorporar essas propostas, atitude que definiu como uma demonstração de humildade e inteligência política.

— Tive com Flávio uma longa conversa, olho no olho, sem filtros e sem rodeios. Disse-lhe claramente que não participaria de seu governo e que minha independência de pensamento seria inegociável — afirmou.

O escritor ressaltou que o apoio não envolve negociação de cargos, privilégios ou vantagens pessoais e será acompanhado de cobrança pelo cumprimento dos compromissos assumidos.

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— Meu apoio não é um cheque em branco. (…) Apoio não é submissão! Se concordar, direi que concordo. Se discordar, direi que discordo — disse.

Ao explicar sua decisão, Cury reafirmou sua oposição à reeleição presidencial e a defesa de uma liderança que combine desenvolvimento econômico e inclusão social, sintetizada na expressão “mente capitalista e coração social”.

O escritor também ressaltou que o apoio não dispensa Flávio de prestar os esclarecimentos necessários à sociedade e às instituições. Defendeu o respeito aos direitos humanos, às minorias, à liberdade de pensamento e ao papel da oposição.

Para Cury, preparar o Brasil para os impactos da inteligência artificial, da robótica e das mudanças econômicas e climáticas exige investimentos em educação, ciência, saúde e produção sustentável, acompanhados do cuidado com as pessoas.

— O Brasil precisa aprender a conviver consigo mesmo, respeitar suas diferenças e proteger suas instituições — afirmou.

Em sua mensagem, o escritor reforçou o chamado à superação da hostilidade política.

— Governos passam, líderes passam, partidos passam, mas o Brasil permanece! — finalizou.

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O segundo turno das eleições que definirão o novo presidente da República ocorre no próximo dia 25 de outubro. Cury, que recebeu 2,89% dos votos (3.448.569) se junta a outros dois candidatos que disputaram o Palácio do Planalto no primeiro turno, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), que também declararam apoio ao representante do PL.

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